Séries Addict

Archive for the ‘Two and a Half Men’ Category

Essa coluna está tão atrasada. E eu sinto tanto, mesmo.

1. Lost – 5×08 – LaFleur (MVP: Josh Holloway, Elizabeth Mitchell)
2. Being Human – 1×06 – Episódio 6 (MVP: Russell Tovey)
3. Trust Me – 1×06 – Promises, Promises (MVP: Eric McCormack, Sarah Clarke)
4. Nip/Tuck – 5×22 – Giselle Blaylock & Legend Chandler (MVP: Julian McMahon)
5. Terminator: The Sarah Connor Chronicles – 1×17 – Ourselves Alone (MVP: Summer Glau)
6. Damages – 2×09 – You Got Your Prom Date Pregnant (MVP: Glen Close)
7. The Big Bang Theory – 2×16 – The Cushion Saturation (MVP: Jim Parsons)
8. Two and a Half Men – 6×16 – She’ll Still Be Dead At Halftime (MVP: Charlie Sheen)
9. CSI: Miami – 7×16 – Sink Or Swim (MVP: Emily Procter, Adam Rodriguez)
10. Dollhouse – 1×04 – Gray Hour (MVP: Dichen Lachman, Fran Kranz)

The Big Bang Theory – 2×16 – The Cushion Saturation

Apesar de não ser nem de longe tão brilhante quanto o décimo quinto episódio, The Cushion Saturation é divertido e mesmo que eu concorde com algumas pessoas sobre a série se apegar a clichês, eu ri sem parar durante os vinte minutos de exibição. E às vezes só isso basta.
A trama com o sofá pode não ter sido extremamente original, mas Jim Parsons a fez hilária. Talvez a longo prazo as paranóias do Sheldon venham a cansar, mas por enquanto eu ainda as adoro. As cenas no paintball também foram ótimas. Eles sempre falam no jogo, já estava na hora de nós vermos eles jogando. E foi tão sem noção e nerd como só poderia ser com aquele quarteto. Além disso ainda teve o inesperado e surpreendentemente ótimo relacionamento entre Wollowitz e Leslie. Eu gosto mais de Leslie Winkle com o Wollowitz do quê eu jamais gostei dela com o Leonard. As personalidades do judeu e de Winkle se complementam muito melhor, e Sara Gilbert e Simon Helberg são casal com mais química que eu já vi no show (tirando Sheldon e a mãe do Leonard, é claro).

CSI Miami – 7×16 – Sink or Swim

Sink or Swin é um episódio que parece vir para construir pontes, finalizar assuntos e colocar os personagens onde eles devem estar. Se por um lado eu não entenda a necessidade de se ter criado para Eric um plot onde ele descobre ser cubano, com um pai Russo que quer matá-lo, apenas para nos revelarem que na verdade ambos são americanos e tudo ficar bem, eu apreciarei bastante que os escritores tenham tomado o tempo para demonstrar a virada no coração do advogado Derek Powell se ele de fato retornar como Promotor, como ficou implícito no final. Em seu segundo episódio, Powell não é aquele advogado esperto e sagaz que eu tanto admirei por ser um oponente à altura de Horatio. Ele é um homem com o coração partido. E se a atuação de Sean Combs não comprometeu em Presumed Guilty, aqui, com o apelo mais emocional, fica claro que ele não tem o talento para carregar muito drama. Ainda assim, me agrada que aparentemente ele esteja ficando, mesmo que não para ser o antagonista inteligente e verdadeiramente determinado que a série tanto precisa.
Porém, minha parte preferida de Sink or Swin não é a presença de Powell, mas o relacionamento entre Delko e Calleigh. Há tanto tempo eu venho torcendo por esses dois, e agora meio que me sinto recompensada. Emily Procter e Adam Rodriguez são o melhor casal formado entre CSIs em toda a franquia. Além da química inigualável, eles conseguem ser românticos sem serem enjoativos, e suas brincadeiras soam como genuinas demonstrações de afeto e intimidade. E em meio a toda a breguice de CSI Miami, o amor deles consegue ser fofo e nenhum pouco cafona.

