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Archive for the ‘Terminator’ Category

E depois da ausência justificada semana passada, o Top 10 volta essa semana. Um pouco atrasado, e com a ausência de Being Human, que eu ainda não assisti, mas volta. A maioria das reviews desses episódios não foram ao ar, mas elas irão aparecer por aqui.

1. Damages – 2×08 – They Had to Tweeze That Out of My Kidney (MVP: Glenn Close)
2. United States of Tara – 1×06 – Transition (MVP: Toni Collette, Rosemarie DeWitt)
3. Nip/Tuck – 5×21 – Allegra Caldarello (MVP: Roma Maffia)
4. Terminator: The Sarah Connor Chronicles – 2×16 – Some Must Watch While Some Must Sleep (MVP: Lena Headey)
5. Trust Me – 1×05 – Way Beyond the Call (MVP: Griffin Dunne)
6. Criminal Minds – 4×16 – Pleasure Is My Business (MVP: Thomas Gibson, Brianna Brown)
7. Lost – 5×07 – The Life and Death of Jeremy Bentham (MVP: Terry O’Quinn, Michael Emerson)
8. 30 Rock – 3×12 – Larry King (MVP: Tina Fey, Alec Baldwin)
9. House – 5×16 – The Softer Side (MVP: Hugh Laurie)
10. CSI NY – 5×16 – No Good Deed (MVP: Gary Sinise)

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Semana difícil. Vários episódios foram excelentes, os melhores de suas respectivas temporadas. Então, digamos que é um empate entre os sete primeiros.

1. Grey’s Anatomy – 5×15 – Before and After (MVP: Kate Walsh)
2. Lost – 5×05 – This Place is Death (MVP: Terry O’Quinn)
3. Criminal Minds – 4×14 – Cold Comfort (MVP: Joe Mantegna)
4. Fringe – 1×14 – Ability (MVP: Anna Torv, Jared Harris)
5. Private Practice – 2×16 – Ex Life (MVP: Kate Walsh, Patrick Dempsey)
6. The Big Bang Theory – 2×15 – The Maternal Capacitance (MVP: Christine Baranski, Jim Parsons)
7. Damages – 2×06 – Pretty Girl in Leotard (MVP: Marcia Gay Harden, Ted Danson)
8. The United States of Tara – 1×04 – Inspiration (MVP: Toni Collette)
9. Terminator: The Sarah Connor Chronicles – 2×14 – The Good Wound (MVP: Lena Headey)
10. The New Adventures of Old Christine – 4×15 – Reckless Abandonment (MVP: Julia Louis-Dreyfus, Hamish Linklater, Michaela Watkins)

Lendo alguns textos sobre o retorno da série, eu vi que várias pessoas ficaram decepcionadas com esse episódio. Eu sei que vou na contramão da maioria dos fãs da série quase sempre. Eu adoro Sarah enquanto a grande maioria das pessoas não a suporta, muitos comparando-a com o trabalho de Linda Hamilton no filme (o quê eu estou começando a achar que é equivalente àquelas comparações entre livro/obra original e filme/adaptação, ou os fãs não aceitam a versão nova de jeito nenhum ou aceitam cegamente). Eu acho John um chato e mesmo tendo a idade aproximada do personagem, não consigo entender seus chiliques que supostamente são coisa de adolescente (todo mundo tem pais super protetores e com expectativas sufocantes para o nosso futuro, get over it!). E eu adorei esse episódio.
The Good Wound realmente é um episódio que não tem muita ação e também não traz revelações bombásticas. É um episódio simples, centrado na protagonista da série e dedicado a dar continuidade aquilo que eu já havia notado anteriormente, a perda da sanidade de Sarah. Eu sei que no filme ela já é louca há anos, mas na série ela nunca foi realmente insana. Mas desde que os três pontos apareceram, sua paranóia aumentou exponencialmente, ela passou a ter visões, sonhos, alucinações. Ela está mais vulnerável, mas ao mesmo tempo, seu isolamento do resto dos personagens cresce á medida que ela se refugia dentro de si mesma. Considerando tudo o quê ela já sofreu, é normal que seu cérebro tente encontrar uma maneira de protegê-la. E essa maneira parece ter sido Kyle Reese.
Eu assisti o primeiro Terminator em algum ponto da minha vida e conheço a estória, mas ao contrário do segundo, que eu já revi milhões de vezes, fazem anos que não vejo o primeiro episódio da franquia e eu me lembro muito pouco dele. Certamente não me lembro do Kyle Reese original. Portanto, sem comparações, eu adorei Jonathan Jackson. Mesmo não sendo real, ele se estabelece muito bem como o único apoio de Sarah. A única pessoa a quem ela pode se imaginar recorrendo e confiando, a ponto de sua mente ter que recriá-lo para ela conseguir sobreviver.

