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Archive for the ‘House’ Category

Depois do episódio da semana passada, eu fiquei sem palavras. O problema não era só meu incômodo com o fato de ter sido Kutner a ter o já anunciado final trágico. Não foi uma decisão criativa dos produtores. O ator decidiu ir trabalhar para a Casa Branca e considerando que o personagem não teve desenvolvimento nenhum em dois anos de série, sua saída abrupta do show é desculpável. O problema é que Simple Explanation almejou ser um House’s Head/Wilson’s Heart e não passou nem perto.
De todos os novos pupilos Kutner era o quê eu mais gostava. Ele era o único desses três que não me fazia torcer constantemente para que ele saísse de cena logo. Ele não era um acerto gigantesco, principalmente se considerarmos que grande parte dos pacientes de House nos quatro primeiros anos conseguiram ser mais complexos que ele, apesar da desigualdade dos tempos de exposição ser colossal. Mas ao mesmo tempo, talvez exatamente por ter sido deixado de lado, ele não foi um grande erro como Thirteen e Taub, que sempre me parecem tão forçados. Eu não sentia como se ele estivesse sendo me empurrado garganta abaixo, então eu não queria que ele partisse; mas eu também não o conhecia o suficiente para me importar com seu suicídio sem sentido.
Então depois do episódio pesado, sombrio e nada tocante (para mim) que tivemos há uma semana, eu estava realmente preocupada em retornar a House. Durante grande parte dessa temporada duas storylines tem se desenvolvido em relação a House. Uma seria a de que House está mudando, ou está prestes a mudar. Essa é bem irritante, porque apesar de estarem dando dicas desde o comecinho de que algo iria mudar profundamente no médico, House não teve nenhum tipo de evolução linear. Eles criaram tramas bem promissoras como House usando metadona ou indo ao psiquiatra e não fizeram absolutamente nada com elas. E eu sei que eu deveria sentir/pensar que House não consegue mudar porque é da sua natureza tentar ficar igual e tudo mais, mas eu apenas conseguia ver através da coisa toda, com os produtores jogando com a idéia de mudar o House de maneira que eles acharam inteligente e sutil (e foi apenas chata) enquanto empurravam uma drástica mudança para os episódios finais.
E agora existe a morte de Kutner no meio de tudo isso, e eu não consigo deixar de achar que a grande mudança de House ser provocada pelo efeito do suicídio de Kutner nele  será algo meio brega. House precisava mesmo de um suicídio sem sentido como aquele para perceber que talvez ele não esteja bem? Fico preocupada que a equipe criativa de House tenha decidido jogar toda e qualquer sutileza pela janela.
A segunda storyline que parece estar sendo desenvolvida é a de que há algo de errado com House. Seu dom tem falhado e é claro que ele creditou isso a diversas coisas novas que haviam acontecido em sua vida, e as descartou imediatamente. Mas o problema parece ser independente de sua felicidade, seja através de Cuddy ou da metadona, e a aparição de Amber deixa claro que algo não está certo. Eu amei a aparição de Anne Duddek e eu ficarei extasiada enquanto ela ficar por perto (mais errado do que matarem Kutner, foi cortarem Amber do time e a matarem depois).
Depois de reler o que escrevi até agora chego a conclusão de que eu jamais deveria pular reviews de episódios importantes. Eu me torno totalmente verborrágica nas reviews subsequentes e até agora eu falei muito pouco do episódio que me propus a comentar. Então, sobre Saviors, eu estava apreensiva, mas acabei gostando do que vi. E podem vir aqui dizer que os problemas dessa temporada não são todos relacionados ao novos pupilos, mas a única coisa que sei é que Thirteen e Taub ficaram completamente nas sombras e esse acabou por ser um dos melhores episódios da temporada, se não o melhor.
Saviors não apenas trouxe Chase e Cameron de volta aos holofotes, mas também explorou tudo o quê a série tem de melhor. A relação de Wilson e House. Os velhos pupilos, seus sentimentos e relações, seus conflitos, e o fato de não importando o quão afastados eles tentem ficar, House sempre terá influência em suas vidas. Jogos, manipulações, segredos e quebra-cabeças. Um episódio leve e fluido, mas que levou em consideração a terrível tragédia que aconteceu. Foram quarenta minutos deliciosos de assistir e eu vibrei de verdade com o pedido de casamento de Chase para Cameron. Foi a cereja no topo do sundae. Será que os produtores poderiam manter as coisas assim? Pelo menos até o fim da temporada…

1. Criminal Minds – 4×17 – Demonology (MVP: Paget Brewster)
2. Grey’s Anatomy – 5×17 – I Will Follow You Into The Dark (MVP: Patrick Dempsey, Justin Chambers)
3. Terminator: The Sarah Connor Chronicles – 2×18 – Today Is The Day (MVP: Summer Glau)
4. The Big Bang Theory – 2×17 – The Terminator Decoupling (MVP: Jim Parsons)
5. Damages – 2×10 – Uh Oh, Out Come The Skeletons (MVP: Glen Close)
6. 30 Rock – 3×14 – The Funcooker (MVP: Tina Fey)
7. Trust Me – 1×07 – Damage Control (MVP: Eric McCormack)
8. The New Adventures Of Old Christine – 4×17 – Too Close For Christine (MVP: Julia Louis-Dreyfous)
9. House – 5×17 – The Social Contract (MVP: Hugh Laurie, Robert Sean Leonard)
10. CSI: NY – 5×17 – Green Piece (MVP: AJ Buckley)

