Séries Addict

CSI Miami – 7×15 – Presumed Guilty

Posted on: fevereiro 11, 2009

Uma reclamação recorrente que eu tenho a respeito de CSI Miami (dos CSIs em geral, mas em Miami é mais proeminente) é a facilidade com quê os suspeitos confessam. É óbvio que em uma série como essa haja uma certa quantidade de confissões, porquê do contrário quase nenhum caso seria fechado. Porém eu fico embasbacada como alguns criminosos podem fazer malabarismos extraordinários para esconder sua culpa, ocultar corpos em lugares exóticos, usarem luvas e disfarces, e no fim, ao serem confrontados com evidências que em muitos casos poderiam muito bem ser alegadas como circunstanciais por qualquer advogado, eles simplesmente confessam o crime. E ainda fazem cara de surpresa quando são presos.
Eu sei que arrogância é uma característica fácil de encontrar no ser humano. Mas algumas resoluções de caso em CSI Miami dependem quase que totalmente da burrice e petulância do vilão da semana. É como eu estou cansada dessa muleta fraca da série, eu fiquei contente com a participação do advogado Derek Powell, interpretado por Sean ‘P. Diddy’ Combs. Diddy (ou seja lá qual é o nome dele essa semana) não é exatamente uma revelação como ator. Mas ele não chega a prejudicar. O que Powell traz para a trama é sua sagacidade, como por exemplo, ao pegar a garrafa de água que os CSIs tinham oferecido ao seu cliente para “roubar” uma amostra de DNA. Ou quando Ryan pára o suspeito por causa de uma lanterna quebrada, e Derek rapidamente contorna a situação.
É claro que se o suspeito é escorregadio, o roteirista tem que usar de outros artifícios para faze-lo se dar mal. E em Presumed Guilty, Corey Miller utiliza coincidências um tanto forçadas para conseguir ao mesmo tempo criar uma trama cheia de reviravoltas e fazer com que Horatio e cia consigam provas contra o suspeito. Afinal, é muito azar justo na hora em quê está transportando evidências a Calleigh se meter em um acidente (algo que nem é original, porquê o Warrick passa por algo semelhante em CSI). Mas ainda pior foi o Ryan estar ter ido atrás de Kevin Sheridan, o suspeito, logo na hora em que a menina que ele havia seqüestrado quebra sua lanterna.
Todavia, a direção de Larry Detwiler é tão boa, a edição é tão fantástica e a fotografia é tão precisa, que as falhas de roteiro até são perdoáveis. E é uma pena que Horatio tenha sido o grande destaque do episódio, porquê como sempre o resto elenco faz uma trabalho muito bom, enquanto Caruso continua a ser estranho e a me causar incômodo.
Assim que CSI Miami voltou do hiato, eu não fiquei muito empolgada com os episódios. Mas do episódio treze para cá, eu tenho ficado extremamente satisfeita com o quê tenho visto. E Presumed Guilty foi mais um ótimo exemplar do quê CSI Miami tem a oferecer.

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