E Lena Headey, interpretando talvez o momento mais difícil de sua personagem na série, tem sua melhor atuação. Ver Sarah confrontando sua mortalidade e sentindo medo por si mesma, ao invés de por John, foi no mínimo diferente. Dessa vez a prioridade era ela, e ficou claro que ela estava aterrorizada. Quando se trata de proteger John, de salvar o mundo, de lidar com robôs, ela é tão hábil que já age no piloto automático. Mas como já mostraram várias vezes na série, seres humanos não são realmente o forte dela. Nem mesmo quando o ser humano é ela mesma.
É claro que foi uma coincidência gigantesca ela raptar justamente uma médica com problemas de abuso e perseguição, Felicia Burnett. Talvez fosse mais interessante ela escolher um refém que fosse hostil e não facilitasse a vida dela, mas eu gostei da relação daquelas duas mulheres que já sofreram tanto. Eu gostei do fato da Sarah ter tropeçado em uma alma gêmea, mesmo que sua história fosse uma mentira. Tanto quanto é uma guerreira, Sarah é uma vítima. Felicia era o quê ela precisava naquele momento, e vice-versa. E Laura Regan fez uma boa participação, que agregou muito ao episódio.
No outro núcleo, vemos que John Henry está se desenvolvendo muito rápido e que Ellison já começa a perder o controle sobre a máquina (se é que algum dia ele o teve). As intenções de Catherine Weaver não estão claras, e eu não sei nem por onde começar a especular. A esse ponto me parece que ela está tentando melhorar ainda mais a Skynet desde o seu princípio, para garantir a superioridade das máquinas no futuro. E a presença de James seria para que desde o começo as máquinas tivessem o conhecimento de como a mente humana funciona, talvez para eliminar a necessidade de estudá-los mais a frente. Mas seja o quê for, eu simplesmente gosto de ver Shirley Manson no papel da segunda melhor máquina do show enganando todo mundo e eliminando qualquer um que se prove uma ameaça aos seus planos.
A melhor máquina da show, Cameron, infelizmente apareceu muito pouco e fez menos ainda. Culpa da continuação da trama idiota da tentativa de suicídio da Riley. Eu gostei muito de como Derek lidou com a situação, e até a atitude da Jesse foi acertada. Mas ainda assim foi a parte mais desinteressante e tediosa de The Good Wound, e eu só quero ver quanto tempo ainda levará para que John descubra que Riley foi implantada na vida dele com um propósito.

Só lembrando que por 2008 inclui-se o ano todo, e não só a Fall Season. Além disso, ao começar a fazer essa lista eu tentei pensar em todos os nomes mais mencionados, os queridinhos da crítica e dos formadores de opinião (bloggers), os concorrentes aos principais prêmios. O problema é que quase nenhum entra nessa lista simplesmente porquê eu não estou assistindo a quase nenhum. Assim que eu me deixei levar, a lista saiu facilmente. E eu honestamente não vou colocar na minha cabeça que eu só vejo porcaria, porquê eu acho que não é bem por aí. Cada série nessa lista, cada ator, tem uma razão para estar ali. Mas não vou mentir que essa lista é extremamente subjetiva. Apesar do nome do post, essa é uma lista das coisas que eu mais adorei esse ano, que mais me comoveram, surpreenderam ou excitaram. Que sob o meu olhar, foram destaque de alguma maneira. E se é uma lista no mínimo diferente, eu espero que sirva para interessar as pessoas em coisas que estão aí, no ar, e que elas desconhecem o quão boas são. Eu também tenho a mania de incluir alguns atores em séries que eu não vi inteiras, mas não consigo incluir séries cujos episódios eu tenha perdido. Isso explica por exemplo a presença de Duchovny, mas a ausência de Californication.