Trust Me – 1×06 – Promises, Promises

Desde o segundo episódio eu vinha me perguntando quando a Sarah Clarke voltaria a ter algo de relevante para fazer na série. Mas por causa da qualidade do quê eu via na tela, eu deixei passar. Eu sentia vontade de ver Clarke participando mais, mas não era como se eu sentisse que ela era necessária, e que sua ausência criava algum tipo de vazio existencial na série. Porém, aqui está ela, e eu gostei muito do quê vi. Assim como os demais personagens, Erin McGuire não é exatamente uma construção brilhante e original dos roteiristas. Na verdade, de todos os clichês da série, ela como a esposa insatisfeita porquê o marido trabalha demais deve ser o maior. Mas Sarah dá cores à Erin, e a torna simpática o suficiente para quê eu me importe quando Mason não liga para lhe informar que precisará trabalhar no final de semana ou quando ele chega extremamente atrasado no restaurante elegante e caro, onde ela jantou sozinha.
Na agência, o caos reinou quando os publicitários recebem uma missão de ultima hora: produzir em um fim de semana a campanha perfeita para a candidatura de Chicago como sede das Olimpíadas em 2016. Eu estou começando a gostar de Tom e Hector. E a Sarah, apesar de ser tão sem noção que é chata, ainda não enjoou. Mas é Tony Mink que continua ganhando espaço comigo, e Griffin Dunne novamente faz um ótimo trabalho, apesar de aparecer bem pouco. Eu gostei da maneira como Tony manipulou seus subordinados para puni-los por toda a situação com a Arc Mobile e o comercial que não deveria ter sido filmado no episódio passado, e eu poderia me irritar facilmente ao ver que ele passou o fim de semana se divertindo ás custas de todo mundo, enquanto Mason brigava com Erin e Conner, e vivia uma situação infernal. Mas eu achei apenas engraçado, e estou começando a perceber que é impossível odiar Dunne, não importa o quê Tony faça ou diga.

Two and a Half Men – 6×16 – She’ll Still Be Dead at Halftime

Eu odeio que pareça que eu estou vindo aqui só para reclamar de Chelsea de novo, mas ainda continuo não engolindo a nova namorada de Charlie. Quer dizer, eu entendia quando se tratava de Mia. Ela jogava duro, o quê fez com quê Charlie tivesse que investir mais no relacionamento do quê ele queria, até que ele acabou se apaixonando por ela. E a personalidade forte de Mia era justamente o quê a tornava interessante. Chelsea é bonita e parece legal, mas é só isso. Os escritores não se empenharam realmente em nos apresentar a ela, o a como Charlie se apaixonou por ela, então eu tirando o fato de quê ela não bebe e não é fácil, eu não vejo a diferença entre ela e as outras mulheres com quem Charlie dorme. O episódio foi engraçado o suficiente, mas infelizmente, Jennifer Taylor (que já apareceu na série como três mulheres diferentes antes! Chelsea é sua quarta personagem em Two and a Half Men) não tem nada a ver com isso. Charlie Sheen e Jon Cryer continuam mostrando que apesar de tudo, eles ainda conseguem me fazer rir. Os dois são o principal motivo para quê eu não abandone a série, mesmo esta exibindo sinais visíveis de cansaço.

