Séries Addict

Archive for the ‘CSI Miami’ Category

Essa coluna está tão atrasada. E eu sinto tanto, mesmo.

1. Lost – 5×08 – LaFleur (MVP: Josh Holloway, Elizabeth Mitchell)
2. Being Human – 1×06 – Episódio 6 (MVP: Russell Tovey)
3. Trust Me – 1×06 – Promises, Promises (MVP: Eric McCormack, Sarah Clarke)
4. Nip/Tuck – 5×22 – Giselle Blaylock & Legend Chandler (MVP: Julian McMahon)
5. Terminator: The Sarah Connor Chronicles – 1×17 – Ourselves Alone (MVP: Summer Glau)
6. Damages – 2×09 – You Got Your Prom Date Pregnant (MVP: Glen Close)
7. The Big Bang Theory – 2×16 – The Cushion Saturation (MVP: Jim Parsons)
8. Two and a Half Men – 6×16 – She’ll Still Be Dead At Halftime (MVP: Charlie Sheen)
9. CSI: Miami – 7×16 – Sink Or Swim (MVP: Emily Procter, Adam Rodriguez)
10. Dollhouse – 1×04 – Gray Hour (MVP: Dichen Lachman, Fran Kranz)

The Big Bang Theory – 2×16 – The Cushion Saturation

Apesar de não ser nem de longe tão brilhante quanto o décimo quinto episódio, The Cushion Saturation é divertido e mesmo que eu concorde com algumas pessoas sobre a série se apegar a clichês, eu ri sem parar durante os vinte minutos de exibição. E às vezes só isso basta.
A trama com o sofá pode não ter sido extremamente original, mas Jim Parsons a fez hilária. Talvez a longo prazo as paranóias do Sheldon venham a cansar, mas por enquanto eu ainda as adoro. As cenas no paintball também foram ótimas. Eles sempre falam no jogo, já estava na hora de nós vermos eles jogando. E foi tão sem noção e nerd como só poderia ser com aquele quarteto. Além disso ainda teve o inesperado e surpreendentemente ótimo relacionamento entre Wollowitz e Leslie. Eu gosto mais de Leslie Winkle com o Wollowitz do quê eu jamais gostei dela com o Leonard. As personalidades do judeu e de Winkle se complementam muito melhor, e Sara Gilbert e Simon Helberg são casal com mais química que eu já vi no show (tirando Sheldon e a mãe do Leonard, é claro).

CSI Miami – 7×16 – Sink or Swim

Sink or Swin é um episódio que parece vir para construir pontes, finalizar assuntos e colocar os personagens onde eles devem estar. Se por um lado eu não entenda a necessidade de se ter criado para Eric um plot onde ele descobre ser cubano, com um pai Russo que quer matá-lo, apenas para nos revelarem que na verdade ambos são americanos e tudo ficar bem, eu apreciarei bastante que os escritores tenham tomado o tempo para demonstrar a virada no coração do advogado Derek Powell se ele de fato retornar como Promotor, como ficou implícito no final. Em seu segundo episódio, Powell não é aquele advogado esperto e sagaz que eu tanto admirei por ser um oponente à altura de Horatio. Ele é um homem com o coração partido. E se a atuação de Sean Combs não comprometeu em Presumed Guilty, aqui, com o apelo mais emocional, fica claro que ele não tem o talento para carregar muito drama. Ainda assim, me agrada que aparentemente ele esteja ficando, mesmo que não para ser o antagonista inteligente e verdadeiramente determinado que a série tanto precisa.
Porém, minha parte preferida de Sink or Swin não é a presença de Powell, mas o relacionamento entre Delko e Calleigh. Há tanto tempo eu venho torcendo por esses dois, e agora meio que me sinto recompensada. Emily Procter e Adam Rodriguez são o melhor casal formado entre CSIs em toda a franquia. Além da química inigualável, eles conseguem ser românticos sem serem enjoativos, e suas brincadeiras soam como genuinas demonstrações de afeto e intimidade. E em meio a toda a breguice de CSI Miami, o amor deles consegue ser fofo e nenhum pouco cafona.

