Séries Addict

Criminal Minds: Porquê Estou Adorando Essa Temporada, Parte 2

Posted on: dezembro 22, 2008

Esse texto contém Spoilers para quem não está acompanhando a série de acordo com a exibição americana.

Chegamos a The Insticsts e Memoriam, que são dois episódios especiais com uma trama focada completamente em Reid. O mais jovem do time está sendo atormentado por sonhos que no começo parecem estar relacionados ao caso, em que um menino de seis anos é seqüestrado e morto e eles tem que encontrar um segundo menino, que acaba de ser raptado. Mas com o tempo fica aparente que podem ser memórias reprimidas de sua infância. O caso é resolvido, mas Reid continua perturbado. Ele dorme com a mãe e seus companheiros ficam em Vegas também (e jantam juntos, em uma cena super descontraída e cheia de camaradagem que eu adorei). Mais um sonho, e agora Reid tem certeza de que seu pai teve alguma coisa a ver com o assassinato de Riley Jenkins, um menino de seis anos estuprado e esfaqueado na época em que ele era uma criança.
Assim, no começo de Memoriam ele avisa a todos que ficará para trás e os dispensa. Mas Derek sabe o porquê Reid realmente quer permanecer em Vegas, e ele e Rossi ficam também para ajudarem o amigo em suas investigações. Esse episódio é uma viagem ao passado de Reid, e nós ficamos sabendo muita coisa de sua família. Eu amei todo ele, adorei cada cena que a mãe de Reid teve (Jane Lynch é perfeita) e achei que Gubler teve uma ótima interpretação (acima do ótimo de sempre, desculpem-me, mas estou ficando sem elogios positivos).
E para completar esse episódio, tivemos JJ entrando em trabalho de parto. Nem sou tão fã da personagem, mas foi muito doce ver todos da equipe correndo com ela para o hospital, e deixando sua substituta, a mais sem graça ainda Jordan Todd, cuidando da casa. E ela ainda escolheu Garcia e Reid como padrinhos!! A cena final, com Reid segurando seu afilhado, foi o cúmulo do adorável.


O oitavo episódio, Masterpiece, também é diferente. O Prof. Rothchild (Jason Alexander, com uma caracterização estranhíssima) procura por Rossi e Reid em uma seção de recrutamento e lhes diz que matou sete mulheres e que mais cinco pessoas morrerão, a não ser que a BAU descubra onde estão. Esse foi um episódio que me decepcionou um pouco. Tive a impressão de que tudo acabou rápido demais e no final a trama de vingança de Rothchild contra Rossi ficou parecendo meio boba (apesar de eu ter literalmente perdido o fôlego por um segundo quando ficou claro que o criminoso tinha armado uma armadilha para a equipe). Quando acabou, eu me perguntei: “mas é só isso”? Não foi a Masterpiece (obra-prima) do título.
Então temos 52 Pickup para deixar minha decepção completamente para trás. Eu nunca ri e provavelmente nunca mais rirei tanto com um episódio de Criminal Minds. O suspeito do episódio em questão está pegando sus vítimas em boates, abrindo suas barrigas e fazendo com que limpem seu sangue antes de matá-las cortando sua garganta. A equipe voa para Atlanta e decide que tem que fazer dois profiles, pois antes o suspeito vitimava prostitutas, o quê quer dizer que ele mudou completamente seu M.O. E o quê ajudou a mudar foi um curso sobre como “pegar” mulheres em boates.
E então entra cena uma das figuras mais bizarras a aparecerem em CM, Viper, o professor do curso. Não bastasse ele ser misógino e cretino, ele tem a coragem de dizer a Prentiss: “Encontre-me em meu território e as coisas que eu poderia obrigá-la a fazer…”. Seriously? Como se não bastasse, Prentiss é mandada para uma boate, para investigar Viper e no meio tempo, se submeter as péssimas cantadas dele. Os momentos que esse encontro rendeu ainda conseguem me arrancar uma risada quando eu relembro. As expressões de Brewster foram simplesmente impagáveis.
Hotch ainda se desculpa por faze-la passar por isso, mas ela diz que não se importa, porquê já namorou caras bem piores do que o cafajeste profissional. Acontece que isso somado a cena da surra lá no terceiro episódio tem feito os fãs acharem que o segredo de Prentiss (os produtores disseram que ela tem um segredo que será revelado em breve) está relacionado a algum tipo de violência contra ela. Será? Eu só sei que amo cada vez mais a personagem (que já é minha favorita junto com Derek e Reid, porquê eu sou indecisa e me recuso a escolher entre os três) e ficarei feliz com qualquer coisa que derem para Paget trabalhar.
Ainda mais engraçado que Prentiss toda arrumada em uma boate aturando aquele palhaço do Viper tentando convencê-la de que ele era o presente de Deus para as mulheres, foi Derek e Reid também em uma casa noturna, distribuindo o retrato falado do suspeito. O quê foi o Reid dizendo que não sabe como as casas noturnas não atraem mais serial killers, considerando “o abuso do álcool, as incontáveis oportunidades para o uso de drogas de estupro e a conduta de alto risco” para um monte de garotas na boate? Melhor ainda foi ele seguindo as dicas de Derek e deixando a bartender completamente interessada nele (e ela é super bonita, e combina muito com ele). Tomara que eles namorem.

1 Response to "Criminal Minds: Porquê Estou Adorando Essa Temporada, Parte 2"

Realmente, Thais, a Prentiss é o Ben Linus de CM, só que sem as armações, falcatruas e planos maquiavélicos. Assim como o personagem de Michael Emerson, ela sabe quando (e como) roubar a cena.

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