Damages – 2×08 – They Had to Tweeze That Out of My Kidney

Na primeira temporada de Damages, eu achava Patty Hewes o máximo. Ela era misteriosa, implacável e assustadoramente calculista. Mas eu nunca cheguei a gostar dela. Porém, veio a segunda temporada e nós conhecemos o quê tem por trás da grande advogada. Vimos um lado mais suave e até mais ingênuo dela (eu estou começando a achar que ela realmente não desconfia da traição de Ellen). E eu comecei não apenas a gostar de Patty, mas a sentir pena dela. Nesse segundo ano, parece que o mundo está contra Patty. Até seu marido a está traindo, e de todas as maneiras possíveis. O FBI segue sua vigília implacável, apesar de parecer que a missão deles contra Patty tem mais a ver com o descontentamento de alguns figurões de Washington do quê com os pecados da advogada.
Nesse oitavo episódio, a má fase de Patty atinge seu auge. Breves flashbacks de um momento chave de seu passado complementam a principal trama no presente, que trata da importância de Tio Pete em sua vida. Infelizmente, apesar de sobreviver a própria tentativa de suicídio, Pete é assassinado por um de seus comparsas, logo depois de Patty lhe dar autorização para entregá-la para os Federais. A morte de Pete é tocante e angustiante pelo efeito devastador que tem em Patty, que se encontra agora mais sozinha que nunca. Mas a cena em que recebe a notícia nem é o melhor exemplo de atuação da maravilhosa Glenn Close. O melhor fica para o final, quando finalmente nos revelam que é de fato Patty que se encontra sob a mira da arma de Ellen no futuro. É óbvio que Patty, sendo a protagonista, não morrerá. Principalmente com uma terceira temporada garantida. Mas Close quase nos faz temer por ela. Eu estou morrendo para saber onde pararão as balas que Parsons dispara, vocês não?

Nip/Tuck – 5×21 – Allegra Caldarello

Christian aceitou seu destino trágico e seguiu em frente com as preparações para que Liz, Wilber e Sean não fiquem desamparados com sua morte. Agora falta Sean conseguir se resignar a idéia de perder seu melhor amigo e irmão. A situação não poderia ser mais difícil, e sem dúvida a rapidez com que Christian parece estar agindo não ajuda. O substituto escolhido por Christian também não. Logan Taper me pareceu divertido desde o primeiro minuto em tela. Também ficou óbvio de cara que ele não era normal. Mas em Nip/Tuck, quem é? Eu não imaginei, porém, que ele protagonizaria a melhor cena do episódio, quando logo depois de ser contratado faz amor com o sofá de Christian. Aliás, essa foi uma das cenas mais hilárias de toda a temporada. Se tem algo que Nip/Tuck não errou nenhuma vez na continuação desse quinto ano, foi na criação dos personagens que fariam aparições especiais e nos atores convidados para vivê-los. Richard Burgi estava impecável e é uma pena que sua participação seja tão curta.
Liz esteve às voltas com sua extremamente crítica mãe. É impossível não se relacionar com a Liz. Quem nunca escutou a coisa errada dos pais? Mais freqüentemente que não o criticismo deles não vem na hora certa, e mutias vezes cria-se um abismo entre pais e filhos que levam a muitas coisas dolorosas. Eu apóio Liz porquê eu não acho que gays e lésbicas devem ser tratados como uma anomalia, mas poderia facilmente ser de outra maneira. Todos nós somos injustos e julgadores em algum momento. Também acho que apesar de não ser um relacionamento perfeito e vir cheio de bagagem, o casamento de Liz e Christian não é só sobre a morte iminente dele. É sobre confiança, cumplicidade e companheirismo. Não é uma romance de contos de fada, mas isso não o torna menos verdadeiro. E se a minha mãe disesse que meu noivo é muito bonito e bem-sucedido para mim, e que só está se casando por causa do câncer, eu também a expulsaria do meu casamento.

Lie To Me – 1×04 – Love Always

Será que a Gillian sabe de alguma coisa que nós não sabemos, ou ela simplesmente escolhe ignorar os sinais de que seu marido está mentindo? Porquê eu me recuso a acreditar que, como braço direito de Lightman, ela seja incapaz de ver o quê todo mundo já percebeu. Então, ou ela tem medo do quê descobrirá caso pressione o marido ou ela já conhece a razão de suas mentiras. É a´te estranho que uma mulher tão confiante e segura em sua profissão seja tão carente na vida amorosa, mas às vezes é assim mesmo que as pessoas são. E Lightman mostra que apesar de seu jeito meio petulante com os clientes, ele é acima de tudo humano e compreende sensivelmente onde estão os limites do que ele pode revelar. Eu gostaria de ver a amizade dos dois mais explorada. No piloto, pareceu que eles tinham uma dinâmica divertida, e muita intimidade. Mas desde então Lightman só trabalhou com Ria. E eu também a adoro, mas acho que eles podem trocar de dupla. Torres e Loker não são um time ruim, e Keli Williams não anda rendendo muito como chefe do time secundário, acho que ao lado de Tim Roth ela pode funcionar melhor.
O caso foi bom, mas ainda não foi nada que tenha me deixado boquiaberta. Eu não entendo porquê as séries de investigação ás vezes criam roteiros com tantas reviravoltas. Talvez seja por isso que eu goste tanto de Criminal Minds. As mudanças no rumo da investigação parecem orgânicas, enquanto em Lie to Me fica claro que os roteiristas tentam tranfosmar o texto em algo mais interessante e chocante, além de ser a maneira preferida de enrolação desse tipo de show.

