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Archive for the ‘Being Human’ Category

Riley se foi. E eu não me importo. Só senti muito por não terem aproveitado e matado Jesse de alguma maneira também. Mas como ela conseguiu não me irritar pela duração completa desse episódio, vou dar um desconto aos escritores e a Stephanie Jacobsen.
Today is the Day foi um episódio totalmente dedicado às conseqüências dos acontecimentos de Ourselves Alone. E apesar do episódio anterior ter sido aquele que abarcou todas as grandes ações, eu achei esse décimo oitavo episódio muito melhor.
No episódio passado a desconfiança já tinha se instalado na casa dos Connor. Derek e Cameron estavam achando Sarah distraída demais para fazer qualquer coisa útil. Sarah, como sempre, estava desconfiada de Cameron, mas também desconfiava de Riley e achava que a garota os tinha posto em risco. E John havia ficado seriamente com o pé atrás com Cameron.
Mas agora que Riley está morta, Derek e Sarah se voltam contra Cameron, e apesar de suas dúvidas, John bate é firme a respeito da ciborgue: ela fica por perto. Acho que é difícil para John. Ele não quer ter sentimentos por Cameron, e ele sabe que ela não está bem. Mas ele acabou de perder uma menina por quem tinha sentimentos, não acho que ele seria capaz de suportar a perda de outra (mesmo que Cameron não seja propriamente uma garota). Até porquê, sem Cameron, o perigo é muito maior. Eu acho que as marcas defensivas em Riley ajudarão a inocentar a robô. Afinal, além de ela não quaisquer marcas de luta, se Cameron tivesse assassinado Riley, a loura jamais teria conseguido lutar com a Terminator.
De volta a Jesse, ela tem a ótima idéia de provocar uma briga em um bar, e assim acaba podendo justificar todos os machucados para Derek. Idéia bem inteligente dos escritores. Porém, o melhor dela é no futuro, quando a vemos em uma missão que provavelmente dará muito errado. Eu gostei de Queeg, mas tenho minhas dúvidas se é possível confiar nele.
Eu não sei como será no filme, mas eu acho que a série conseguiu criar um mundo pós-apocalípitico bem interessante. É possível entender, mesmo que eu nunca tenha gostado delas, porquê Jesse e Riley são tão problemáticas. E também é a única maneira de eu compreender e aceitar o envolvimento entre Jesse e Derek. No presente, o relacionamento dos dois é no mínimo estranho. A Jesse do presente é perturbada e arrogante, e não é fácil engolir que Derek procure escape da tensão da caso dos Connor justamente nela. Mas então temos os flashbacks (ou flashfowards) e os dois simplesmente se encaixam perfeitamente.
Para terminar, tivemos a trama paralela. Nada de muito relevante aconteceu, além de mais uma tentativa de Ellison de ensinar a moral cristão a John Henry (continuo achando que o tiro sairá pela culatra com força total). Mas é impossível não adorar a Weaverbot e a fofura da Savannah. Foi tão engraçado a calma de Catherine enquanto tentava negociar com John Henry para que ele contasse onde Savanahh estava. Ela estava obviamente se divertindo com a brincadeira, quase tanto quanto John Henry. E eu tenho sempre que elogiar Shirley Manson por me fazer gostar tanto dela, que até quando sua trama não é das mais relevantes, sua presença no episódio é indispensável para mim.
E essa foi só a primeira parte! Eu já espero grandes coisas da segunda parte, e acho que não vou me decepcionar. Se for no nível desse Today is the Day, já será bastante agradável.

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Essa coluna está tão atrasada. E eu sinto tanto, mesmo.

1. Lost – 5×08 – LaFleur (MVP: Josh Holloway, Elizabeth Mitchell)
2. Being Human – 1×06 – Episódio 6 (MVP: Russell Tovey)
3. Trust Me – 1×06 – Promises, Promises (MVP: Eric McCormack, Sarah Clarke)
4. Nip/Tuck – 5×22 – Giselle Blaylock & Legend Chandler (MVP: Julian McMahon)
5. Terminator: The Sarah Connor Chronicles – 1×17 – Ourselves Alone (MVP: Summer Glau)
6. Damages – 2×09 – You Got Your Prom Date Pregnant (MVP: Glen Close)
7. The Big Bang Theory – 2×16 – The Cushion Saturation (MVP: Jim Parsons)
8. Two and a Half Men – 6×16 – She’ll Still Be Dead At Halftime (MVP: Charlie Sheen)
9. CSI: Miami – 7×16 – Sink Or Swim (MVP: Emily Procter, Adam Rodriguez)
10. Dollhouse – 1×04 – Gray Hour (MVP: Dichen Lachman, Fran Kranz)

