Séries Addict

Gossip Girl – 2×16 – You’ve Got Yale

Posted on: janeiro 21, 2009

Eu sei que eu tenho vindo aqui, dito que o episódio foi bom, listado o quê eu gostei, o quê não está tão bom, mas que é irrelevante porquê eu me diverti mesmo assim, e talvez minhas reviews estejam ficando insuportáveis devido ao meu otimismo quase obsceno. Bom, em primeiro lugar, eu acho realmente que essa segunda temporada está superior à primeira, com episódios que mesmo quando não tão bons, ainda me divertem e não chegam a me irritar e querer bater na equipe de produção.
E montando a nova coluna semanal do blog, o Top 10 de Melhores Episódios da Semana, ficou ainda mais evidente para mim que um episódio bom de Gossip Girl fica muito abaixo de vários episódios bons de outros shows. Então talvez seja estupidez minha vir aqui semana após semana, toda animada, e dizer que gostei. Mas o problema é que gostei mesmo. Talvez eu deva começar a escrever reviews de GG com atrasos gigantescos (como o da review de Damages) ao invés de horas depois de ter visto o episódio, porquê talvez eu consiga fazer um melhor julgamento. Tempo é um ótimo amigo do bom senso. Contudo, eu tenho apontado vários defeitos que eu vi na série, várias coisas que não funcionaram no episódio na minha opinião, e eu acho que a minha capacidade analítica ainda compensa pelo fato de que GG é um guilty pleasure que apesar de tudo, ainda me deixa satisfeita ao final de um episódio. E ao final de You’ve Got Yale eu fiquei muito satisfeita.
Apesar de eu adorar o casal Blair e Chuck, separá-los durante esse episódio e deixar cada um ter sua própria trama foi a melhor coisa que os roteiristas poderiam fazer. Blair teve novamente uma trama completamente focada em sua admissão em Yale e apesar de eu achar que o escritores deveriam “pegar emprestado” uma das frases do sexto livro que sempre me faz rir ( “E se eu não entrar… Alguém vai ter que pagar por essa porra.”), eu ainda acho que a trama com a nova professora é válida, só por trazer a Blair bitch de volta. Destaque para a cena em que Penelope e Isabel bancam o anjo e o diabo de Blair, enquanto ela decide se deve se vingar da professora ou não.
Rachel Carr é sim muito sem graça (quem é o diretor de casting de GG, hein?), a atriz Laura Breckenridge tem tanto carisma quanto Chace Crawford ou… faça sua própria escolha. São tantos, né? Mas a storyline acerta ao retratá-la como alguém que pode de fato se provar um desafio para B. Só acho que se ela se envolver com Dan vai deixar tudo muito fácil para Blair arruiná-la. E o único jeito que esse romance entre professora e aluno pode render frutos seria se Serena resolvesse juntar-se a Blair e ser má de novo. O casal Dan/Serena parece estar acabado, mas nunca é possível atestar isso com certeza. E eu queria ver Serena e Blair juntas, mandando a Miss Iowa de volta para o lugar dela.
Enquanto isso, Chuck se aliou a Lily para tirar Jack da presidência da Bass Industries. E essa storyline foi uma das melhores de toda a temporada. Dois dos meus personagens favoritos, interpretados por dois dos atores mais carismáticos do show (ao lado de Leighton) e com as composições de personagem mais regulares e acertadas de toda a série, ótimas situações e diálogos perfeitos. Eu venho torcendo para Lily convencer Chuck a ir viver com eles desde que Bart morreu. Os dois tem uma relação super legal, e os escritores conseguem fazer Lily ser muito mais maternal com Chuck do quê com os próprios filhos, sem ser excessivamente sufocante ou moralista de maneira que fosse destruir o estilo de Bass.
E a estória faz sentido o tempo todo. Quer dizer, pelo menos eu não achei nada estranho que Chuck tenha continuado a se irritar com o affair de Lily com Rufus, afinal, o pai dele só morreu há um mês. E eu entendo ele não querer se tornar dependente dela, ou muito próximo dela, porquê afinal ele já perdeu dois pais, além de Blair. Apegar-se a madrasta e depois acontecer algo com ela é justamente o quê ele não precisa. Mas tem como não se agradar de ver Lily pedindo para Chuck ensiná-la a jogar sujo e depois dizendo que sabotar o jatinho corporativo quando Jack estiver dentro simplesmente não é uma boa idéia porquê o avião é caro?
Falando em Jack, ele se saiu um tremendo vilão. Pena que, ao que parece, não o veremos mais e ele nem contou a Chuck que dormiu com seu grande amor no ano novo. O personagem é tão maquiavélico e eu gostei tanto das tiradas dele, que até ignorei o fato de Desmond Harrington ser completamente canastrão. E a cena em que ele ataca e tenta estuprar Lily no banheiro da Ópera foi uma das mais tensas, se não a mais tensa, de toda a série. Por um minuto, eu simplesmente parei de respirar e torci para Chuck arrombar a porta logo. E eu suspeito que a cena nem tenha sido tão violenta quanto poderia ter sido devido ao estado delicado de Rutherford, cuja gravidez de quatro meses já começa a aparecer.
E já que me referi a Kelly Rutherford, depois de passar o começo dessa temporada completamente apagada, eu a considero o destaque isolado pela segunda vez consecutiva. Além da já dita cena do ataque, a primeira cena em que ela e Rufus aparecem é ótima (e só tem appeal cômico por causa dela) e a cena da reconciliação com Chuck também foram ótimas. E Ed Westwick e Leighton Meester, evidentemente, também estiveram ótimos. Eu estou ansiosa para ver Chuck se mudar de volta para o apartamento dos Van der Woodsen, e para ver Blair na detenção, e para vê-la se vingar de Rachel. Espero que a semana que vem chegue logo.