Trust Me – 1×06 – Promises, Promises

Desde o segundo episódio eu vinha me perguntando quando a Sarah Clarke voltaria a ter algo de relevante para fazer na série. Mas por causa da qualidade do quê eu via na tela, eu deixei passar. Eu sentia vontade de ver Clarke participando mais, mas não era como se eu sentisse que ela era necessária, e que sua ausência criava algum tipo de vazio existencial na série. Porém, aqui está ela, e eu gostei muito do quê vi. Assim como os demais personagens, Erin McGuire não é exatamente uma construção brilhante e original dos roteiristas. Na verdade, de todos os clichês da série, ela como a esposa insatisfeita porquê o marido trabalha demais deve ser o maior. Mas Sarah dá cores à Erin, e a torna simpática o suficiente para quê eu me importe quando Mason não liga para lhe informar que precisará trabalhar no final de semana ou quando ele chega extremamente atrasado no restaurante elegante e caro, onde ela jantou sozinha.
Na agência, o caos reinou quando os publicitários recebem uma missão de ultima hora: produzir em um fim de semana a campanha perfeita para a candidatura de Chicago como sede das Olimpíadas em 2016. Eu estou começando a gostar de Tom e Hector. E a Sarah, apesar de ser tão sem noção que é chata, ainda não enjoou. Mas é Tony Mink que continua ganhando espaço comigo, e Griffin Dunne novamente faz um ótimo trabalho, apesar de aparecer bem pouco. Eu gostei da maneira como Tony manipulou seus subordinados para puni-los por toda a situação com a Arc Mobile e o comercial que não deveria ter sido filmado no episódio passado, e eu poderia me irritar facilmente ao ver que ele passou o fim de semana se divertindo ás custas de todo mundo, enquanto Mason brigava com Erin e Conner, e vivia uma situação infernal. Mas eu achei apenas engraçado, e estou começando a perceber que é impossível odiar Dunne, não importa o quê Tony faça ou diga.

Two and a Half Men – 6×16 – She’ll Still Be Dead at Halftime

Eu odeio que pareça que eu estou vindo aqui só para reclamar de Chelsea de novo, mas ainda continuo não engolindo a nova namorada de Charlie. Quer dizer, eu entendia quando se tratava de Mia. Ela jogava duro, o quê fez com quê Charlie tivesse que investir mais no relacionamento do quê ele queria, até que ele acabou se apaixonando por ela. E a personalidade forte de Mia era justamente o quê a tornava interessante. Chelsea é bonita e parece legal, mas é só isso. Os escritores não se empenharam realmente em nos apresentar a ela, o a como Charlie se apaixonou por ela, então eu tirando o fato de quê ela não bebe e não é fácil, eu não vejo a diferença entre ela e as outras mulheres com quem Charlie dorme. O episódio foi engraçado o suficiente, mas infelizmente, Jennifer Taylor (que já apareceu na série como três mulheres diferentes antes! Chelsea é sua quarta personagem em Two and a Half Men) não tem nada a ver com isso. Charlie Sheen e Jon Cryer continuam mostrando que apesar de tudo, eles ainda conseguem me fazer rir. Os dois são o principal motivo para quê eu não abandone a série, mesmo esta exibindo sinais visíveis de cansaço.