Quem é freqüentador assíduo de blogs de séries já sabe que colunas com curtos comentários sobre vários episódios que foram ao ar durante a semana é uma prática comum. Apesar de eu preferir longos comentários, eu assisto tantas séries que fica impossível escrever textos de uma página do Word sobre cada uma. Além disso, nem sempre há tanto o quê dizer. Por isso eu resolvi aderir a idéia. Assim, eu conseguirei comentar muito mais séries e os atrasos dos reviews diminuirão. Obviamente, muitos textos longos ainda serão feitos por aqui. E episódios importantes ou acima da média geralmente receberão atenção individual. Mas eu espero que vocês gostem da coluna.

Damages – 2×05 – I Agree, It Wasn’t Funny

‘And the plot thickens…’ A cada resposta que Damages nos fornece, uma nova pergunta. Os personagens são verdadeiras esfinges, suas ligações uma extensa rede de influências, mentiras e interesses. A cada episódio uma característica inesperada aparece em um personagem, e eu fico mais e mais deslumbrada com o grande mosaico de seres humanos que habitam esse submundo. E nesse momento, Daniel continua a ser o rei dos mistérios. Ele simplesmente sentou no carro enquanto um homem assassinava sua esposa? Por quê? Medo, cobiça, covardia? Todas as anteriores? Wes Krulik reaparece e heis que descobrimos que ele está a serviço do mesmo detetive que assassinou David Connor. A vida de Ellen pode estar em perigo, até porquê no futuro seu amante aparece em seu quarto de hotel com uma bolsa cheia de armas, mas eu não consigo ficar particularmente preocupada com Parsons. Afinal, ela está se provando muito mais sagaz e hábil do que eu poderia prever. Sua percepção sobre estar sendo seguida e a maneira como ela talvez tenha manipulado Patty me fizeram gostar ainda mais dela. Mas no meio disso tudo, a Patty ainda é Patty Hewes, minha preferida, e aquela que eu duvido que vá ser derrubada. Seja pela Ellen, por CEOs exasperados de Washington ou por seu próprio marido Phil, que obviamente leva uma vida dupla (e pode estar perturbardoramente envolvido com aqueles que desejam derrubá-la). Eu confio no tio Pete e em seu instinto, e eu espero que com a ajuda dele Patty sobreviva o furacão que está prestes a vir para cima dela, de todas as direções possíveis. Mas se em algum momento sua serenidade e aparente ignorância alimentam minhas dúvidas, sua frase no começo do episódio é o suficiente para manter minha fé nela: “Did I ever tell you how I choose a case? Starts with a seed of anger. That seed has to be cultivated until it grows into a full-blown rage.” Eu mal posso esperar para ver sua fúria desabrochar.

Lie To Me – 1×03 – A Perfect Score

O roteiro melhorou um pouco. Os casos ficaram um pouco mais inteligentes. O protagonista Cal Lightman fica mais interessante a cada nova hora da série. Mas ainda assim, Lie To Me continua a ser uma série sem brilho e sem personalidade. Aliás, sei que todo mundo já comparou e todo mundo já está cheio de ler essa comparação, mas o meu problema com Lie To Me é o mesmo problema que eu tinha com The Mentalist. Assistir ambas as séries é uma atividade inócua, sem sentimentos envolvidos, nem sequer divertimento. Eu insisto, acho que assistir só três episódios e desistir da série é covardia. Até porquê é uma série nova. E eu gosto dos personagens principais, e acho o elenco bem decente. Mas nem eles empolgam. As tramas dessa semana, o assassinato de uma adolescente envolvendo competitividade acadêmica em uma escola de prestígio e o acidente na NASA com o piloto que era drogado secretamente pela esposa foram bem pensadas, mas a execução falha. O episódio não tem clímax, não tem tensão e da maneira que Cal, Gillian e Loker agem é difícil levar a investigação deles a sério. Porquê eles não parecem levar. Eles fazem a procura pela resposta parecer extremamente fácil e desinteressante, e o fato de eu sentir que eles sempre terão uma carta na manga não ajuda.

