Séries Addict

Archive for the ‘Men In Trees’ Category

CSI NY – 4×13 – All in the Family (MVP: Carmine Giovinazzo, Eddie Cahill, Jacqueline Pinol)

A temporada atual de CSI NY é uma das melhores atualmente no ar. E All in the Family não é exceção. A qualidade continua a mesma, os casos continuam ótimos, mas o melhor de tudo é que o show conseguiu criar uma cara própria e se diferenciar completamente de CSI e CSI Miami. Uma das distinções é a maneira como situações de drama pessoal são tratados. Em NY essas situações parecem ser mais cruas, e mais próximas do real. É fácil de acreditar que aquilo poderia acontecer, mas ainda assim há um pouco da frieza Nova Yorkina ali. A forma como as conseqüências da morte de Ruben Sandoval foram abordadas foi extremamente satisfatória. Na dose certa. O caso da semana também foi muito bom. Algo que eu adorei foi que a amizade de Flack e Danny teve um certo destaque. Eu amo Flack e a maneira como ele parece estar sempre se esforçando para ser o melhor amigo possível sem comprometer seu trabalho, seu dever. Não á toa, Giovinazzo e Cahill foram os grandes destaques em atuação.

Criminal Minds – 3×13 – Limelight
(MPV: Joe Mantegna, Andrea Roth)

Eu tomei um susto quando vi a terapeuta dos Outros! Mas Harper Andrea Roth, estava aqui para fazer um papel diferente, mas nem por isso menos controverso. Depois do episódio passado Criminal Minds acertou de novo ao construir personagens convidados que fogem completamente do estereótipo e do lugar comum. O final foi surpreendente. Eles poderiam ter se focado um pouco mais no desconhecido, no caso, nas vítimas. Mas eu só fiz essa avaliação quando vim escrever a review e acho que isso demonstra o quanto a trama me prendeu. A estória, que circundou Jill e Rossi, foi muito bem montada. A cena em que Rossi salva Jill foi de arrepiar. Mas apesar de muito bem feito aqui, eu espero que alienar todo o resto em prol de um ou alguns personagens não se torne uma constante. Em CM o principal é o criminoso.

Men In Trees – 2×15 – Wander/Lust (MVP: Seana Kofoed, Ty Olsson)

Tenho que registrar o meu descontentamento com a Warner. Tirar Men In Trees da grade do primetime, que agora exibe Friends em diversos horários, e jogá-la para Domingo foi simplesmente patético. Não fosse o fato de que eu estava na casa da minha tia, para o almoço de dias das mães, dando uma de antisocial e vendo TV no quarto dela, eu teria perdido esse episódio. É um desrespeito e assim que a Fall Season terminar, vou passar a acompanhar todas as séries do canal com a exibição americana. A primeira está sendo Big Bang Theory, e posteriormente virão Two and a Half Men, Without a Trace, Moonlight, Chuck e a própria Men In Trees. Mas falando de Wander/Lust, eu adorei ver outros lados do Jack. A Marin tem razão em ficar irritada, ele é todo secreto com ela, mas a tal da Júlia já o conhece como a palma da própria mão. Deu pena da Annie, o Patrick anda uma decepção desde que perdeu a memória. Ela não merecia isso. Já a trama de Jane e Sam foi a mais legal. Os dois são um doce de casal excêntrico. Mas honestamente, não importando o tamanho do diamante, eu não ia querer um anel de noivado acho no lixo não. Foi um episódio sem grandes acontecimentos, mas o que eu adoro em Men In Trees é justamente que ela trata desses pequenos acontecimentos, do cotidiano.

CSI: NY – 4×12 – Happily Never After

Quando eu era criança, meu livro favorito era Peter Pan e Wendy. E com todas as referências a esse clássico da literatura infanto-juvenil, esse episódio de CSI: NY não tinha como não me fisgar. Ao desenrolar-se, o caso mostra um grupo de pessoas que assim como Peter querem preservar-se crianças, mas para isso fazem uso de uma droga poderosa e organizam festas em salas invadidas de Jardins da Infância. Esse foi um jeito bem original e contemporâneo de recriar o conto. Mas é também irônico, sem mencionar que existe uma certa crueza em colocar o acordar para a realidade adulta, representada pelo amor entre os dois protagonistas na estória inglesa, com o despertar da vítima, após o efeito da droga passar, durante um estupro. No outro caso da noite, o da rica empresária que aparece morta no meio à falsa neve em seu hotel, a questão da autoria do crime foi resolvida de maneira fraca, mas a maneira como ela foi morta foi interessante. Eu adoro os simbolismos nos roteiros de CSI, e esse foi mais um deles, com a vítima que era considerada uma Rainha de Gelo, por sua frieza e maldade no trato com seus empregados, morrendo de “coração congelado”.

