Séries Addict

CSI – Dead Doll

Posted on: fevereiro 15, 2008

CSI finalmente volta às pequenas telas brasileiras, e quem não acompanha a série via métodos alternativos e conseguiu ficar longe de spoilers, pôde acompanhar finalmente o desfecho do seqüestro de Sara Sidle. Dead Doll foi um episódio diferente dos demais episódios de CSI. Contando que relevemos as licenças poéticas, vulga ficção exagerada que ninguém engole, o episódio foi tecnicamente bom. Eu acho que a direção foi acertada, mas o episódio teve um ritmo meio arrastado que não agradou a todos. Eu, que particularmente prefiro devagar demais à rápido demais, achei que no começo a sensação de angústia foi latente. Mas com o passar dos minutos a opção de narrativa se tornou apenas enfadonha.
O roteiro deixou a desejar em relação a Natalie, (eu queria saber mais sobre ela, sobre sua condição psicológica), mas foi satisfatório em contar a estória que se propôs em focar, a do seqüestro. Quanto a fotografia e a trilha sonora, ambos estavam sensacionais e foram um personagem a parte em Dead Doll.
Porém, apesar de ter sido imensamente aguardado pelos fãs, acho que eles colocaram o aspecto emocional acima do aspecto técnico. E na exploração desse lado, acho que CSI foi bem sucedido.
Dead Doll foi um episódio angustiante. Mesmo não sendo grande fã da Sara foi impossível não reconhecer o grande trabalho da Jorja Fox e foi inevitável se importar com ela. Quem também esteve primoroso foi o ator George Eads, que passou transmitiu todo o desespero de Nick em achar sua amiga. Eu só não gostei muito da participação de Grissom, que foi pálida. Apesar de conseguir expressar a preocupação pela namorada, parecia que Grissom estava nos cantos, praticamente sem participar da ação.
Seu envolvimento seria definitivamente algo que eu gostaria de que fosse diferente, junto com um encurtamento das buscas no deserto, que como eu mencionei acima, eu achei que quebraram o ritmo do episódio.
No mais, destaco a última cena do episódio, que fez a felicidade de grande parte dos fãs da série e que eu gostei muito. Foi sentimental, sem ser piegas ou clichê. Aliás, o episódio todo merece o devido comentário. Não apelaram para o clima de novela mexicana e na minha opinião, se tivessem apelado o resultado seria um fiasco. Com isso, eu concluo que até o saldo técnico foi positivo e Dead Doll abriu bem a oitava temporada de CSI.

Texto publicado originalmente no TeleSéries.

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