Being Human – Episódio 3

Being Human tentou fazer um episódio sobre o amor e considerando o fato de que os relacionamentos da série são todos singulares, o resultado deveria ser extremamente interessante. Porém, os cinqüenta e sete minutos de exibição pareceram muito mais. O episódio foi maçante e talvez em grande parte isso se deva ao destaque de Annie, a personagem menos cativante da série. Nem seu envolvimento com o fantasma sem noção Gilbert, nem a descoberta de quê seu tão amado noivo a jogou da escada em uma crise de ciúmes causando sua morte fizeram com quê o episódio valesse mais a pena. E a enrolação de George para transar com a enfermeira também não foi muito melhor. Só Mitchell com sua relação doentia com Lauren conseguiu me agradar. A ambigüidade de Mitchell é o ponto forte da série. Afinal, ele se recusa a continuar matando para se alimentar, mas ele ainda é o cara que assiste um pornô para vampiros (um vídeo em que um vampiro se filma transando e se alimentando de humanos) uma dúzia de vezes, mesmo que supostamente tenha vomitado durante todas elas. E Lauren é definitivamente uma pessoa auto-destrutiva que se deixa levar pelo lado sombrio com imensa facilidade, mesmo que sua obsessão seja com o bom moço, moralmente correto, que rejeita as práticas não humanamente éticas de sua raça. Como a narração em off de George no começo coloca, o amor deles “é pervertido por outras coisas, como possessão, amor, decepção, luxúria e morte”. Mas quer eles já tenham percebido ou não, eles não podem fugir um do outro. Eu aposto que as decisões de Lauren continuarão a afetar e muito o destino de Mitchell. O quê ele merece de certa forma, afinal, ele a transformou em vampira, mudando para sempre o destino dela. Agora, ele tem que lidar a ligação mórbida entre os dois.

The Big Bang Theory – 2×15 – The Maternal Capacitance

Oh My God, Sheldon achou uma competição à altura! E Big Bang entregou um episódio tão bom quando o do Natal. O quê eu mais gosto em Big Bang é quando eles mergulham de cabeça nas particularidades e bizarrices daquele mundo de pessoas tão inteligentes, tão bem-sucedidas, tão além de nós reles mortais em matéria de conhecimento. E ao trazer a Senhora Hofstadter, mãe de Leonard e quase uma cópia feminina de Sheldon, os escritores conseguiram criar ótimas situações envolvendo a percepção quase alienígena da psiquiatra, o life-style de mais uma pessoa que só consegue funcionar no plano racional e analítico, e é claro, seu conseqüente desdém pelos decoros sociais. Christine Baranski nos dá uma performance genial e é uma pena que ela não fique na série para um arco maior. Eu definitivamente espero que ela volte, pois além da alta qualidade de sua personagem, sua presença permitiu as ótimas ações e reações dos demais personagens. Até Leonard estava fantástico. Seus diálogos com Penny foram impagáveis. Para superá-los, só a acusação da Senhora Hofstadter de quê Raj e Hollowitz tem um caso gay platônico, e a piadinha de Sheldon comparando a fazer xixi com comprar imóveis “Location, location, location”. A melhor comédia da temporada está de volta a sua melhor forma.

1. Nip/Tuck5×18 – Ricky Wells (MVP: Roma Maffia, Adhir Kalyan)
2. Being Human
1×02 – Episódio 2 (MVP: Russell Tovey, Dean Lennox Kelly)
3. CSI Miami
– 7×14 – Smoke Gets In Your Csis (MVP: Emily Procter)
4. Trust Me
– 1×02 – All Hell the Victors (MVP: Tom Cananagh, Monica Potter)
5. Fringe
– 1×13 – The Transformation (MVP: John Noble, Mark Valley, Anna Torv)
6. Damages
– 2×05 – I Agree, It Wasn’t Funny (MVP: Glenn Close)
7. Lost
– 5×04 – The Little Prince (MVP: Michael Emerson, Elizabeth Mitchell, Josh Holloway)
8. The United States of Tara
– 1×03 – Work (MVP: Toni Collette)
9. Grey’s Anatomy
– 5×14 – Beat Your Heart Out (MVP: Chandra Wilson, Sara Ramirez)
10. 30 Rock
– 3×10 – Generalissimo (MVP: Tina Fey, Alec Baldwin)