Two and a Half Men – 5×13 – The Soil is Moist

Só eu estou com a impressão de que Two and a Half Men está esgotando-se em sua fórmula. The Soil is Moist foi como qualquer outro episódio da série, porém um pouco mais cansativo pela própria razão de ter sido sentido por min como repetitivo. As inseguranças de Alan às vezes parecem evoluir e então, em episódios como este, regredir. E precisam dar Charlie alguma coisa para fazer no episódio além de comentar com humor negro tudo o que se passa com Alan. Charlie Sheen é melhor do que isso. John Gryer também.

Men In Trees – 2×14 – Get a Life

Eu acho que Men In Trees está indo pelo mesmo caminho de Two and a Half Men. Nós já vimos as dificuldades de Marin de se adaptar de uma vida isolada e quieta, e que em nada se parece com a badalada New York. A essa altura, é difícil acreditar que ela ainda esteja tão apegada à Big Apple. A loura precisa de novas estórias e James Tupper, seu colega de cena, precisa de noas expressões faciais. A trama de Sara e Eric foi clichêzinha, mas fofa. E de quebra o ator Nicholas Lea canta super bem. Os demais plots foram clichê e só.

Criminal Minds – 3×12 – 3rd Life

3rd Life foi provavelmente o melhor episódio dessa temporada de Criminal Minds e essa é uma grande realização considerando que esta está excelente, e teve episódios de nível altíssimo. A estória foi muito interessante e aquele fim foi tão inovador que me deixou surpresa e ao mesmo tempo satisfeitíssima com os roteiristas. Outro acerto foi escalar adolescentes para interpretar adolescentes, o quê não é tão comum na TV e deu ainda mais veracidade ao drama, especialmente com a escalação de Hayley McFarland como Katie, que invocou toda uma aura de inocência e vulnerabilidade que tornou o crime do episódio ainda mais hediondo.

Essa semana eu não vi muita coisa na Tv a Cabo. Perdi Without a Trace, perdi Californication e nem me lembro o que mais. Quando você não consegue se lembrar de tudo o que você anda acompanhando, acho que é um sinal sério de que se anda vendo séries demais. Mas eu simplesmente vou ficar em negação, ok?

Uggly Betty – 1×03 – Queens of the Night – 9 (MPV: America Ferrera, Vanessa Williams, Becki Newton, Michael Urie)

Whilhemina, Marc e Amanda são terríveis, mas ao mesmo tempo, não pra não gostar deles. Acho que Whilhemina tem muito de Miranda em Prada. Ela pode ser uma arrogante de nariz em pé, mas é inegável que ela é extremamente competente (muito mais que o Daniel), além de uma mulher elegante e segura. Bom, a esse último tem de se fazer a exceção de quando ela está na presença do senador. Não é fácil crescer sob expectativas enormes, eu sei disso. E acho que esse é um tema recorrente em Betty. Os pais, seja o Slater, o Meade ou mesmo o pai de Betty, esperam o melhor de seus filhos (é claro que o de Betty se comporta de uma maneira diferente, mas que filho desconhece as verdadeiras expectativas dos pais?). Nesse sentido, acho que Betty poderia se aproxima em personalidade ainda mais de Wilhemina, pois as duas são batalhadoras e vão atrás do que querem, enquanto Daniel parece constantemente perdido e não hesita em deixar todo mundo a par da injustiça de seu preterimento por parte do pai. Homens são mesmo uns bebês chorões, hein? Acho que é por isso que o mundo da moda é das mulheres e dos gays. Nós já estamos acostumados a sermos criticados e maltratados, e já sabemos seguir com a cabeça erguida. Agora, quem não morreu de vergonha alheia pela Betty “arrumada”?

Men In Trees – 2×03 – No Man is an Iceland – 9 (MPV: Anne Heche, Abraham Benrubi)

Eu sabia que uma hora ou outra Cash partiria. Mas foi tão cedo. E estava tão na cara que algo estava prestes a rolar entre ele e Marin. Agora que Jack terminou com Lynn, todo mundo em Elmo já considera ele e Marin um casal, e acho que nenhum dos dois gosta dessa certeza, porque da primeira vez já houve um imprevisto que os separou. O episódio foi divertido, com os preparativos do casamento e a volta de George, mas o que mais marcou foi mesmo a despedida do Cash.