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9 Respostas to "Gossip Girl – 2×16 – You’ve Got Yale"

Thais, ainda não vi o episódio. Mas irei fazer isso agora a noite pra escrever a minha resenha, por isso nem li a sua ainda. Mas vou assistir e volto pra comentar.

Adorei o episódio, este é o fato. Como não li os livros, às vezes é comum eu ficar meio perdido mas isso nem influencia tanto quando estou assistindo. Apenas quando entram novos personagens e você acabou de me dizer que a Rachel nao existe no livro. Coisas que acontece, por isso eu tava meio perdido. No mais, gostei das tramas. A trilha sonora daquela cena da Lily foi perfeita, funcionou perfeitamente para dar clímax e manter o suspense.

Nossa nem vi o episódio ainda. essa semana to cheio de coisa pra fazer nem deu tempo de ver GG e OTH!

Mas pell que tava vendo esse episódio foi mesmo legal!

Caramba, comigo acontece a mesma coisa. Acho Gossip Girl extremamente divertida, um dos seriados mais divertidos no ar, e é meio viciante por causa das doses cavalares de sexo, sarcasmo e festas. A atriz que faz a Lily trabalha muito bem e se destaca de todo o resto do cast, que pode ser bem fraquinho as vezes. Ainda não vi esse episódio mas há um tempo que estou ansioso pelo episódio da universidade.

Hm. E acho a Serena-Dan incrivelmente chatos e sem química nenhuma. No máximo alguma química entre Dan e Georgina. Hm.

ai eu também ameeeei este episódio, só que o capitulo 17 só será exibido no dia 2 de janeiro, eu fiquei muito triste por isso até no site official não saiu nada, um video, uma resenha nada….
Mais eu adorei seu blog deixe ele por favor sempre atualizado….porque ai eu sempre o visitarei

Episódio bom. Como nós já cansamos de dizer em nossos reviews, (né, Thais?) essa segunda temporada de Gossip Girl está muito boa.

Como sempre adorei toda a storyline da Blair e principalmente da Lily. E fico pensando se o Jack realmente conseguisse estrupar a Lily uma nova ótima carga dramática seria acrescentada a personagem. Sei lá, gosto tanta da personagem que qualquer história é história, apesar de que essa não é uma trama para Gossip Girl.

