Séries Addict

Desperate Housewives

Posted on: novembro 8, 2007

Marc Cherry finalmente acertou na introdução de personagens novos. Depois dos Applewhite, por quem eu nunca senti nada, e do vizinho pedófilo, numa trama que poderia ser mais bem explorada do que foi, e da ex insuportável de Tom, que eu não suportava, as donas de casa de Wisteria Lane finalmente ganharam companhia que me cativou. Além de Katherine, a quem já tínhamos sido apresentados nos três primeiros episódios da nova temporada, agora chega ao subúrbio o casal gay Lee e Bob.
E eu amo Lee!! Sarcástico e cheio de tiradas cortantes, Lee tem sido o responsável por boa parte das risadas que eu voltei a ter com Desperate Housewives, especialmente no quinto episódio Art Isn’t Easy, que até agora, foi sem dúvida o melhor da temporada. O mais leve e o mais hilário, com direito a embate direto entre os gays e Katherine. A fonte era realmente horrorosa, mas fora a Susan que tinha que dormir e acordar com aquele barulho, que direito os vizinhos tem de se meter na vida dos outros? Como eu disse uma vez a um professor meu, “não quer ver, fecha os olhos”. Mas afinal de contas, pela maneira como ela se redimiu com a Lynette, eu acho que o problema da Katherine é que ela se tornou muito solitária. Qualquer que o segredo que carrega, obviamente a tem mantido afastada de relações profundas (o marido submisso que começa a querer se rebelar, muito bem interpretado por Nathan Fillion aliás, não conta) e carregando sozinha um fardo difícil.
Sob esse contexto a crueldade tão facilmente aflorada nela no episódio anterior fica até mais complexa. Sua tia Lilly foi para sua casa e sofreu uma negligência calculada durante seus últimos dias de vida, em vingança por tentar contar a Dylan a verdade. Taí um dona de casa seriamente atormentada e desesperada, pronta a destruir qualquer um que tente arruinar sua ilusão perfeita. Por conta disso, eu espero o próximo round em sua briga com os gays, que não foi muito enfatizada no episódio seis, houve apenas uma pequena referência a sua fantasia de Maria Antonieta, que foi uma rainha que perdeu o poder.
O último episódio exibido nos EUA, um episódio de Halloween deu ênfase as Housewives originais e terminou algumas das tramas que vieram da temporada passada. O bebê de Danielle finalmente nasceu e o câncer de Lynette entrou em remissão. Minhas duas personagens preferidas podem respirar tranqüilas (por enquanto). O affair de Carlos e Gaby terminou, mas não antes que Edie e o marido corno absolutamente desinteressante descobrissem. Nem a volta de John fez com que minha vontade de passar direto pelas cenas do quarteto sumisse. E Susan está com mais alguma de suas tramas absolutamente fúteis, com Mike indo pro ralo junto com ela.

Graças a Deus pelos personagens novos e interessantes, porquê se Huffman e Cross tivessem que carregar essa temporada toda nas costas, acho que meu interesse por Desperate continuaria a desaparecer vagarosamente, como vinha acontecendo desde da segunda temporada. Mas é o contrário que tem acontecido. Quando será que Sarah Paulson entra em cena, hein?

Fotos de http://desperatebrasil.wordpress.com/

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