Séries Addict

Lipstick Jungle – Um balanço do começo da segunda temporada

Posted on: novembro 16, 2008

É um pouco triste começar a escrever esse texto dias depois do anúncio do cancelamento de Lipstick Jungle pela NBC. A primeira temporada da série não foi muito boa e honestamente, eu esperava que NBC a tivesse cancelado na ocasião. Certamente, eu não me importaria nenhum pouco. Eu nem lembro porquê decidir ver a segunda temporada. Mas baixei a première e fui fisgada. E agora tenho coisas boas para dizer sobre essa segunda temporada que soarão um tanto irrelevantes frente ao fato de que a série vai ser tirada do ar.
A série se poliu, arranjou um foco e floresceu. Suas protagonistas foram desenvolvidas e suas tramas andaram para frente, mudaram, e criaram um ritmo mais fluido para a série. Nico, que desde o começo eu enxergava como a que tinha maior potencial, foi a que mais me surpreendeu positivamente com seu crescimento. Depois da morte de seu marido, ela voltou com Kirby, e aí tivemos tramas novas, que apesar de clichê, funcionaram muito bem devido em grande parte, a química do casal. Também conhecemos sua família em uma das melhores estórias até agora, na minha opinião. Nos foi dada a oportunidade de ver uma Nico muito mais humana, e com a empatia que Kim Raver finalmente exibiu (aos meus olhos, pelo menos), a personagem tornou-se a melhor de Lipstick. Wendy perdeu seu emprego, mas mesmo antes disso já havia uma virada em sua personagem. Ela estava mais interessante. E agora, tentando se achar novamente em sua carreira, está melhor do que nunca. E parece que Victory finalmente está, de fato, reconstruindo sua vida profissional. Mas a sua vida amorosa fica cada vez mais complicada e é divertido vê-la entre o bonitão Rodrigo e sempre neurótico Joe Bennet (versão 2.0, muito mais simpático).
Mas o mais importante dessa temporada é que os escritores, diretores e atrizes conseguiram expor a amizade daquelas três mulheres de uma maneira profunda e significativa, e de forma que até uma menina mal saída da adolescência como eu pode se identificar completamente. Quem não fez parte um grupinho de amigas (ou mesmo de uma dupla) que é formado por meninas ou mulheres distintas, que discutem, mas nunca se separam; que competem, mas nunca brigam; que se ajudam, mesmo que a outra não tenha exatamente pedido por ajuda?
Com toda a química que as atrizes e seus pares românticos exibem, ainda assim a relação mais terna do show é entre as três. E com todas as comparações que a série teve com Sex and the City, o aspecto em que as duas se assemelham e se emparelham é justamente no retrato de uma amizade genuína e duradoura, capaz de tocar o espectador. É uma pena que os números de Lipstick não tenham sido suficientes para mantê-la na grade da NBC.

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1 Response to "Lipstick Jungle – Um balanço do começo da segunda temporada"

eu concordo plenamente contigo!!a série evoluiu muito!eu estou preso nesta temporada, pena que so va ter 13 episodios!ela agora que vinha mostrar ao que vinha, foi mudada para o mortal horario de sexta e nao sobreviveu…

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