Trust Me – 1×05 – Way Beyond the Call

Tem como não amar essa série? Eu sinto que fico me repetindo toda semana, e realmente devo ficar, mas é que Tom Cavanagh e Eric McCormack simplesmente estão fantásticos. Eles tornam até o mais absurdo dos plots em algo super interessante. E dessa vez Tony e Denise tiveram a chance de aparecer mais um pouco, e Griffin Dunne esteve muito bem.
Novamente eu gostei muito do roteiro. Eu acho que os produtores do show tinham uma idéia, que é até boa, mas não é exatamente genial, e eles conseguem fazer uma série que foge do óbvio sem fugir da realidade. E além do bom texto, da boa direção e das boas atuações, a série é muito, muito divertida. É o entreterimento leve e descompromissado, mas com qualidade.

E depois da ausência justificada semana passada, o Top 10 volta essa semana. Um pouco atrasado, e com a ausência de Being Human, que eu ainda não assisti, mas volta. A maioria das reviews desses episódios não foram ao ar, mas elas irão aparecer por aqui.

1. Damages – 2×08 – They Had to Tweeze That Out of My Kidney (MVP: Glenn Close)
2. United States of Tara – 1×06 – Transition (MVP: Toni Collette, Rosemarie DeWitt)
3. Nip/Tuck – 5×21 – Allegra Caldarello (MVP: Roma Maffia)
4. Terminator: The Sarah Connor Chronicles – 2×16 – Some Must Watch While Some Must Sleep (MVP: Lena Headey)
5. Trust Me – 1×05 – Way Beyond the Call (MVP: Griffin Dunne)
6. Criminal Minds – 4×16 – Pleasure Is My Business (MVP: Thomas Gibson, Brianna Brown)
7. Lost – 5×07 – The Life and Death of Jeremy Bentham (MVP: Terry O’Quinn, Michael Emerson)
8. 30 Rock – 3×12 – Larry King (MVP: Tina Fey, Alec Baldwin)
9. House – 5×16 – The Softer Side (MVP: Hugh Laurie)
10. CSI NY – 5×16 – No Good Deed (MVP: Gary Sinise)

Novamente, não tivemos um episódio ruim. Mas eu fiquei entediada durante os quarenta e cinco minutos de duração. Nenhum pouco de divertimento com as piadas espertas do House, nenhum interesse pelo paciente da semana, nenhuma felicidade pelas brigas de mentira de Foreman e Thirteen. O único sentimento que me abateu durante a relativamente curta exibição de Unfaithful foi tédio, e uma certa irritação com todos aqueles jogos de House, que eu costumava adorar. Mas agora, eles simplesmente parecem sem sentido. Os episódios parecem todos ciclos fechados. Não importa o quê eles inventarem, tenha certeza de todo mundo estará no ponto de partida quando acabar. House e Cuddy, por exemplo. Finalmente fazer alguma a coisa a respeito da tensão sexual implícita entre eles me pareceu uma boa idéia a princípio. Mas a cada episódio, eu sinto com mais intensidade que foi um erro. O beijo não deveria ter acontecido, ou pelo menos, não no sexto episódio da temporada. Já que eles querem fazer igual a Desperate Housewives e segurar a resolução da grande trama (supostamente) desse quinto ano, eles deveriam ter segurado o beijo mais um pouco, porquê ninguém esperava que House e Cuddy fossem ficar juntos rapidamente, mas toda aquela negação é enervante. Depois de muito manipularem um ao outro, House acaba não indo a cerimônia religiosa de nomeação para Rachel, o quê deixa ambos ele e Cuddy infelizes. Eu não acho que House fosse se divertir, ou se quer se encaixar na festa, mas estamos esperando ele bater na porta de Cuddy desde o fim de The Itch. Ele sabe que ela gosta dele, ela sabe que ele gosta dela. Podemos por favor sair dessa areia movediça de uma vez? E para piorar a situação, eles inventaram uma trama para Fourteen que é muito similar a do episódio anterior em estrutura. Um grande conflito é criado, as coisas ficam realmente ruins, nós somos levados a entender que decisões que podem mudar a vida deles terão que ser tomadas. Mas tudo se resolve facilmente no final. E se em Greater Good eu reclamei da rapidez com que eles se livraram de tumor, cegueira e comportamento anti-ético por parte de Foreman, dessa vez o quê me incomodou foi que House, Chase, Taub e Cuddy tinham pontos relevantes, mas o roteirista ficou com a abordagem “o amor vence tudo”. Uma pena já que o único momento realmente interessante do casal foi sua briga de mentira na sala de House. Eu gostei do paciente da semana, mas assim como todo o resto, a conclusão foi decepcionante por ser óbvia. A partir do momento em que ele e House tiveram uma conversa sobre fé, eu sabia que quando House descobrisse o quê tinha de errado com ele, o Padre questionaria o próprio ceticismo. A doença era interessante e o personagem era bom, mas o rumo tomado foi extremamente previsível. A única coisa boa foi ver House disposto a passar tanto tempo com ele, inclusive almoçando no quarto do Parde. Eu só lembro de uma paciente de quem House gostava tanto, e foi a Kate de Frozen. Aliás, com os rumos que o romance de House e Cuddy andam tomando, ou melhor, a falta deles, enquanto eu revia Frozen há umas semanas atrás eu me vi torcendo desesperadamente para Kate largar o carinha que bebeu sua urina, voltar do Alaska e aparecer no Princeton Plainsboro, só para a série sair do marasmo.