Without a Trace – 6×02 – Clean Up – 9 (MPV: Stefanie Black)

A série de Jack Malone e companhia deve ser a série a evitar as saídas mais fáceis com maior competência e sucesso entre todas as séries. Esse episódio, sobre um cara que fazia limpeza de cenas do crime e sua filha, terminou não sendo sobre o mundo do crime, mas sobre sua filha, que sofria por estar acima do peso. Bem escrito, dirigido e atuado, e tocante, como todo bom episódio de Without a Trace.

Cane – 1×02 – The Work of a Business Man – 5 (MPV: Polly Walker)

Eu continuei achando Cane uma série enfadonha. Tenho que dizer que ela simplesmente não é pra min. Não consegue me agradar de jeito nenhum e acho que nem Polly Walker pode salvar meu já falido relacionamento com a série. Isso significa que não a verei mais.

The Big Bang Theory – 1×02 – The Big Bran Hypothesis – 7,5 (MPV: Jim Parsons)

Digam o que quiserem, mas eu estou achando a série divertidinha. Da mesma maneira que Cane, ela não tem nada de especial, mas a meia hora que eu passo assistindo-a passa tão rápido e de maneira tão leve, que eu tenho porquê abandoná-la. Até porque, eu preciso de um prelúdio para Two and a Half Men.

Two and a Half Men – 5×02 – Media Room Slash Dungeon – 8 (MPV: Holland Taylor, Charlie Sheen, Jon Cryer)

Charlie decidindo que passar tempo com sua mãe foi original? Eu pergunto sinceramente porque tenho a impressão de que isso já aconteceu no show, mas não consigo me recordar. De qualquer maneira, os diálogos foram inspirados e divertidos e como se podia esperar Charlie não conseguiu mudar sua natureza, nem Evelyn. Mas nada superou Alan e sua namorada maluca. Ela ligando da cama para o psicólogo foi a melhor cena do episódio.

Californication – 1×02 – Hell-A Woman – 9,5 (MPV: Davind Duchovny)

Eu amo o Hank. Ele é quase um Charlie, numa versão mais séria e deprimida, só que eu acho que apesar da inconveniência e dos inúmeros defeitos o Hank possui uma lucidez tão grande. Provavelmente vai ser um daqueles personagens de série inesquecíveis. Duchovny está maravilhoso. É impossível não torcer por ele.

Ugly Betty – 1×02 – The Box and the Bunny – 9,5 (MPV: America Ferrera, Becki Newton, Michael Urie)

É, definitivamente estou apaixonada por Betty. Acho que nem tenho muito o que falar da série a não ser que ela é extremamente divertida, apesar de se valer de todos os exageros possíveis. Betty, Marc e Amanda são sensacionais, adoráveis e hilários. E a trama com coelhinho seqüestrado e livro roubado poderia ter sido brega, mas foi ótima.

Men In Trees – 2×02 – Chemical Reactions – 9 (MPV: Anne Heche, Abraham Benrubi)

A série tem mantido a qualidade, e esse episódio não foi diferente. O que eu mais gosto em Men é o roteiro sempre amarradinho em torno de um tema e as metáforas para relacionamento que eles criam. É realmente difícil conseguir algo novo pra escrever a cada semana, especialmente se o tema é o mesmo. Mas é claro que o elenco carismático ajuda a série a ser boa. O recém chegado a Elmo, Scott Erold, tem feito um excelente trabalho como Cash e é impossível não torcer pra ele ficar com Marin. A competição de quem cozinha melhor foi excelente porquê foi bom ver que os dois tem um lado muito jovial e outro bem maduro.

Ugly Betty – 1×01 – Piloto – 9

Eu protelei esse momento o máximo que eu pude. Nem foi tanto o preconceito, porque dramalhão colombiano por mexicano, eu era telespectadora assídua do último. Mas a temporada passada teve muita coisa boa pra ver e na época eu era usuária de Internet discada, de maneira que baixar CSI e LOST toda semana já era o suficiente pra me atolar (os downloads simplesmente nunca terminavam). Com a Sony nos fazendo o favor de finalmente estrear este grande sucesso, eu pude conferir a comédia. E é claro que amei. Tinha como não amar? Eu sou fã declarada da moda, não tem Fashion Rio que eu não esteja na platéia e apesar de achar que os fashionistas sã muito mais normais do que todo mundo pensa (ou eu que sou muito mais anormal do que penso), eu adoro toda essa cultuação de estereótipos engraçadinhos em torno desse mundo que nem eu sou maluca de dizer que não é pedante. Betty é exagerado e adorável. America Ferrera já no piloto prova ter merecido a enxurrada de prêmios que recebeu, ela é carismática ao extremo. A direção acerta o tom em cheio. A série é simplesmente deliciosa e não dá pra ficar triste sabendo que eu ainda tenho tantos mais episódios de bastidores do mundo da moda.


