Séries Addict

Lost – A Constante

Posted on: fevereiro 29, 2008

Quando meu queixo cai tantas vezes que eu perco a conta durante um episódio, eu sei que o episódio foi muito bom. Esse A Constante fez meu queixo cair tantas vezes, que eu acho que qualificá-lo como menos que excelente é impossível. Sem dúvidas, esse foi o episódio mais “What the Fu**?” dessa temporada. Kate criando Aaron, Jack mentindo descaradamente, Charlotte encontrando um urso polar Dharma na Tunísia, Ben chefe de Sayid matador, nada disso é páreo para o turbulento episódio do Brotha. Eu adoro o Desmond e acho que a história de amor dele e da Penny é a mais linda de LOST, então além de ficar agarrada na cadeira todos os segundos desse episódio, eu também verti lágrimas. Quantas respostas e quantas perguntas vieram. Viagem no tempo sempre foi algo que assustou muitos fãs de LOST, mas eu sempre gostei da possibilidade de mexer com essa temática do tempo, de dimensões paralelas ou o que quer que fosse. Mas os escritores que eu critiquei tanto pelo roteiro tosco de Eggtown merecem os parabéns pelo ótimo trabalho que fizeram discutindo o tema na série. Foi de maneira muito série, interessante e de tirar o fôlego. E é difícil uma série lidar com pseudociência sem deixar o espectador murmurando “Ah, que mentira!”. No final minha cabeça deu um nó tão grande que eu ainda não consegui raciocinar. Faraday insinua que a percepção do tempo é diferente na Ilha, mas se é Véspera de Natal no mundo exterior então se passaram exatamente 93 dias, assim como os sobreviventes contaram. Isso só mostra que essa questão do tempo está longe de ser completamente esclarecida. Uma outra coisa que me deixou encucada, é como os Outros conseguem sair e entrar na Ilha sem ser afetados. Richard Alpert parecia viajar bastante antes da explosão do submarino e eu fiquei me perguntando como ele consegue não enlouquecer. Ou será que aquelas aparições dele no Flashback de Ben serão reveladas como tendo relação com essas viajens no tempo? No fim Juliet pode não ter sido sedada apenas para que não soubesse a localização da Ilha, mas também porquê eles talvez temessem que algo do tipo acontecesse com ela. Sendo uma médica, ela tinha que lidar regurlamente com radiação. E o Faraday? Será que ele também está viajando no tempo ou ele queria estar viajando no tempo? Vou ficar roendo as unhas por The Other Woman.

Editando: Eu li em um fórum Jacket americano uma discussão sobre se a doença que o time de Rousseau teve poderia na verdade ter sido os efeitos colaterais. Eles teriam todos começado a viajar no tempo e assim como Minkowski teriam perdido o controle e enlouquecido por falta de uma constante. Eu acho que é uma possibilidade. E se for confirmado, uma grande resposta. Mas deixa ainda mais perguntas no ar. Como foi que Danielle conseguiu ser a única a não sofrer os efeitos?

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3 Respostas to "Lost – A Constante"

acho q a gente ja discutiu tudo sobre o ep. devia ter copiado nossa conversa e colado aqui.
bjux

[…] review foi publicado originalmente no weblog Séries Addict.A Thaís está substituindo interinamente o colunista Eugifran Moreira. Link Permanente | […]

[…] review foi publicado originalmente no weblog Séries Addict.A Thaís está substituindo interinamente o colunista Eugifran […]

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