Melhor Série Dramática: LOST
Runner-up: Criminal Minds

Menções Honrosas: Lipstick Jungle, House, Terminator: Sarah Connor Chronicles, CSI:NY

Foi difícil escolher. As duas séries no topo me deixaram na ponta da poltrona, me mordendo, falando com o PC, rindo e chorando. LOST foi uma série que me conquistou desde o início, e com a qual eu me revoltei em ocasiões, quase abandonei durante a segunda temporada (que eu odiei, period), mas que me emocionou muitas e muitas vezes e sempre consegue puxar o tapete de debaixo dos meus pés. Eu achei essa quarta temporada brilhante. Reclamei de várias coisas, mas qualquer que seja a série, eu sempre tenho reclamações a fazer, algumas completamente irracionais até. Já CM foi crescendo sutilmente no meu gosto. Antes um policial que eu considerava inteligente e tecnicamente bem feito, mas que ficava abaixo em preferência das franquias CSI, Criminal Minds conseguiu me conquistar completamente e se tornar meu show investigativo favorito, e surpreendentemente foi o quê vi de melhor na Fall Season. Lipstick aparece logo depois, me surpreendendo completamente com uma segunda temporada cativante depois da medíocre primeira. House até está tendo uma temporada que não é a sua melhor, mas eu ainda estou gostando. E esse posicionamento aqui também é, em grande parte, responsabilidade do final da quarta temporada, que foi inquestionavelmente fantástico. Sarah Connor foi uma grande descoberta. Gostei, apesar de implicar com um milhão de coisas. A primeira temporada (que eu vi na Warner, na época em que eles ainda eram canal de séries) me agradou bem mais, mas a segunda pode surpreender agora mais para o final, com as pontas se amarrando. E CSI:NY é aquela série que é tecnicamente tão impecável, que eu não consigo deixá-la de fora de uma lista dessas, apesar de eu considerá-la um pouco fria, e ter problemas pra gostar dos personagens. É simplesmente A série na qual eu não vejo defeito nenhum (além do supra citado).

Melhor Série Comédia: Big Bang Theory
Runner-up: 30 Rock

Menções Honrrosas: The New Adventures of Old Christine, Weeds, Two and a Half Men

Eu não sei como isso aconteceu, mas 30 Rock foi completamente desbancada. A série cômica que atualmente mais me surpreende, agrada e, o principal, faz rir, é Big Bang. Ainda assim, tem espaço aqui para menções a sempre primorosa 30 Rock (a CSI: NY cômica), Old Christine (que eu amo demais), Weeds (que eu amo demais também) e Two and a Half Men (que se repete o tempo todo, e me deixa com a impressão de que eu estou vendo coisas repetidas todo episódio, mas me faz rir mesmo assim).

Melhor Atriz Dramática: Paget Brewster
Runner-up: Kim Raver

Menções Honrosas: Leighton Meester, Lena Headey, Melina Kanakaredes

Essa é uma categoria extremamente perniciosa para mim. Eu nunca escolho os mesmos nomes que a maioria das pessoas e quando eu começo a colocar os nomes no papel, eu sempre fico com dó de escolher só uma. Ser uma leading lady não é fácil. Nem todos os papéis da Tv são bons ou profundos o suficiente, e sempre parece que os homens ficam com os mais legais. A Leighton Meester, por exemplo, quase entrou como runner-up e até mesmo pensei em colocá-la no posto máximo. ADORO Blair. Ela é uma personagem feminina, jovem e é politicamente incorreta o suficiente para eu considerá-la uma das melhores coisas na Tv atualmente. E sua intérprete, Meester, é simplesmente perfeita. Mas apesar de continuar sendo a alma de Gossip Girl, acho que Blair perdeu um pouco de seu ardor e acho que Raver e Brewster acabaram batendo Meester pelas primeiras posições por terem sido mais memoráveis na minha cabecinha. Raver, de quem eu sempre gostei, é a alma de sua série. Sim, sua personagem Nico perde de longe para Blair. Ela é mais quadradinha, mais dramática, tem menos edge (não consigo achar uma palavra melhor). Mas ela é mais profunda, mais sutil e atuação de Kim me tocou mais fundo. Já Brewster pode ser uma escolha que ninguém vai entender e muitos virão aqui dizer que ela é coadjuvante, mas eu acho que ela está assumindo o posto de protagonista feminina de CM e com louvor. Repentinamente a personagem evoluiu enormemente frente aos meus olhos e eu ainda estou boba. E é tudo trabalho de Brewster, porquê apesar de sua Emily Prentiss estar ganhando destaque, a verdade é que os personagens principais tem poucas chances em dramas procedurais como Criminal Minds para expor algum traço marcante de personalidade e conquistar o espectador. E ela conseguiu me conquistar.