Two and a Half Men – 6×15 – I’d Like to Start With the Cat

Todo episódio que tem participação de Jane Lynch é comprovadamente bom. Eu adoro a terapeuta do Charlie e acho que ele deveria se consultar mais até. Porém, nem a presença dela salva esse episódio de ser apenas mediano. A repetição constante de tramas e piadas é algo com quê eu já até me acostumei, mas aqui, apesar de eu ter dado boas risadas ocasionalmente, o roteiro é realmente bem fraco e o episódio é esquecível. Porém Charlie Sheen e Jon Cryer são ótimos comediantes, e não decepcionam em suas atuações. Angus T. Jones por outro lado, desde que cresceu parece ter perdido seu apelo para mim. Eu simplesmente não consigo mais ver graça nele.
Outra coisa que me incomoda é que nessa temporada vários episódios simplesmente jogam uma trama na cabeça. Primeiro foi a Judith aparecendo grávida do nada e agora a nova namorada de Charlie, Chelsea. Eu sei que as mulheres do Charlie realmente aparecem assim, do nada. Mas essa é uma mulher por quem ele está louco o suficiente para não ter interesse em dormir com várias mulheres estranhas e para aceitar fazer terapia de casal, seria bom agente entender de onde saiu tudo isso. Enfim, um episódio um pouco divertido, mas bem abaixo do nível da série.

The United States of Tara – 1×04 – Inspiration

Eu não sei porquê os produtores tentaram vender Tara como comédia. Engraçada ela não é. Porém é uma série muito boa, e cada episódio que passa eu gosto mais e mais dela. E de todos os episódios que já foram ao ar, Inspiration é sem dúvida o melhor. Não coincidentemente, é o primeiro dedicado inteiramente a Tara. E eu já gosto mais dela do quê todas as outras personalidades juntas. Tem algo de extremamente triste na personagem, e na maneira como Toni Collette a retrata. E pela primeira vez o panorama se expandiu um pouco e foi possível entender mais afundo sua tristeza, sua solidão e seu desespero.
Agora fica óbvio que houve um trauma inicial que deu origem a doença de Tara, e não acredito muito que seja apenas o fato de ela ter dormido com um cara no internato e ter se arrependido, como Charmaine diz. A estória é provavelmente muito mais complicada que isso a ponto da mente de Tara ter criado múltiplas personalidades para protegê-la. Eu estou extremamente curiosa para saber mais.
Além da Toni Collette continuar fantástica, pela primeira vez Charmaine teve algumas cenas boas de verdade e Rosemarie DeWitt (de quem sou fã desde Standoff, como todo mundo que lê o blog há algum tempo deve saber) se mostrou ótima. Algo que decepciona em TUST é que Tara é a única personagem realmente interessante. Os demais não tem nenhum traço de personalidade especial ou marcante, o quê enfraquece um tanto a narrativa.

The New Adventures of Old Christine – 4×15 – Reckless Abandonment

Old Christine retorna aos inéditos com mais um episódio hilário centrado na dependência de Christine das outras pessoas, sua relação doentia com Matthew e Richard, e sua incapacidade de tomar conta de si mesma. Nós já vimos tudo isso, e eu já sabia que acabaria com Matthew retornando à cada da irmã, mas mesmo assim passei metade do episódio em franca gargalhada. Assim como Two and a Half Men, Christine repete suas tramas à exaustão, mas eu ainda estou me divertindo demais. A falta de bom senso de Christine e a composição de Julia Louis-Dreyfus simplesmente não cansam. E Clark Gregg, Wanda Sykes e Hamish Linklater são o elenco coadjuvante de sonhos de qualquer comédia. A química e entrosamento dos quatro é extraordinária.
Além disso tivemos a última participação da namorada de Matthew, Lucy. Só mesmo Matthew para conhecer uma mulher na terapia e não se dar conta do quão louca ela pode ser. Claro que assim que ele passou pela porta ela revelou mil manias e neuroses, e o pior de tudo, um relacionamento insano com o cachorro Mr.Digg/Eric/Neil. Michaela Watkins foi muito competente e vai deixar saudades.