Being Human é a nova série da BBC, cuja trama é centrada em um vampiro, um lobisomem e uma fantasma que vivem juntos. Normalmente, esse não é o tipo de sinopse que me faz sair correndo para ver uma série. Mas “homem que é atropelado e vai parar no passado” também não é, e Life on Mars ainda se provou uma série brilhante. Então o fato da emissora britânica estar com crédito comigo depois da fantástica produção estrelada por Gene Hunt (e o spin-off do qual eu gosto muito), somado ao fato da série ter ganho legenda em português, me deixou curiosa.
Eu assisti e adorei. Esqueça os filmes trash do gênero. A série sobre o trio supernatural fazendo de tudo para conseguir algum senso de normalidade e humanidade não é do tipo tão ruim que é boa. Ela é boa é pronto. O roteiro é impecável e a direção faz um trabalho muito bom, a fotografia é maravilhosa e a trilha é muito boa. E os atores Russell Tovey, Aidan Turner e Lenora Crichlow são competentes (especialmente os dois primeiros).
Russel interpreta o lobisomem, George, que foi atacado e transformado há dois anos atrás. Com isso, ele largou família, amigos e sua noiva. Ele trabalha em um hospital e mora com Mitchell, um vampiro, na casa onde morreu Annie, que agora habita o local.
No primeiro episódio a trama mais importante é a de Mitchell, que obviamente tomou a decisão de parar de tomar sangue humano e como todo viciado, sofre com a abstinência e os desejos contínuos. O quê acaba fazendo com quê ele ataque uma das enfermeiras do hospital em que ele e George trabalham, Lauren. Apesar de ser um pouco clichê, a maneira sombria como tudo é conduzido torna a storyline verdadeiramente interessante. E algo me diz que os vampiros estão planejando uma espécie de guerra, pois Herrick (que parece ser o vampiro mais velho e em alguma extensão, o chefe) manda Mitchell escolher um lado. E ainda tem Lauren, que transformada, faz o papel da ex obsessiva e descontrolada.
Annie também tem um pouco de destaque, com seu ex-noivo aparecendo na casa para conhecer seus inquilinos, e a deixando desconsolada por ele não vê-la e ainda por cima, estar com outra mulher. Até agora, porém, Annie é a personagem mais sem graça e menos complexa.
George, apesar da trama sobre não ter um lugar para fazer sua transformação no piloto, só vêm a ficar sob os holofotes mesmo nesse segundo episódio, que é praticamente todo centrado nele. Um outro lobisomem aparece e com isso, George aprende a aceitar sua condição. É um episódio dedicado ao desenvolvimento do personagem, e consegue ser tocante, assustador e engraçado ao mesmo tempo.
A condição dos personagens é só algo a mais. A série é mesmo sobre relacionamentos. Sobre medos internos e externos. Sobre perda, dos outros e de si mesmo. Sobre auto-aceitação. Sobre amizade. Basicamente, sobre ser um jovem adulto. E é apesar de ter várias séries por aí sobre o assunto, Being Human consegue ser diferente. E consegue ser excepcional. Então eu recomendo a quem ainda não conferiu, que corra para ver imediatamente.

Semana difícil para mim. Muitas das séries que eu vejo não foram ao e eu assisti um total exato de dez episódios de série (sem contar a minissário O Último Templário), o quê fez com que o péssimo episódio de Skins entrasse nesse Top. Mesmo assim, houveram muitos episódios bons, a qualidade geral foi superior a da semana anterior, e foi difícil montar o ranking. Todos os sete primeiros episódios foram excelentes. Vamos a eles:

1. Lost – 5×03 – Jughead (MVP: Henry Ian Cusack)
2. Nip/Tuck – 5×17 – Roxy St James (MVP: Dina Meyer, Portia de Rossi)
3. Being Human – 1×01- Episode 1 (MVP: Russell Tovey, Aidan Turner)
4. House5x13 – Big Baby (MVP: Hugh Laurie, Lisa Edelstein)
5. Damages – 2×04 – Hey! Mr. Pibbs! (MVP: Glenn Close, William Hurt)
6. Trust Me – 1×01 – Before and After (MVP: Tom Cavanagh, Eric McCormack, Jason O’Mara)
7. The United States of Tara – 1×02 – Aftermath (MVP: Toni Collette)
8. Fringe – 1×12 – The No-Brainer (MVP: John Noble)
9. Lie to Me – 1×02 – Moral Waiver (MVP: Tim Roth)
10. Skins – 3×02 – Cook (MVP: Nenhum)


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