Melhor Atriz de Comédia: Tina Fey
Runner-up: Mary Louise Parker

Menções Honrosas: Julia Louis-Dreyfous, Eva Longoria

Parker perdeu seu lugar de honra para Fey, porquê a intérprete de Liz Lemon tem feito muito, muito bonito como a escritora nerd do The Girlie Show. Ainda assim, Parker arrasou o suficiente para estar bem pertinho dela no topo. E o mais importante é que ela conseguiu passar grande parte da temporada sendo apenas boa e em uma cena, conseguiu deixar todos os fãs aplaudindo sua atuação de pé. Dreyfous sempre me faz rir, ela é o Charlie Sheen mulher para mim. E Longoria teve uma temporada sensacional e está finalmente mostrando que é, de fato, uma atriz bem talentosa.

Melhor Ator Dramático: Hugh Laurie
Runner-up: Gary Sinise

Menções Honrosas: Charlie Hunnam, Donald Sutherland

Categoria sempre difícil para mim também, mas pelo motivo oposto de Melhor Atriz. Hugh Laurie sempre ganha, e depois eu fico que nem uma idiota tentando encontrar pelo menos mais dois nomes pra mencionar. A verdade é que vi muito pouco de Sons of Anarchy e Dirty Sexy Money. Os dois atores estavam ótimos, mas nem posso dizer que tenho um grande conhecimento de causa. E Sinise que eu também adoro e que é meu leading man em séries policiais preferido (no momento) ganhou um espacinho, porquê tem feito seu trabalho direitinho, independentemente de eu ser capaz de empatizar com ele ou não.

Melhor Ator de Comédia: Jim Parsons
Runner-up: Alec Baldwin

Menções Honrosas: Charlie Sheen, David Duchovny

Parsons é a melhor coisa a acontecer na comédia esse ano. O resto também me fez rir, mas não tanto.

Melhor Atriz Coadjuvante: Summer Glau
Runner-up: Dana Delany

Menções Honrosas: Elizabeth Mitchell, Sandra Oh, Kelly Rutherford, Lisa Edelstein, Jill Clayburgh, Katey Sagal

Glau é outra vitória incontestável. Headey pode até ter entrado na minha menção honrosa lá em cima, e eu a adoro desde Intrigas, mas nem eu consigo negar que a atriz que interpreta a robô Cameron é a alma de Terminator. E é a melhor personagem feminina do Fall Season. Delany marca presença porquê eu amei tudo o quê ela fez em DH na temporada passada e praticamente só me lembro da trama dela, o quê significa que todo o resto foi esquecível. Uma atriz que salva um temporada inteira de uma série assim merece lugar de destaque. As demais são todas ótimas, mas no caso de Mitchell, Oh, Rutherford e Edelstein, o roteiro nem sempre as ajuda. E no caso de Oh e Rutherford, elas próprias nem sempre se ajudam (tem atriz que faz mais com muito menos material). Mas ainda as adoro profundamente e mais frequentemente que não, elas conseguem ser o melhor ator em cena (tá, para Rutherford não é muito difícil, considerando os atores com ela contracena normalmente, tipo Blake Lively, Connor Paolo e Penn Bagdley).

Melhor Ator Coadjuvante: Michael Emerson
Runner-up: John Noble

Menções Honrosas: Justin Kirk, Matthew Gray Gubler, Glenn Fitzgerald, Jack McBrayer, Simon Helberg, Kunal Nayyar.

Não me perguntem de onde saíram tantos nomes. É incrível como apesar de existirem papéis masculinos principais incríveis, eu consigo citar muito mais nomes de atores coadjuvantes que me impressionaram. Cheguei a escrever Noble como o melhor do ano e depois me dei conta que tinha esquecido completamente de Emerson. Um lapso imperdoável, eu sei. O quê seria de LOST sem Benjamin Linus? Eu odeio Ben com todas as forças e ainda assim, o adoro e acho que ele é a única pessoa que tem a mínima idéia do quê diabos está se passando, o tempo todo. Emerson o construiu de maneira fantástica. Sua ambiguidade constante, seus maneirismos meio de nerd, mas que são assustadores ao mesmo tempo, tudo contribui para tornar Linus o melhor personagem na Tv atualmente.