Uma reclamação recorrente que eu tenho a respeito de CSI Miami (dos CSIs em geral, mas em Miami é mais proeminente) é a facilidade com quê os suspeitos confessam. É óbvio que em uma série como essa haja uma certa quantidade de confissões, porquê do contrário quase nenhum caso seria fechado. Porém eu fico embasbacada como alguns criminosos podem fazer malabarismos extraordinários para esconder sua culpa, ocultar corpos em lugares exóticos, usarem luvas e disfarces, e no fim, ao serem confrontados com evidências que em muitos casos poderiam muito bem ser alegadas como circunstanciais por qualquer advogado, eles simplesmente confessam o crime. E ainda fazem cara de surpresa quando são presos.
Eu sei que arrogância é uma característica fácil de encontrar no ser humano. Mas algumas resoluções de caso em CSI Miami dependem quase que totalmente da burrice e petulância do vilão da semana. É como eu estou cansada dessa muleta fraca da série, eu fiquei contente com a participação do advogado Derek Powell, interpretado por Sean ‘P. Diddy’ Combs. Diddy (ou seja lá qual é o nome dele essa semana) não é exatamente uma revelação como ator. Mas ele não chega a prejudicar. O que Powell traz para a trama é sua sagacidade, como por exemplo, ao pegar a garrafa de água que os CSIs tinham oferecido ao seu cliente para “roubar” uma amostra de DNA. Ou quando Ryan pára o suspeito por causa de uma lanterna quebrada, e Derek rapidamente contorna a situação.
É claro que se o suspeito é escorregadio, o roteirista tem que usar de outros artifícios para faze-lo se dar mal. E em Presumed Guilty, Corey Miller utiliza coincidências um tanto forçadas para conseguir ao mesmo tempo criar uma trama cheia de reviravoltas e fazer com que Horatio e cia consigam provas contra o suspeito. Afinal, é muito azar justo na hora em quê está transportando evidências a Calleigh se meter em um acidente (algo que nem é original, porquê o Warrick passa por algo semelhante em CSI). Mas ainda pior foi o Ryan estar ter ido atrás de Kevin Sheridan, o suspeito, logo na hora em que a menina que ele havia seqüestrado quebra sua lanterna.
Todavia, a direção de Larry Detwiler é tão boa, a edição é tão fantástica e a fotografia é tão precisa, que as falhas de roteiro até são perdoáveis. E é uma pena que Horatio tenha sido o grande destaque do episódio, porquê como sempre o resto elenco faz uma trabalho muito bom, enquanto Caruso continua a ser estranho e a me causar incômodo.
Assim que CSI Miami voltou do hiato, eu não fiquei muito empolgada com os episódios. Mas do episódio treze para cá, eu tenho ficado extremamente satisfeita com o quê tenho visto. E Presumed Guilty foi mais um ótimo exemplar do quê CSI Miami tem a oferecer.

1. Nip/Tuck5×18 – Ricky Wells (MVP: Roma Maffia, Adhir Kalyan)
2. Being Human
1×02 – Episódio 2 (MVP: Russell Tovey, Dean Lennox Kelly)
3. CSI Miami
– 7×14 – Smoke Gets In Your Csis (MVP: Emily Procter)
4. Trust Me
– 1×02 – All Hell the Victors (MVP: Tom Cananagh, Monica Potter)
5. Fringe
– 1×13 – The Transformation (MVP: John Noble, Mark Valley, Anna Torv)
6. Damages
– 2×05 – I Agree, It Wasn’t Funny (MVP: Glenn Close)
7. Lost
– 5×04 – The Little Prince (MVP: Michael Emerson, Elizabeth Mitchell, Josh Holloway)
8. The United States of Tara
– 1×03 – Work (MVP: Toni Collette)
9. Grey’s Anatomy
– 5×14 – Beat Your Heart Out (MVP: Chandra Wilson, Sara Ramirez)
10. 30 Rock
– 3×10 – Generalissimo (MVP: Tina Fey, Alec Baldwin)

Decidi voltar a fazer reviews de CSI Miami. Apesar de parecer que quase ninguém assiste tão cedo quanto eu e preferem esperar pela Tv a Cabo (que é quando a audiência dos posts realmente é grande), de quase nunca ter comentários e de ser uma série considerada péssima por noventa e cinco por cento dos fãs de série, eu não resisto. Principalmente quando o episódio é tão bom quanto este.
A seqüência antes dos créditos certamente é a melhor da temporada (junto com a inesquecível seqüência de Power Trip). Ver Calleigh e Ryan entrarem sem backup na casa onde haveria um suposto morto me fez deduzir na hora que algo de ruim aconteceria (qualquer um que já leu fanfic sabe que a maneira mais fácil e estúpida de emboscar um CSI é com uma cena do crime falsa). Mas o tiroteio, o incêndio e a fuga dos dois foi tão tensa que eu acho que nem respirei por toda a duração da cena.
E depois de Eric (The DeLuca Motel) e Ryan (And They’re Offed) é a vez da minha personagem preferida, Calleigh, ter destaque. Quando durante o incêndio ela volta para buscar o corpo, eu pensei “É, definitivamente ela não é a protegida do Horatio à toa”. Afinal, atos de heroísmo aparentemente idiotas são a especialidade do tenente responsável pelo laboratório de perícia. Porém, Horatio sempre consegue escapar de suas incursões ileso. Enquanto Calleigh se saiu muito bem, mas algumas horas depois tem um colapso no trabalho, não sendo capaz de respirar e tendo que ser levada às pressas para o hospital onde trabalha, pasmem, Alexx Woods.
Na hora que Alexx sai correndo em câmera lenta pelas portas do hospital em direção à ambulância, eu não consegui conter um sorriso involuntário. Khandi Alexander não é nenhuma Meryl Streep, e vê-la contracenar com Caruso chega a me causar dor física de verdade. Mas comparada à nova legista, Tara Price, Alexx é um vulcão de personalidade, e colocada lado a lado com a correta Megalyn Echikunwoke, Alexander é preferível por sua forte presença em cena. E eu nunca achei que fosse dizer isso, mas eu sinto falta dela.
Smoke também desenvolveu a relação entre Delko e Duquesne, que vem engatinhando há algum tempo. Eu gosto dos dois juntos, mas a primeira vez que Delko se declarou para Calleigh foi um ano antes, quando ela foi seqüestrada. Ou seja, ela precisou quase morrer novamente para alguma coisa conclusiva acontecer entre eles novamente. Só espero que a velocidade da evolução do romance dos dois seja um pouquinho maior dessa vez.
O caso do episódio em si foi bom. É claro que CSI Miami é esquemática, e se alguém for interrogado como suspeito, é seguro deduzir que no futuro ele aparecerá e nós descobriremos que ele é muito mais culpado no quê fora concluído a princípio. Mas toda a estória sobre o mercado negro de órgãos foi realmente interessante e diferente dos já usuais crimes relacionados à drogas e/ou gangues de Miami. A dupla formada pelo diretor Joe Chappelle e a roteirista Krystal Houghton fez um trabalho bem acima da média, o quê não é surpreendente considerando que eles foram responsáveis pelo melhor episódio da temporada passada All In, e que adicionalmente Chappelle dirigiu Power Trip (melhor episódio dessa temporada), Stand Your Ground e 10-7.