The Greater Good foi o centésimo episódio de House. Mas como eu já havia lido que os produtores pretendiam fazer um episódio como qualquer um outro noventa e nove, eu não estava esperando nada especial. E até estava um pouco aliviada, porquê a última tentativa de fazer algo diferente, com Last Resort, teve péssimos resultados (alguém gostou daquilo?). E eu gostei do episódio, mas, continuo com a impressão de que está faltando algo.
Concordo com todo mundo que tem dito que a série não é mais a mesma. E apesar de durante o começo dessa temporada eu ter batido o pé teimosamente que mudanças sempre acontecem (a acontecem mesmo) e eram inevitáveis, eu ando percebendo que a série vem exibindo sinais claros de cansaço.
Em relação à trama em si tivemos um grande espaço dado a Thirteen e Foreman, o quê nunca é bom, mas aqui foi pior. Não entendi nada. Por causa dos remédios, ela desenvolveu um tumor, ficou cega e algumas horas depois que ela saiu do remédio, tudo ficou ok? Tá, eu sei que ela foi tratada com radiação, mas achei que aconteceu tudo muito rápido e se resolveu de maneira muito fácil. A trama em Lucky Thirteen (que eu até gostei, surpreendentemente) contribui para a evolução da personagem, tem algo a oferece para a série. A trama aqui parece que só foi jogada ali para criar tensão e amarrar as pontas soltas semana passada, quando Foreman decide tirar a namorada do placebo e colocá-la no remédio verdadeiro.
Cuddy volta ao hospital (e Cameron desaparece do radar novamente) e está nutrindo ressentimentos por ser a única pessoa capaz de ser a babá de House. Com isso, ela começa uma série de vinganças contra ele. Uma tentativa desesperada de usar a dor física que afeta o médico para faze-lo entender a dor que emocional que ele causa a ela. Funcionou, e eu estava gostando da maneira como House resolveu não reagir e engolir a situação como um adulto, para que as coisas não se tornassem uma espécie de guerra infantil. Mas, assim como a situação com Thirteen, ao invés de ser empregado em prol de uma mudança nos personagens, parece que a coisa toda vai ser um caso isolado. O quê tira todo o sentido dos acontecimentos.
Estou cansada dessa dancinha de acasalamento entre os dois. Cuddy e Wilson no fundo sabem que House se sente culpado por afastá-la da filha, e Cuddy se sente culpada pelos seus atos. Mas e daí? Aonde isso nos leva? Os dois provavelmente ainda estarão jogando um com o outro nos próximos episódios (que eu queime minha língua).
O caso da semana foi até bom. A personagem tinha potencial. A discussão sobre se ela estava certa em abandonar uma pesquisa que poderia salvar milhares de pessoas para ser feliz, ou se o bem maior deveria tomar precedência? Mas nada disso foi o suficiente para eu me importar, ou me divertir, ou me interessar.
Eu não quero abandonar a série, mas ela está tão irregular, que eu não sei se agüento assistir uma temporada subseqüente. Será preciso algo fantástico para me fazer mudar de idéia.

Semana difícil para mim. Muitas das séries que eu vejo não foram ao e eu assisti um total exato de dez episódios de série (sem contar a minissário O Último Templário), o quê fez com que o péssimo episódio de Skins entrasse nesse Top. Mesmo assim, houveram muitos episódios bons, a qualidade geral foi superior a da semana anterior, e foi difícil montar o ranking. Todos os sete primeiros episódios foram excelentes. Vamos a eles:

1. Lost – 5×03 – Jughead (MVP: Henry Ian Cusack)
2. Nip/Tuck – 5×17 – Roxy St James (MVP: Dina Meyer, Portia de Rossi)
3. Being Human – 1×01- Episode 1 (MVP: Russell Tovey, Aidan Turner)
4. House5x13 – Big Baby (MVP: Hugh Laurie, Lisa Edelstein)
5. Damages – 2×04 – Hey! Mr. Pibbs! (MVP: Glenn Close, William Hurt)
6. Trust Me – 1×01 – Before and After (MVP: Tom Cavanagh, Eric McCormack, Jason O’Mara)
7. The United States of Tara – 1×02 – Aftermath (MVP: Toni Collette)
8. Fringe – 1×12 – The No-Brainer (MVP: John Noble)
9. Lie to Me – 1×02 – Moral Waiver (MVP: Tim Roth)
10. Skins – 3×02 – Cook (MVP: Nenhum)