Prêmio Especial para Melhor Série Velha que eu só fui ver esse ano: The Pretender
Runner-up: Huff

Menção Honrosa: Veronica Mars

Porquê eu sempre sou fisgada completamente por séries antigas? Ano passado não fiz essa categoria, mas considerando que as três séries acima estão entre o quê eu vi de melhor esse ano, superando, inclusive, grande parte do material inédito, elas tinham que aparecer de alguma maneira aqui. Ainda faço um texto especial sobre elas, juro.

Minha lista de pedidos de Natal que só Papai Noel pode resolver.

10. Que os canais de série no Brasil voltem a demonstrar um mínimo de competência.

Eu posso até não depender deles, mas muita gente ainda depende. E PAGA por isso. E para mim, isso é motivo o suficiente para os sinais de amadorismo e negligência sumirem em um milagre de Natal. A FOX me fez parar de ver meia dúzia de séries que eu acompanhava só pelo canal quando mudou a programação toda para o dublado (quando chegaram as legendas, eu já tinha abandonado tudo e não voltei). A Sony apresentou um monte de problemas técnicos. A Warner resolveu virar canal de filmes. Por favor, Papai Noel, dê um pouco de simancol para os executivos dos canais de Tv a cabo.

9. O não cancelamento de Sarah Connor Chronicles e Fringe pela FOX americana.

A audiência está baixa. As críticas se dividem. O próprio público se divide. Alguns gostam de um certo episódio, outros não. Fringe parece melhorar a cada episódio e Sarah Connor vem mantendo uma qualidade boa, mas tentando algo diversificado a cada episódio que vai ao ar. Só que os números não estão bons, e duas das séries que eu mais curto nesse momento podem não sobreviver. Por favor, Papai Noel, não deixe a FOX cancelar Sarah Connor e Fringe.

8. Um décimo da inteligência de Sheldon

Acho que nem precisa explicar o pedido, né? E nem é muita coisa, né? Só um décimo. Nada demais. Por favor, Papai Noel.

7. Uma vida igual de Nico Reilly, daqui há alguns anos

Tá, a vida da protagonista de Lipstick Jungle é complicada, especialmente no tocante relacionamentos amorosos. Mas ela tem o emprego dos sonhos, um apartamento sensacional e o guarda-roupa que qualquer mulher deseja. Namorou o perfeitíssimo Kirby. É brilhante e todos sabem disso. Transborda classe, dignidade e franqueza. Tem as melhores tiradas e as melhores amigas que se pode querer. É linda, apesar da idade. Por isso, por favor Papai Noel, dê uma mãozinha para que com trabalho duro (vamos combinar que é necessário), eu consiga ser igual a Nico Reilly quando crescer.

6. Todo o figurino de Blair Waldorf

Outro que é auto-explicativo. Se eu tivesse milhões de dólares, compraria eu mesma. Mas como não tenho, tenho que esperar a boa vontade do Papai Noel em deixar todos os Chanel, Gucci, Chloé e Dior fabulosos de Blair na minha janelinha.

5. A morte de Horatio Caine

É improvável, porquê ele é protagonista da série. Mas audiência a parte, acho que muita gente me apoiaria (não é porquê vemos a série, que gostamos de Caruso). Tá, acreditar que CSI Miami vá um dia se tornar uma série no nível de CSI, CSI NY ou Criminal Minds é praticamente a mesma coisa que acreditar em Papai Noel. E eu tenho que me fazer desistir da série (repito isso que nem um mantra na minha cabeça, mas ainda não consegui. Os ex-fumantes, álcoolatras, chocólatras e etc de plantão têm alguma dica?) Só queria que Caruso saísse da série. Com a onda de troca de elenco que andamos tendo, não é tão absurdo assim.

4. Um Emmy para Elizabeth Mitchell

Tá, o texto dela nessa quarta temporada não foi lá essas coisas; o quinteto romântico (ou pentágono) foi constrangedor; e vê-la tornar-se uma espécie de sombra do Jack quando nós sabíamos que ele estava com Kate no futuro mais ainda. Porém, Elizabeth é uma atriz sensacional, que trabalhou bem mesmo com o pouco que lhe deram e o Emmy está em dívida com ela por a terem ignorado pela terceira temporada. Além disso, o Emmy é só em Setembro e na quinta temporada as coisas tem tudo para melhorar para o lado dela. Vou sentar e esperar como uma boa menina Papai Noel, mas o senhor vai precisar dar uma ajudinha a longo prazo aqui.