Minha lista de pedidos de Natal que só Papai Noel pode resolver.

10. Que os canais de série no Brasil voltem a demonstrar um mínimo de competência.

Eu posso até não depender deles, mas muita gente ainda depende. E PAGA por isso. E para mim, isso é motivo o suficiente para os sinais de amadorismo e negligência sumirem em um milagre de Natal. A FOX me fez parar de ver meia dúzia de séries que eu acompanhava só pelo canal quando mudou a programação toda para o dublado (quando chegaram as legendas, eu já tinha abandonado tudo e não voltei). A Sony apresentou um monte de problemas técnicos. A Warner resolveu virar canal de filmes. Por favor, Papai Noel, dê um pouco de simancol para os executivos dos canais de Tv a cabo.

9. O não cancelamento de Sarah Connor Chronicles e Fringe pela FOX americana.

A audiência está baixa. As críticas se dividem. O próprio público se divide. Alguns gostam de um certo episódio, outros não. Fringe parece melhorar a cada episódio e Sarah Connor vem mantendo uma qualidade boa, mas tentando algo diversificado a cada episódio que vai ao ar. Só que os números não estão bons, e duas das séries que eu mais curto nesse momento podem não sobreviver. Por favor, Papai Noel, não deixe a FOX cancelar Sarah Connor e Fringe.

8. Um décimo da inteligência de Sheldon

Acho que nem precisa explicar o pedido, né? E nem é muita coisa, né? Só um décimo. Nada demais. Por favor, Papai Noel.

7. Uma vida igual de Nico Reilly, daqui há alguns anos

Tá, a vida da protagonista de Lipstick Jungle é complicada, especialmente no tocante relacionamentos amorosos. Mas ela tem o emprego dos sonhos, um apartamento sensacional e o guarda-roupa que qualquer mulher deseja. Namorou o perfeitíssimo Kirby. É brilhante e todos sabem disso. Transborda classe, dignidade e franqueza. Tem as melhores tiradas e as melhores amigas que se pode querer. É linda, apesar da idade. Por isso, por favor Papai Noel, dê uma mãozinha para que com trabalho duro (vamos combinar que é necessário), eu consiga ser igual a Nico Reilly quando crescer.

6. Todo o figurino de Blair Waldorf

Outro que é auto-explicativo. Se eu tivesse milhões de dólares, compraria eu mesma. Mas como não tenho, tenho que esperar a boa vontade do Papai Noel em deixar todos os Chanel, Gucci, Chloé e Dior fabulosos de Blair na minha janelinha.