House tem tido uma temporada extremamente irregular e infelizmente, até aqui, já no seu décimo terceiro episódio, a quinta temporada não nos brindou com nenhum episódio absolutamente embasbacador, com uma daquelas pequenas obras-primas como 97 Seconds e Euphoria. Big Baby não chega lá, mas é um episódio tão bom, que me dá esperanças.
Partindo do ótimo gancho deixado por Painless, em Big Baby já vemos Cameron assumindo as funções de Cuddy para que esta possa ficar em casa com Rachel. O quê significa que a ex-pupila de House ganha a autoridade para ditar o quê ele pode ou não pode fazer. Eu nunca fui muito fã da Cameron, mas sinto uma falta tremenda dela e adorei cada minuto a que Jennifer Morrison teve direito nesse episódio. Cameron conhece muito bem House e fez um ótimo trabalho contornando as tentativas de manipulação dele e mantendo ele na linha. Por mais que eu seja fã de Cuddy e entenda que o relacionamento dela com House é singular, Cameron conseguiu ser até melhor que ela lidando que o médico e suas exigências absurdas por testes mais absurdos ainda.
A paciente em questão era uma professora de crianças com necessidades especiais, e é claro que logo que House a ouviu falando por cinco minutos e percebeu como ela aceitava maravilhosamente bem todas as coisas irritantes que vêm com aquelas crianças (e o fato de quê ela inverteu dois números há seis anos atrás), ele conclui que ela tem que ter dano cerebral. Apesar da personagem em si, Sarah, não ser extremamente interessante, as disputas de poder que aconteceram em torno do tratamento dela foram. Além de House e Cameron, ainda tivemos Cameron e Cuddy, que apesar de tudo não conseguia parar de se preocupar com House, e House e Kutner, que enfrentou Greg como Foreman costumava fazer. E no fim, eu fiquei extremamente feliz que Sarah tenha continuado a ser a professora amorosa e extremamente tolerante, para incompreensão de House.
Cuddy e Wilson apesar de não estarem envolvidos na trama principal, também apareceram bastante, e a storyline deles na verdade foi a minha favorita. Toda essa coisa da adoção de Cuddy realmente aconteceu bastante rápido, então eu apreciei que eles tenham mostrado tudo isso que caiu no colo dela finalmente a atingindo e a deixando desnorteada com dúvidas e medos. A conexão com o bebê não simplesmente aconteceu, não havia amor, ou felicidade. Só cansaço e frustração, e uma mulher decepcionada pelo fato de seu maior sonho, o de ser mãe, não ser mágico ou sublime de nenhuma maneira. As confissões dela para Wilson soaram reais e naturais, e Lisa Edelstein mais uma vez esteve magnifíca.
Robert Sean Leonard também fez muito bem a sua parte e trouxe de volta toda a fofura do personagem, que tentava a todo custo convenver Cuddy de quê eventualmente ela amaria o bebê e que não deveria dar ouvidos a House sobre devolver a criança. Eu adoro quando colcocam a amizade dos dois em foco e aqui foi um daqueles momentos preciosos na série. Contudo, as grandes cenas desse episódio são duas: quando House e Cameron abrem a cabeça da paciente, e Kutner liga para Cuddy e a põe no viva-voz para dar uma bronca nos dois, o quê acaba fazendo com que todo mundo ouça seu quase-colapso nervoso por não conseguir acalentar Rachel, seguida por seu espanto e alívio quando esta simplesmente pára de chorar, finalmente quebrando a barreira de gelo que havia entre as duas, e de irritando a paciente o suficiente para House perceber que seu diagnóstico estava completamente equivocado; e logo depois quando Cuddy, agora maravilhada em ser mãe, encontra House no seu escritório e faz ele segurar a pequena Rachel, que acaba vomitando em cima dele. Enquanto a primeira cena prima pela tensão e pelo caos, a segunda é de uma delicadeza ímpar. Banhados por uma luz que já cria um clima íntimo e acolhedor, Edelstein e Laurie são capazes de exprimir uma proximidade inigualável. As expressões no rosto de cada um são primorosas, e me convenceram completamente de quê apesar de tudo, House seria de fato a primeira pessoa que Cuddy procuraria para simplesmente dividir sua fecilidade. Eu acho que foi extremamente justo que Hugh tenha ganho o SAG, e acho que se Edesltein não for indicada ao Emmy em Setembro será uma grande injustiça.
A única coisa que não me agradou em relação a esse episódio foi que eles terminaram os dois arcos mais interessantes, Cuddy não conseguindo sentir nada pela filha e Cameron como chefe do hospital, e simplesmente terminaram de maneira rápida demais. As storyline tinham potencial e a de Cameron especialmente pareceu sem justificativa, porquê ela não se saiu mal controlando House. Sim, ela deixou que House abrisse a cabeça da paciente e no final, não havia necessidade daquilo, mas Cuddy, apesar das reclamações, teria feito a mesma coisa. Só espero que Morrison não volte a desaparecer e que Cuddy e Wilson continuem a ter o espaço que merecem. Que venha o centésimo episódio.