3. Um Emmy para Michael Emerson

Também não acho que precise comentar. Todo mundo sabe que ele é o melhor ator de LOST atualmente, dono do melhor personagem e é como se fosse o protagonista hoje em dia (Jack quem?). Benjamin Linus e Emerson são a alma de LOST. E já deveriam ter levado a droga do Emmy há muito tempo!

2. Uma Terceira Temporada para Lipstick Jungle

Toda vez que digo para alguém que não está assistindo que essa é uma das melhores coisas da temporada, a pessoa torce o nariz. A verdade é que depois de uma primeira temporada medíocre, Lipstick Jungle renasceu das cinzas. É outra série. E eu estou apaixonada. Mas a audiência está baixa demais e ela foi cancelada. Ou não. A verdade é que ninguém sabe ao certo e a série parece estar em uma espécie de limbo enquanto os executivos esperam que ela milagrosamente ganhe mais um milhão de telespectadores. Em uma noite de sexta-feira. Só se o bom velinho mexer uns pauzinhos, né?

1. O Terceiro Filme de The Pretender

Tá, a série é jurássica (qualquer coisa que tenha ido ao ar quando eu tinha apenas cinco anos de idade pertence aos livros de história). Mas eu fui vê-la apenas no hiatus do meio desse ano (porquê aos cinco anos de idade, eu via Tv Colosso, não série americana) e me apaixonei. Mas a série não tem fim. É cancelada, vai para uma trilogia de filmes para Tv e não tem terceiro filme! Os produtores fizeram Tin Man (que eu não vi, é boa?), mas fora isso, não engataram mais nada. Então o quê eles estão esperando? Andrea Parker e Michael T. Weiss ficarem com 60 anos? Eu preciso de respostas, e nem mesmo me importo em como elas virão, desde que venham. Façam um desenho animado tosco e coloquem no YouTube. Só acabem com essa agonia minha de não saber se Miss Parker e Jarod finalmente vão fugir juntos para bem longe do Centro.

Quais são os pedidos de vocês?

Terminator: Sarah Connor Chronicles – 2×13 – Earthlings Welcome Here (MVP: Lena Headey)

Depois de dois episódios como quase figurante, com pouco tempo de tela e nada de muito relevante para fazer, Sarah ganha um episódio centrado nela. Já que Cameron e Derek também tiveram os seus, acho que John será o próximo, o quê pode ser muito bom, ou muito ruim. Sua aparição aqui serviu apenas para que soubéssemos como Riley foi parar no passado (ela é do futuro) e como está sendo manipulada por Jesse para afastar John “dela” (parece ser Cameron, mas eu ainda acho que pode ser a própria Sarah). E em uma trama que deve focar John e Riley, a Summer Glau ainda rouba completamente a cena.
Sarah persegue sua obsessão com os três pontos e vai parar em uma daquelas convenções sobre OVNIs. Lá, ela encontra-se com um homem disfarçado de mulher que blogava sobre coisas suspeitas com as quais trabalhava em uma empresa mais suspeita ainda. E ao explorar essa pista, Sarah acaba se enfiando em uma grande enrrascada. É impressão minha ou ela está ficando insana? A outra Sarah, a de branco, me lembrou muito a maravilhosa Sarah de Linda Hamilton. Eu queria ver aquela Sarah na série o tempo todo! Então, eu estou meio que torcendo para que ela pire, e perca um pouco dessa serenidade atormentada.
Também reapareceram Catherine e Ellison. E Ellison começou a ensinar John Henry. E eu fiquei com a impressão de que já sei o porquê das máquinas terem se rebelado.

The Big Bang Theory – 2×11 – The Bath Item Gift Hypothesis (MVP: Jim Parsons)

Esse foi o episódio especial de Natal de Big Bang Theory, ou como diria Sheldon, o festival pagão de Saturnália. E como Penny não sabia que os Nerds não o celebram, cometeu o terrível erro de comprar um presente para Sheldon, que entra em espiral paranóica sobre como comprar um presente que seja exatamente recíproco ao de Penny. O quê leva a cena mais hilária de todo o episódio e talvez até de toda temporada: Penny lhe dá um guardanapo assinado por Leonard Nimoy (Star Trek) e Sheldon fica tão feliz quando descobre que o ator limpou sua boa nele, e que portanto ele possui DNA para cloná-lo, que para retribuir de maneira completa, ele abraça Penny.
Mas a série é mesmo de Sheldon, porquê a trama paralela envolvendo Leonard, o físico bonitão e Penny foi bem chatinha. Nem o acidente de Leonard com a moto parada e a tentativa de fazer uma gag com a indiferença de todos a sua perna machucada funcionaram comigo.