Men In Trees – 2×01 A Tree Goes in Elmo – 9,5

Eu nem fiquei irritada com a maneira como encerraram Men In Trees, porque eu só fui acompanhar a série na reprise (portanto vi finale e estréia em seqüência), mas esse episódio seria uma finale muito melhor do que o episódio anterior. Ele certamente passa a sensação de ser o final de um ciclo e o começo do outro. A idéia de fazer rima entre os acontecimentos de Elmo e um conto de fadas foi excelente, apesar de que se Frist fosse uma princesa, seria uma pra lá de atrapalhada. Apesar de eu adorar o Jack, Marin e Cash fazem um casal muito divertido. Mas a loura já percebeu que suas raízes estão se aprofundando na cidadezinha e Cash não parece do tipo que vai querer viver o sonho americano na versão gelada. Men In Trees passou de série pela qual eu não tinha nenhum interesse pra uma das séries preferidas no Fall Season da Warner. Então, se você ainda não deu sua chance a Marin, vá por min, tente.

 

Estava vendo Men In Trees essa semana e estava pensando que realmente não sei porque gosto dessa série, mas gosto. Men In Trees é a típica série que é colocada na categoria mulherzinha, fala da busca pelo amor verdadeiro e de problemas de relacionamentos, assuntos do qual não sou particularmente fã. Apesar disso, acompanhei Sex in the City inteira e agora caio nos braços da série de Heche, de quem também não gosto nenhum pouco.
Não a considero uma grande atriz e nunca empatizei com ela, mas aqui ela está bem, natural e levando sua Marin Frist no tom certo, o que é uma amostra de extrema competência considerando-se que o material caminha perigosamente entre o piegas e pastelão, sem jamais cair em nenhum dos dois, o que não é mérito só de Heche, mas também dos roteiristas, diretores e resto do elenco, que fazem de Men In Trees aquela série levinha que eu assisto pra passar o tempo.

Depois das duas surpresas ótimas que tive com com a saga de Carrie Bradshaw e suas amigas e as desventuras de Marin Frist no Alasca resolvi dar uma chance a Lipstick Jungle. E bom, me lembrei de porque sempre tive preconceito com séries assim. Lipstick é planfetária e artificial, e além de servir como uma ótima vitrine de couture, não funcionou comigo. A produção é até caprichada, além do figurino, Lipstick tem cenários charmosos como os apartamentos das três protagonistas e uma edição elegante, como no momento em que Wendy está passando batom em seu banheiro e nós somos transportados para o apartamento de Nicco, onde essa faz a mesma coisa.
Mas em matéria de conteúdo, Lipstick Jungle peca. Wendy, Nicco e Victory são as três mulheres bem sucedidas que tem que lutar contra o preconceito, as críticas e manter a vida pessoal em dia ao mesmo tempo. A idéia não precisava ser original, mas o desenvolvimento da idéia precisa trazer algo de novo, ou ao menos algo de adorável para que a história dessas mulheres não se torne um discurso irritante e fútil. Acho que a grande salvação de Lipstick seria desenvolver mais suas personagens, dando espaço para o público se identificar com seus dilemas e para suas atrizes fazerem um trabalho de maior destaque.
A maior decepção foi Kim Raver, já que eu sempre fui fã da Audrey de 24 Horas, sempre senti grande empatia por ela, e não estava realmente esperando nada sensacional para me impressionar, apenas sua simpatia mesmo. Mas sua Nicco, especialmente no começo, não passa emoção e é quase antipática.
Talvez seja algo completamente subjetivo, em que aquelas mulheres apenas não se fizeram verossímeis para min, talvez a série seja medíocre mesmo, fato é que já fiquei com o pé atrás com Cashmere Mafia. Talvez não sem razão.


Categorias

Comentários

luiz augusto em The Day of the Triffids
karina em Much I Do About Nothing…
andreia em Eles estão voltando…

Blog Stats

  • 207.313 hits

Todas as atualizações do seu blog favorito

Me Adicione no Technorati

Add to Technorati Favorites