5. A morte de Horatio Caine

É improvável, porquê ele é protagonista da série. Mas audiência a parte, acho que muita gente me apoiaria (não é porquê vemos a série, que gostamos de Caruso). Tá, acreditar que CSI Miami vá um dia se tornar uma série no nível de CSI, CSI NY ou Criminal Minds é praticamente a mesma coisa que acreditar em Papai Noel. E eu tenho que me fazer desistir da série (repito isso que nem um mantra na minha cabeça, mas ainda não consegui. Os ex-fumantes, álcoolatras, chocólatras e etc de plantão têm alguma dica?) Só queria que Caruso saísse da série. Com a onda de troca de elenco que andamos tendo, não é tão absurdo assim.

4. Um Emmy para Elizabeth Mitchell

Tá, o texto dela nessa quarta temporada não foi lá essas coisas; o quinteto romântico (ou pentágono) foi constrangedor; e vê-la tornar-se uma espécie de sombra do Jack quando nós sabíamos que ele estava com Kate no futuro mais ainda. Porém, Elizabeth é uma atriz sensacional, que trabalhou bem mesmo com o pouco que lhe deram e o Emmy está em dívida com ela por a terem ignorado pela terceira temporada. Além disso, o Emmy é só em Setembro e na quinta temporada as coisas tem tudo para melhorar para o lado dela. Vou sentar e esperar como uma boa menina Papai Noel, mas o senhor vai precisar dar uma ajudinha a longo prazo aqui.

3. Um Emmy para Michael Emerson

Também não acho que precise comentar. Todo mundo sabe que ele é o melhor ator de LOST atualmente, dono do melhor personagem e é como se fosse o protagonista hoje em dia (Jack quem?). Benjamin Linus e Emerson são a alma de LOST. E já deveriam ter levado a droga do Emmy há muito tempo!

2. Uma Terceira Temporada para Lipstick Jungle

Toda vez que digo para alguém que não está assistindo que essa é uma das melhores coisas da temporada, a pessoa torce o nariz. A verdade é que depois de uma primeira temporada medíocre, Lipstick Jungle renasceu das cinzas. É outra série. E eu estou apaixonada. Mas a audiência está baixa demais e ela foi cancelada. Ou não. A verdade é que ninguém sabe ao certo e a série parece estar em uma espécie de limbo enquanto os executivos esperam que ela milagrosamente ganhe mais um milhão de telespectadores. Em uma noite de sexta-feira. Só se o bom velinho mexer uns pauzinhos, né?

1. O Terceiro Filme de The Pretender

Tá, a série é jurássica (qualquer coisa que tenha ido ao ar quando eu tinha apenas cinco anos de idade pertence aos livros de história). Mas eu fui vê-la apenas no hiatus do meio desse ano (porquê aos cinco anos de idade, eu via Tv Colosso, não série americana) e me apaixonei. Mas a série não tem fim. É cancelada, vai para uma trilogia de filmes para Tv e não tem terceiro filme! Os produtores fizeram Tin Man (que eu não vi, é boa?), mas fora isso, não engataram mais nada. Então o quê eles estão esperando? Andrea Parker e Michael T. Weiss ficarem com 60 anos? Eu preciso de respostas, e nem mesmo me importo em como elas virão, desde que venham. Façam um desenho animado tosco e coloquem no YouTube. Só acabem com essa agonia minha de não saber se Miss Parker e Jarod finalmente vão fugir juntos para bem longe do Centro.

Quais são os pedidos de vocês?