Maurício, eu não tinha pensado nisso, mas ironicamente estava conversando com o Victor Regis ontem (e sempre converso com o Paulo Fiaes sobre o mesmo assunto) sobre quando Gossip Girl tem em mãos tramas possivelmente bombásticas, que exigiriam mudanças drásticas de verdade para os personagens, eles não seguem em frente. Tinha a trama da carreira da Jenny e quando ela pediu emancipação e ficou claro que haviam chegado a um ponto extremo, eles se acovardaram, voltaram atrás e acabaram com tudo. Com o artigo do Dan sobre o Bart foi a mesma coisa (porquê se o artigo saísse mesmo, teria que haver consequências, ou seja, uma longa trama focada naquilo e obviamente eles queriam que fosse algo curto, o quê é absurdo, porquê eles nos revelaram que o cara foi responsável pela morte de uma pessoa). E com a Serena na primeira temporada dizendo que matou alguém também. Até o próprio casal Chuck e Blair parece não ir para frente por causa de algum tipo de medo deles. É estranho. Eles querem ser uma série bombástica, mas não gostam muito da área das consequências. Em GG as coisas tem que se resolver, sempre. E eu acho que isso é golpe baixo, porquê a série apelaria muito mais ao público se fosse igual a vida, onde os nossos atos nos levam a lugares que nem sempre nós gostamos. Onde coisas que mudam completamente nossas vidas acontecem.

Então realmente é difícil imaginar o ataque de Jack indo até o fim, mas agora que você sugeriu, eu não consigo deixar de pensar que se a Lily fosse de fato estuprada eles teriam um material genial para trabalhar (e provavelmente o arruinariam eventualmente, mas…). O Chuck ainda poderia salvá-la no final, porquê eu gostei muito dele ser o herói dela, considerando como as coisas estavam entre eles. Porquê se tornaria uma guerra moral: a palavra de quem vale mais? De uma mulher que já teve vários namorados e maridos e quê tem uma certa reputação por causa disso? Ou de um homem como Jack, viciado em cocaína, obviamente violento e sem caráter? Seria algo que remeteria diretamente a questão das aparências na sociedade em que eles vivem, um tema com qual GG flerta o tempo todo, mas nunca aprofunda de verdade. E sim, a personagem ganharia muito em carga dramática tendo que superar um trauma desse tipo. Mas aí é provável que eles usassem o potencial da trama só pra separar Rufus e Lily.

sim thata
é exatamente isso
parece ate q somos sadicos por querer coisas ruins, ou pesdas para os personagens
mas a série faz a maior propaganda que é polêmica
e ela geralmente só nos mostra os topicos dos temas poêmicos
parece q na hora H foge
e outra, a série precisa aprender com Lost
mudar a narrativa
qndo bem feito
é algo extraordinario
como seria bom se tivessemos uma Serena em julgamento
ou ate mesmo tendo q comparecer numa reuniao pra drogados
ou qualquer coisa desse tipo
mas pagando pelo seu “crime”
assim como seria bom se dan tivesse ido em frente
ate pq eu sou um dos caras certinhos
e o que mais me incomoda
é quando percebo q mesmo sendo certo
as vezes costumo errar
tanto ou mais do que um bad guy
e se dan tivesse ido em frente?
como vc falou
era uma vida q tava em jogo
e sendo mais polêmico ainda
ja imaginou se Dan publica
e no final Bart fosse inocente?
pois é, olha quanto material eles perdem
acho q ate entendo eles n terem ido a fundo com Lilly nessa trama
pq eles forçam demais nos vai e volta dela com Rufus
e da Serena com Dan
mas ao mesmo tempo
eu senti q com aquele coment de Dan e Serena q os pais n vao durar
é josh schwartz dizendo que formou os novos “sandy & kirsten”
e que maneira melhor de começar do que Rufus tendo q ficar do lado da mulher que segundo o dono das industrias Bass foi ela que atacou ele. nao seria otimo?
e nem sou roteirista viu
talvez digam q é clichê
mas as pessoas tem q entender que os clichês quando bem feitos são muito bem vindos
pior é assistirmos algo pra no final voltar pro mesmo lugar
exemplo melhor q Jenny
a garota roubou a atenção nos primeiros episodios
e agora virou figurante
uma pena

[…] fica turva e eu não acho tudo tão bonito assim. Cheguei a esse pensamento após ler o review de Thais Afonso em seu blog e concluo que Gossip Girl deve alucinar a todos mesmo, não só a mim ou […]

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