Desperate Housewives: The Best Thing That Ever Could Have (5×13 – 100º episódio)
Exibição: 18/1/2009
MVP: Eva Longoria, Brenda Strong e Beau Bridges

O roteiro lembra os fantásticos episódios da primeira temporada. As atuações estão simplesmente perfeitas. Tivemos participações da sempre excelente Brenda Strong (Mary Alice), Steven Culp (Rex), Lucille Soong (Yao Lin) e Beau Bridges (Eli Scruggs), que, ao falecer repentinamente, faz com que as donas de casa tenham memórias de seu passado.

A idéia de um coadjuvante que nunca tínhamos conhecido ter sido tão relevante na vida de cada uma delas foi extremamente interessante e todos os flashbacks foram ótimos. Foi maravilhoso ver como Gaby acabou se tornando amiga das demais donas de casa; ver Bree, Rex, Tom e Lynette trocando farpas durante um brunch; ver Lynette tendo a epifania em que decide abandonar a carreira e dedicar-se inteiramente aos filhos; ver Edie tentando superar o soco em seu ego que foi descobrir que seu marido era gay; assistir Susan e seu desespero frente aos divórcios e, como o melhor sempre fica para o fim, presenciar um dos últimos momentos de Mary Alice antes do suicídio.

Porém, o episódio funciona como o evento isolado e comemorativo que é. Ele não tem relação nenhuma com as tramas da temporada, que são postas de lado e ficam estagnadas aqui. Não fosse o episódio tão brilhantemente executado, eu o consideraria pura enrolação. Mas ele foi bastante tocante e sem dúvida, um dos melhores momentos dessa temporada e uma ótima maneira de celebrar 100 episódios.

House: Painless (5×12)
Exibição: 19/1/2009
MVP: Lisa Edelstein, Martin Henderson e Jake Cherry

House retorna do hiato com um episódio que, apesar de correto em todos os sentidos, não me empolgou nenhum pouco. Eu achei o episódio essencialmente chato, nada se destacou como sendo ruim ou digno de grandes críticas, mas se eu não tivesse visto Painless, não faria a mínima diferença.

O paciente da semana é Jeff, um homem que, depois de três anos sofrendo de dor crônica e incurável, tenta se matar. É óbvio que Jeff está ali para ser comparado com House, que também sofre cada vez mais com sua perna e acaba quebrando um dos canos de casa e, em uma manobra de teimosia inacreditável, faz de tudo para o seguro arcar com o prejuízo, só porque ele achava que estava certo.

Ao mesmo tempo House e Jeff são completamente diferentes: Jeff diz a House que ele tem sorte por ser sozinho, porque não precisa esconder a dor que sente.

A verdade é oposta a essa afirmação: House esconde seu sofrimento com suas grosserias e sarcasmo, enquanto Jeff é completamente aberto sobre o tamanho de sua dor e sua falta de vontade de viver por causa dela, a ponto de convencer seu filho a ajudá-lo a se matar.

Além de House, o paciente também acaba se relacionando a Thirteen, é claro, e, surpreendentemente, a Taub, que aparentemente já tentou o suicídio e se considera muito idiota por isso. Enquanto isso, Cuddy lida com os obstáculos de ser uma mãe com uma trabalho em período integral e acaba pedindo para Cameron assumir seu lugar. Sinto saudades da Cameron, vamos ver se ela aceita.

Texto publicado previamente no site TeleSéries.

1. Grey’s Anatomy – 5×13 – Stairway to Heaven (MVP: Chandra Wilson, Ellen Pompeo, Eric Stoltz)
2. Criminal Minds – 4×13 – Bloodline (MVP: Paget Brewster, Adair Tishler, Thomas Gibson)
3. CSI NY – 5×13 – Rush to Judgment (MVP: Eddie Cahill, Emmanuelle Vaugier, Melina Kanakaredes)
4. Damages – 2×03 – I Knew Your Pig (MVP: Glenn Close, William Hurt)
5. The New Adventures of Old Christine – 4×14 – What Happens in Vegas Is Disgusting in Vegas (MVP: Julia Louis-Dreyfus, Emily Rutherfurd)
6. Lost – 5×01 e 5×02 – Because You Left e The Lie (MVP: Jorge Gracia, Michael Emerson)
7. Gossip Girl – 4×16 – You’ve Got Yale (MVP: Kelly Rutherford)
8. Desperate Housewives – 5×13 – The Best Thing That Ever Could Have (MVP: Eva Longoria, Brenda Strong, Beau Bridges)
9. Two and a Half Men – 6×13 – I Think You Offended Don (MVP: Jon Cryer)
10. House – 5×12 – Painless (MVP: Lisa Edelstein, Martin Henderson, Jake Cherry)