Textos publicados previamento no site TeleSéries.

Esse episódio pareceu um pouco deslocado da trama central do seriado, não? Tudo o quê estava sendo abordado até aqui, os três pontos, o desenvolvimento da Inteligência Artificial na companhia de Catherine Weaver com a ajuda de James Ellison, o envolvimento de Jesse e Riley, tudo isso ficou de lado. Talvez, mas para frente, essa trama revele-se alguma relevância súbita e inesperada. Mas eu acho que a estória fechou-se em si, mesmo.
Isso não significa que, novamente, o episódio não tenha sido muito bom. E bastante diferente. Uma preocupação que parece ser constante em Terminator é a inovação na maneira como contam uma estória, e dessa vez optaram por nos mostrarem em três tempos diferentes quem são os Field e qual é a relevância deles.
O começo é misterioso. Derek está chegando a algum lugar importante e falando com Sarah, que persegue ou é perseguida por um Terminator, ao telefone. Logo descobrimos que o Terminator não está atrás de John, como era de se esperar, mas de Lauren e Anne Fields, a quem Derek presta socorro médico.
Seis meses antes disso, conhecemos os Fields, cujo nome estava parede dos Connor e que tem um Terminator em seu encalço. Porém, Sarah e Cameron são mais rápidas. Essa é a única parte do episódio em que as duas aparecem, mas mesmo assim ambas conseguem ter seus momentos. Glau protagoniza a cena mais engraçada do episódio quando bate em um vizinho dos Fields e depois pergunta a Lauren se ele era humano. A garota responde que é óbvio que sim e Cameron, com sua indiferença típica, responde: Erro meu. Rolei de rir.
Já Lena Headey teve uma ótima interação com Samantha Krutzfeldt, que interpreta a adolescente Lauren. É incrível como ela consegue se dar bem com qualquer criança ou adolescente, consegue ganhar a simpatia e a confiança deles imediatamente (lembram de Marty Beddell?), mas não consegue ter um relacionamento funcional com John. Quando se trata do seu próprio filho, as coisas se complicam demais, e os dois simplesmente não conseguem se comunicar.
Além disso, eu também achei a própria Lauren uma adolescente mais interessante que o John. Ela é humana, e mostra os medos e culpas de uma adolescente normal, mas ela é bem serena e madura para idade. Ela mostra todos os sinais de liderança e força que a série falha em imputar a John. Quando há uma missão, geralmente a responsabilidade dele é checar coisas, inventar identidades falsas, preparar tudo para a mãe e Cameron agirem. Acho que seria bom vê-lo tomar mais decisões importantes, ter mais responsabilidade sobre si mesmo e sobre os outros, começar a sair da sombra de Sarah Connor.
Outro destaque desse episódio foi Derek. Eu gosto de Derek, mas odeio ele com Jesse. As cenas do futuro, em quê ele tem que encontrar a única sobrevivente de um vírus letal, estava indo muito bem. Até aparecer a chatíssima personagem de Stephanie Jacobsen. Mesmo assim, as pontas se amarraram muito bem no final. E a interpretação de Brian Austin Green deu gosto de ver. Todo vôo solo de Derek Reese é bem-vindo na minha opinião.
A sobrevivente do massacre era ninguém menos que Sydney, a filha que Anne Fields estava esperando. Mas Anne morre no parto e cabe a Lauren cuidar da irmã. Derek até a convida para se juntar aos Connor e ele (e eu até teria gostado de ver esse desenvolvimento), mas ela foge. O quê a torna ainda mais interessante. Afinal, ela era uma adolescente e deu conta de criar e manter a salvo a irmãzinha por todos aqueles anos, para que esta pudesse salvar a humanidade. Isso é que é fibra.
E esse episódio tão bem construído, que eu nem senti falta do resto do pessoal que não apareceu. Nem me dei conta de quê eles não estavam lá, até o episódio acabar. Terminator ainda tem mais um episódio esse ano, e isso é ótimo. Só espero que a audiência pare de cair, porquê a cada semana que passa tenho mais medo do fantasma do cancelamento.


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