Eu reclamei que faltava melodrama, e CSI Miami trouxe melodrama. E o protagonista da novela mexicana da vez é Delko.
No episódio passado, vimos brevemente que Eric estava morando em um daqueles hotéis barato de beira de estrada. E quando ocorre um tiroteio e o assassinato de um jovem neste mesmo hotel, todos os CSIs descobrem o segredo de Delko de lhe fazem a mesma pergunta que eu me fiz: por quê? E todas aquelas desculpas sobre reforma do apartamento não realmente colaram com ninguém.
O crime é uma bagunça. Várias pessoas envolvidas, vários crimes diferentes. A morte do garoto acaba não tendo nada a ver com a bala que atinge Eric, e ainda há a morte e ocultação de cadáver do marido de uma das vizinhas, uma grávida. Eu prefiro quando os roteiristas mantém a trama simples, do quê quando eles criam uma série de reviravoltas e complicações, e milhões de pessoas que por um acaso estão envolvidas, mas não são realmente os culpados. Então eu não curti muito os crimes desse episódio.
E nós ficamos sabendo mais sobre a família de Delko. Acontece que ao invés de ter nascido nos Estados Unidos, como achava, ele nasceu em Cuba, e seu pai não é quem ele pensava. E esse pai deve ser realmente alguém do mal, como diz sua mãe, porquê o cara descobre que tem um filho e sua primeira reação é contratar alguém para matá-lo. Eric pelo menos foi esperto o suficiente para perceber que estava sendo vigiado e tentar sair de cena, mas foi estúpido confiando em um mercenário qualquer. A assassina, que não conseguiu matar Eric, foi presa. Mas obviamente a estória não acaba aqui, nesse episódio. Será abordado no futuro, de preferência perto da season finale.
As tramas de CSI Miami sempre tem continuação, e isso é algo que eu gosto, às vezes, em uma série como essa. Mas às vezes a coisa toda é muito lenta, devido, também, à natureza da série. Calleigh e Eric por exemplo. O romance está demorando tanto para engatar, que já está enjoando. O envolvimento deles está mais vagaroso do quê Grissom e Sara, e olha que em Miami as tramas pessoais são muito mais presentes do quê em Las Vegas. No balanço final foi um episódio mediano e até um pouco chato. Só houveram três bons momentos que eu possa me lembrar: quando o mercenário contratado por Eric pergunta a Horatio se ele está lhe fazendo uma ameaça e este responde “Sim, é uma ameaça” (isso nunca acontece); quando Detetive Tripp tem que ajudar Calleigh a subir em um duto de ventilação e fica olhando para a bunda dela, mas tentando não olhar, constrangido; e todos os momentos entre Eric e Wolfe, que mostraram a camaradagem entre os dois. Tomara que os próximos sejam mais parecidos com o anterior do quê com esse.

Eu sei que esse episódio já foi ao ar nos EUA há bastante tempo, mas eu só consegui vê-lo agora, e como gostei tanto do quê vi, tinha que comentar. O quê mais me chamou atenção nesse episódio foi provavelmente a parte técnica.
A abertura (e também a seqüência final, mas principalmente a abertura) me deixou sem fôlego. Eu poderia descrever aqui, mas acho que só quem viu pode entender o quanto ela foi bem feita. A cena do rapto, da tortura da vítima, o entrelaçamento com os CSIs vivendo suas vidas rotineiras, eles chegando a cena do crime juntos. Até a fala de efeito de Horatio se encaixou perfeitamente (primeira vez em anos). Fiquei arrepiada e isso é raro. Roteirista, diretor e editor estão de parabéns. E o quê dizer do diretor de fotografia? Eu sempre odiei a estética de Miami, mas dessa vez eu fiquei apreciando a coisa toda. A cidade até me pareceu mais bonita. E os figurinistas se ainda não são nenhuma Patricia Field (Uggly Betty, Sex and the City) conseguiram não cometer nenhuma mega gafe e enfiar seus atores em peças simplesmente horrorosas de se olhar, como eles fazem sempre.
As cenas dos personagens Ryan, Calleigh e Eric foram bem pequenas, mas o suficiente para me deixar curiosa. Tá, Calleigh, nem tanto. Ela corre de manhã. Irrelevante. Mas quem era aquela criança com Ryan? Wolfe tem filho? O quê eu perdi (eu não vejo Miami com uma regularidade sagrada, até hoje não sei porquê Wolfe saiu do lab)? E Eric está morando em um motel porquê? Confesso que achei que viria uma bomba por aí, um daqueles episódios cheios de character drama. Tirando os problemas da ininteligível Julia Winston e do filho robótico de Horatio e da morte da terapeuta de Delko, ainda não tivemos nenhum momento extremamente dramático na vida dos investigadores nessa temporada. E isso é meio que a essência de CSI Miami. A não ser que sejam dramas do Horatio. Nesse caso, são dispensáveis. Do resto, eu adoro. O quê posso dizer? Miami é minha novela.
O caso foi bom. Às vezes eu sinto que falta originalidade em algumas das tramas de CSI (todos os CSI), mas a verdade é que eles já estão aí há nove anos (se contarmos a partir do original) e são três franquias! O roteiro foi amarradinho e teve seus momentos, meu preferido (além das já mencionadas cena de abertura e cena final) foi o sufoco que Calleigh passa dentro do elevador. Naquele momento, junto com ela, ficou óbvio para mim que o cara era culpado. Há algo que eu gosto em Miami que não tem nos outros CSIs. Os policias fazem merda o tempo todo. E não é pouca, ou do tipo desculpável. O único que sempre se safa é Horatio, mas isso não faz com que ele deixe de ser um policial com problemas éticos que gosta de bancar o justiceiro. Depois da cena do elevador a estória só melhora e eu gostei de como eles tentaram ao máximo fugir do lugar comum (apesar das reviravoltas já serem esperadas e virem sempre com um gostinho de picaretagem).
E já falei que adorei a seqüência final? Bom, sim. Mas não falei que a trilha contribuiu para que ela fosse boa, assim como contribuiu muito para a abertura e todo o resto do episódio. Às vezes a trilha traz um enorme diferencial dramático e de uma forma bem mais sutil que frases de efeitos e explosões monumentais. Então, parabéns para o pessoal da trilha também.