Só lembrando que por 2008 inclui-se o ano todo, e não só a Fall Season. Além disso, ao começar a fazer essa lista eu tentei pensar em todos os nomes mais mencionados, os queridinhos da crítica e dos formadores de opinião (bloggers), os concorrentes aos principais prêmios. O problema é que quase nenhum entra nessa lista simplesmente porquê eu não estou assistindo a quase nenhum. Assim que eu me deixei levar, a lista saiu facilmente. E eu honestamente não vou colocar na minha cabeça que eu só vejo porcaria, porquê eu acho que não é bem por aí. Cada série nessa lista, cada ator, tem uma razão para estar ali. Mas não vou mentir que essa lista é extremamente subjetiva. Apesar do nome do post, essa é uma lista das coisas que eu mais adorei esse ano, que mais me comoveram, surpreenderam ou excitaram. Que sob o meu olhar, foram destaque de alguma maneira. E se é uma lista no mínimo diferente, eu espero que sirva para interessar as pessoas em coisas que estão aí, no ar, e que elas desconhecem o quão boas são. Eu também tenho a mania de incluir alguns atores em séries que eu não vi inteiras, mas não consigo incluir séries cujos episódios eu tenha perdido. Isso explica por exemplo a presença de Duchovny, mas a ausência de Californication.

Melhor Série Dramática: LOST
Runner-up: Criminal Minds

Menções Honrosas: Lipstick Jungle, House, Terminator: Sarah Connor Chronicles, CSI:NY

Foi difícil escolher. As duas séries no topo me deixaram na ponta da poltrona, me mordendo, falando com o PC, rindo e chorando. LOST foi uma série que me conquistou desde o início, e com a qual eu me revoltei em ocasiões, quase abandonei durante a segunda temporada (que eu odiei, period), mas que me emocionou muitas e muitas vezes e sempre consegue puxar o tapete de debaixo dos meus pés. Eu achei essa quarta temporada brilhante. Reclamei de várias coisas, mas qualquer que seja a série, eu sempre tenho reclamações a fazer, algumas completamente irracionais até. Já CM foi crescendo sutilmente no meu gosto. Antes um policial que eu considerava inteligente e tecnicamente bem feito, mas que ficava abaixo em preferência das franquias CSI, Criminal Minds conseguiu me conquistar completamente e se tornar meu show investigativo favorito, e surpreendentemente foi o quê vi de melhor na Fall Season. Lipstick aparece logo depois, me surpreendendo completamente com uma segunda temporada cativante depois da medíocre primeira. House até está tendo uma temporada que não é a sua melhor, mas eu ainda estou gostando. E esse posicionamento aqui também é, em grande parte, responsabilidade do final da quarta temporada, que foi inquestionavelmente fantástico. Sarah Connor foi uma grande descoberta. Gostei, apesar de implicar com um milhão de coisas. A primeira temporada (que eu vi na Warner, na época em que eles ainda eram canal de séries) me agradou bem mais, mas a segunda pode surpreender agora mais para o final, com as pontas se amarrando. E CSI:NY é aquela série que é tecnicamente tão impecável, que eu não consigo deixá-la de fora de uma lista dessas, apesar de eu considerá-la um pouco fria, e ter problemas pra gostar dos personagens. É simplesmente A série na qual eu não vejo defeito nenhum (além do supra citado).

Melhor Série Comédia: Big Bang Theory
Runner-up: 30 Rock

Menções Honrrosas: The New Adventures of Old Christine, Weeds, Two and a Half Men

Eu não sei como isso aconteceu, mas 30 Rock foi completamente desbancada. A série cômica que atualmente mais me surpreende, agrada e, o principal, faz rir, é Big Bang. Ainda assim, tem espaço aqui para menções a sempre primorosa 30 Rock (a CSI: NY cômica), Old Christine (que eu amo demais), Weeds (que eu amo demais também) e Two and a Half Men (que se repete o tempo todo, e me deixa com a impressão de que eu estou vendo coisas repetidas todo episódio, mas me faz rir mesmo assim).

Melhor Atriz Dramática: Paget Brewster
Runner-up: Kim Raver

Menções Honrosas: Leighton Meester, Lena Headey, Melina Kanakaredes

Essa é uma categoria extremamente perniciosa para mim. Eu nunca escolho os mesmos nomes que a maioria das pessoas e quando eu começo a colocar os nomes no papel, eu sempre fico com dó de escolher só uma. Ser uma leading lady não é fácil. Nem todos os papéis da Tv são bons ou profundos o suficiente, e sempre parece que os homens ficam com os mais legais. A Leighton Meester, por exemplo, quase entrou como runner-up e até mesmo pensei em colocá-la no posto máximo. ADORO Blair. Ela é uma personagem feminina, jovem e é politicamente incorreta o suficiente para eu considerá-la uma das melhores coisas na Tv atualmente. E sua intérprete, Meester, é simplesmente perfeita. Mas apesar de continuar sendo a alma de Gossip Girl, acho que Blair perdeu um pouco de seu ardor e acho que Raver e Brewster acabaram batendo Meester pelas primeiras posições por terem sido mais memoráveis na minha cabecinha. Raver, de quem eu sempre gostei, é a alma de sua série. Sim, sua personagem Nico perde de longe para Blair. Ela é mais quadradinha, mais dramática, tem menos edge (não consigo achar uma palavra melhor). Mas ela é mais profunda, mais sutil e atuação de Kim me tocou mais fundo. Já Brewster pode ser uma escolha que ninguém vai entender e muitos virão aqui dizer que ela é coadjuvante, mas eu acho que ela está assumindo o posto de protagonista feminina de CM e com louvor. Repentinamente a personagem evoluiu enormemente frente aos meus olhos e eu ainda estou boba. E é tudo trabalho de Brewster, porquê apesar de sua Emily Prentiss estar ganhando destaque, a verdade é que os personagens principais tem poucas chances em dramas procedurais como Criminal Minds para expor algum traço marcante de personalidade e conquistar o espectador. E ela conseguiu me conquistar.