CSI:Miami – 7×01 – Ressurection (MVP: Emily Procter)
Exibição: 22/9/2008

Alguém realmente esperou que Horatio fosse morrer? Não, não é dessa vez que nos vimos livres das frases de efeito e das pausas dramáticas, que em conjunto com um roteiro que insiste em fazer de Caine uma espécie de super-herói, tornou o protagonista dessa franquia de CSI em caricatura. Para piorar, juntando as pistas da finale com a primeira cena da premiere, eu precisei de meros dois segundos para entender que Horatio e Ryan Wolfe tinham, juntos, armado tudo. Pelo menos os roteiristas entregaram tudo aos 14 minutos (não que tenha sido pouco), ao invés de tentar fazer alguma revelação de última hora.

É claro que entregar a “ressurreição” de Horatio tinha um propósito, afinal, como o maior justiceiro do Miami poderia ficar escondido enquanto uma trama burlesca para derrubar seu arqui-rival Ron Saris e o traficante Juan Ortega se desenrolava? É claro que no final tudo acabou bem. Bom, quase tudo, porquê o corpo de Saris desapareceu depois de uma massiva explosão. Parece que o vilão é tão invencível quanto Horatio. Será que os dois são algum tipo de mutação genética? Honestamente, acho que eles teriam lugar cativo em Heroes.

Para completar, o desaparecido namorado de Calleigh, Jake Berkeley volta a dar as caras e nós descobrimos que ele tinha voltado a trabalhar disfarçado, explicando o porquê de ter estado completamente ausente da série desde o episódio nove. Mas ele só voltou para colocar um ponto final na relação, que parece ter acabado de vez, o quê possivelmente deixa o caminho aberto para Eric.

O episódio foi previsível e emaranhou tantas tramas que até me deu dor de cabeça. Apesar de eu já assistir CSI:Miami esperando o trash, um pouco de criatividade nunca faz mal. Menos maquiagem e melhores atuações também, mas aí já esperar de mais.

Criminal Minds – 4×01 – Mayhem (MVP: Thomas Gibson e Shemar Moore)
Exibição: 24/9/2008

Quem morreu na explosão da van? A resposta é Kate Joyner. Eu não esperava que um integrante principal da equipe fosse morrer e que alguém tenha de fato morrido foi até corajoso (apesar de eles terem feito de tudo, na finale, para que antipatizássemos com a agente sósia da ex-mulher do Hotch), mas que fica um gostinho de artifício barato fica. Porém, isso é televisão, e a não ser que você esteja em CSI, tenta-se manter o elenco principal intacto ao máximo de suas possibilidades e Criminal Minds já perdeu dois de seus integrantes originais.

Ainda assim, o episódio Mayhem é um verdadeiro primor, contribuindo para o patamar cada vez mais alto que a série atinge em qualidade. Quem dera os filmes de ação do cinema conseguissem injetar em mim um quarto da tensão que esse episódio conseguiu. É claro que há muitas diferenças entre TV e cinema e o fato de eu acompanhar esses personagens há anos ajuda em minha empatia imediata, mas a verdade é que o roteiro é extremamente inteligente, a direção prima pelo realismo, a edição cria um ritmo angustiante e as atuações são extremamente convincentes, elementos que andam em falta em Hollywood (talvez eu esteja vendo os filmes errados. Aceito sugestões). Redondinha e emocionante do jeito que está, Criminal Minds tem tudo para ser a melhor série policial da temporada (e umas das melhores no geral).

Texto originalmente publicado no TeleSéries.