Melhor Atriz de Comédia: Tina Fey
Runner-up: Mary Louise Parker

Menções Honrosas: Julia Louis-Dreyfous, Eva Longoria

Parker perdeu seu lugar de honra para Fey, porquê a intérprete de Liz Lemon tem feito muito, muito bonito como a escritora nerd do The Girlie Show. Ainda assim, Parker arrasou o suficiente para estar bem pertinho dela no topo. E o mais importante é que ela conseguiu passar grande parte da temporada sendo apenas boa e em uma cena, conseguiu deixar todos os fãs aplaudindo sua atuação de pé. Dreyfous sempre me faz rir, ela é o Charlie Sheen mulher para mim. E Longoria teve uma temporada sensacional e está finalmente mostrando que é, de fato, uma atriz bem talentosa.

Melhor Ator Dramático: Hugh Laurie
Runner-up: Gary Sinise

Menções Honrosas: Charlie Hunnam, Donald Sutherland

Categoria sempre difícil para mim também, mas pelo motivo oposto de Melhor Atriz. Hugh Laurie sempre ganha, e depois eu fico que nem uma idiota tentando encontrar pelo menos mais dois nomes pra mencionar. A verdade é que vi muito pouco de Sons of Anarchy e Dirty Sexy Money. Os dois atores estavam ótimos, mas nem posso dizer que tenho um grande conhecimento de causa. E Sinise que eu também adoro e que é meu leading man em séries policiais preferido (no momento) ganhou um espacinho, porquê tem feito seu trabalho direitinho, independentemente de eu ser capaz de empatizar com ele ou não.

Melhor Ator de Comédia: Jim Parsons
Runner-up: Alec Baldwin

Menções Honrosas: Charlie Sheen, David Duchovny

Parsons é a melhor coisa a acontecer na comédia esse ano. O resto também me fez rir, mas não tanto.

Melhor Atriz Coadjuvante: Summer Glau
Runner-up: Dana Delany

Menções Honrosas: Elizabeth Mitchell, Sandra Oh, Kelly Rutherford, Lisa Edelstein, Jill Clayburgh, Katey Sagal

Glau é outra vitória incontestável. Headey pode até ter entrado na minha menção honrosa lá em cima, e eu a adoro desde Intrigas, mas nem eu consigo negar que a atriz que interpreta a robô Cameron é a alma de Terminator. E é a melhor personagem feminina do Fall Season. Delany marca presença porquê eu amei tudo o quê ela fez em DH na temporada passada e praticamente só me lembro da trama dela, o quê significa que todo o resto foi esquecível. Uma atriz que salva um temporada inteira de uma série assim merece lugar de destaque. As demais são todas ótimas, mas no caso de Mitchell, Oh, Rutherford e Edelstein, o roteiro nem sempre as ajuda. E no caso de Oh e Rutherford, elas próprias nem sempre se ajudam (tem atriz que faz mais com muito menos material). Mas ainda as adoro profundamente e mais frequentemente que não, elas conseguem ser o melhor ator em cena (tá, para Rutherford não é muito difícil, considerando os atores com ela contracena normalmente, tipo Blake Lively, Connor Paolo e Penn Bagdley).

Melhor Ator Coadjuvante: Michael Emerson
Runner-up: John Noble

Menções Honrosas: Justin Kirk, Matthew Gray Gubler, Glenn Fitzgerald, Jack McBrayer, Simon Helberg, Kunal Nayyar.

Não me perguntem de onde saíram tantos nomes. É incrível como apesar de existirem papéis masculinos principais incríveis, eu consigo citar muito mais nomes de atores coadjuvantes que me impressionaram. Cheguei a escrever Noble como o melhor do ano e depois me dei conta que tinha esquecido completamente de Emerson. Um lapso imperdoável, eu sei. O quê seria de LOST sem Benjamin Linus? Eu odeio Ben com todas as forças e ainda assim, o adoro e acho que ele é a única pessoa que tem a mínima idéia do quê diabos está se passando, o tempo todo. Emerson o construiu de maneira fantástica. Sua ambiguidade constante, seus maneirismos meio de nerd, mas que são assustadores ao mesmo tempo, tudo contribui para tornar Linus o melhor personagem na Tv atualmente.

Prêmio Especial para Melhor Série Velha que eu só fui ver esse ano: The Pretender
Runner-up: Huff

Menção Honrosa: Veronica Mars

Porquê eu sempre sou fisgada completamente por séries antigas? Ano passado não fiz essa categoria, mas considerando que as três séries acima estão entre o quê eu vi de melhor esse ano, superando, inclusive, grande parte do material inédito, elas tinham que aparecer de alguma maneira aqui. Ainda faço um texto especial sobre elas, juro.


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