CSI Miami = Novela Mexicana. Period. Não estou reclamando, juro, mas que é, é. Até aqui a temporada já tinha tido tanto drama que às vezes eu pensava que estava assistindo uma fan fiction. Eu vejo as pessoas falando que seus guilty pleasures são Gossip Girl, Dirty Sexy Money, Desperate Housewives. Sinceramente, não mesmo. Não tem nada mais Guilty Pleasure do que CSI Miami!
Essa sexta temporada poderia ser chamada de “1000 maneiras de ferrar com Horatio e Calleigh”. CSI Miami sempre tem tragédias no nível pessoal, mas parece que eles estiveram determinados a bater nos personagens de Caruso e Procter.
Eu já listei todas as fatalidades que aconteceram com Calleigh aqui. Mas eu achei honestamente que eles deixariam ela em paz depois do episódio passado. Não deixaram. Enquanto analiza balas antigas em seu laboratório, Calleigh pára para atender o telefone. Uma das balas rola da mesa, cai no chão na vertical, estoura, o tiro pega na lâmpada, que explode, cai na mesa e incendia o laboratório da loira. Calleigh fica em choque, mas depois de mais uma cena romântica com Eric, volta ao seu normal. Os escritores poderiam me poupar e colocar os dois juntos de uma vez.
Já Horatio descobriu no começo da temporada que tinha um filho, Kyle. Esse filho estava envolvido em um assassinato e um seqüestro. Kyle foi o problema por um tempo, mas aí a ex de Horatio, Julia, apareceu para perturbá-lo. Foi preso, extraditado, matou vários, perdeu Alexx. Mas seu grande inimigo nessa temporada era mesmo Ron Saris e eu fiquei esperando as coisas se resolverem. E aí temos aquele final a la “Quem matou Odete Roitman?”. Se bem que duvido que Horatio tenha morrido. Aquele tiro foi só para ter gancho para a próxima temporada, o quê CSI Miami sabe fazer de melhor, aliás, são finales.
Going Ballistic, que já começou com um tiroteio em que a nova legista é baleada na cabeça (a coitada não ficou nem cinco minutos em cena!), terminou com uma daquelas seqüências que me fazem ter vergonha de dizer que gosto de CSI Miami (peço desculpas a quem achou legal). Horatio é baleado no aeroporto. Julia, que ele queria tirar do país, tinha saído de casa dizendo que resolveria algo. Kyle, que é um deliqüente e que estava chateado porquê seu pai estava tentando mandá-lo para longe, estava em posse de uma arma. Ron Saris, o arqui-rival, tem uma cena meio maluca em que beija uma caixa de balas. O cara que Horatio prende manda alguém matá-lo da cadeia, e diz que quer saber quando estiver feito. Mas quem recebe uma mensagem de “Está feito” é ninguém menos que Ryan!! Eu perdi alguns episódios de CSI Miami (minha paciência não permite que eu acompanhe tudo direitinho), então alguém me explica, o quê Ryan teria contra Horatio?!? Ou, se foi uma armação entre os dois, porquê diabos Horatio confiou em Ryan, ao invés de Eric, de quem ele parece gostar como um filho ou Calleigh, que é a sua protegida?
Se ele estiver envolvido mesmo, quando, como e quem vai descobrir? Como será que o time vai reagir? Estilo Caine (justiça com as próprias mãos)? Como Horatio vai reagir? Os chatos Ron, Julia e Kyle vão sair da série ou se tornar regulares? Eric e Calleigh vão ficar juntos? A bruxa vai sair do pé da Bullet Girl? Horatio vai parar de agir como o herói invencível e de dizer frases ridículas? Tão vendo porquê é The Ultimate Guilty Pleasure? Será que consigo resistir aos spoilers? Será?

Amanhã teremos as finales de Gossip Girl e CSI Miami, e quem acompanha o blog sabe que eu sou fã das duas. Se, como eu, você não está aguentando esperar até amanhã, aqui vão algumas coisinhas para ajudar a passar o tempo (ou piorar a situação).

Cenas da Finale de GG:

Promos da Finale de CSI Miami:

Behind the Scenes da Finale de CSI Miami


Categorias

Comentários

luiz augusto em The Day of the Triffids
karina em Much I Do About Nothing…
andreia em Eles estão voltando…

Blog Stats

  • 210.011 hits

Todas as atualizações do seu blog favorito

Me Adicione no Technorati

Add to Technorati Favorites