1. Grey’s Anatomy – 5×13 – Stairway to Heaven (MVP: Chandra Wilson, Ellen Pompeo, Eric Stoltz)
2. Criminal Minds – 4×13 – Bloodline (MVP: Paget Brewster, Adair Tishler, Thomas Gibson)
3. CSI NY – 5×13 – Rush to Judgment (MVP: Eddie Cahill, Emmanuelle Vaugier, Melina Kanakaredes)
4. Damages – 2×03 – I Knew Your Pig (MVP: Glenn Close, William Hurt)
5. The New Adventures of Old Christine – 4×14 – What Happens in Vegas Is Disgusting in Vegas (MVP: Julia Louis-Dreyfus, Emily Rutherfurd)
6. Lost – 5×01 e 5×02 – Because You Left e The Lie (MVP: Jorge Gracia, Michael Emerson)
7. Gossip Girl – 4×16 – You’ve Got Yale (MVP: Kelly Rutherford)
8. Desperate Housewives – 5×13 – The Best Thing That Ever Could Have (MVP: Eva Longoria, Brenda Strong, Beau Bridges)
9. Two and a Half Men – 6×13 – I Think You Offended Don (MVP: Jon Cryer)
10. House – 5×12 – Painless (MVP: Lisa Edelstein, Martin Henderson, Jake Cherry)

Ano novo, coluna nova. E essa coluna é o Top 10 de melhores episódios da semana. Eu sei que com as reviews parece um pouco redundante, mas não é. Primeiro, porquê eu não consigo escrever sobre todas as séries que assisto aqui. E ultimamente eu tenho atrasado um pouco as reviews, e me desculpo por isso. É um problema que eu ainda tenho que solucionar, mas no meio tempo, vocês já ficam sabendo o quê eu vi e do quê eu gostei mais. Eu não vou usar notas, porquê desisti desse sistema faz um tempo. Era muito rígido, e eu acho que não acrescentava nada ao quê eu tinha para dizer. Mas eu vou usar os MVPs, que para quem não sabe, significa Most Valuable Player, e é usado por blogueiros para designar o melhor ator em cena em um episódio. O segundo motivo por eu ter decidido começar essa coluna é que me ajuda a colocar em perspectiva os episódios que assisti. Quando eu faço uma review, eu procuro apontar criticamente o quê eu vi como qualidade ou como defeito. O quê às vezes faz com que eu perca um senso mais geral sobre o episódio. Avaliá-los de maneira comparativa me ajuda a perceber o quanto um episódio foi bom de verdade, respeitadas as devidas características específicas de cada show e a questão da subjetividade. É um exercício muito bom e me permite também trazer minha intuição para os julgamentos que eu faço, já que durante uma crítica geralmente eu fico tão imersa em análises e dissecações técnicas que coloco o instinto um pouco de lado. Bom, sem mais delongas, o primeiro Top 10 Most Addictive da Semana.

1. Damages – 2×02 – Burn it, Shred it, I don’t Care (MVP: William Hurt, Glenn Close)
2. CSI NY – 5×12 – Help (MVP: Gary Sinise, Hill Harper)
3. Desperate Housewives – 5×12 – Connect! Connect! (MVP: Marcia Cross, Felicity Huffman, Nicollette Sheridan)
4. Nip/Tuck – 5×16 – Gene Shelly (MVP: Dylan Walsh, Julian McMahon)
5. The New Adventures of Old Christine – 4×13 – Notes on a 7th Grade Scandal (MVP: Julia Louis-Dreyfus)
6. Criminal Minds – 4×12 – Soul Mates (MVP: Paget Brewster)
7. Grey’s Anatomy – 5×12 – Sympathy for the Devil (MVP: Eric Stoltz, Jessica Capshaw)
8. Two and a Half Men – 6×12 – Thank God for Scoliosis (MVP: Jon Cryer)
9. 24 – 7×01 – 8:00 a.m.-9:00 a.m. (MVP: Kiefer Sutherland, Carlos Bernard)
10. Gossip Girl – 2×15 – Gone with the Will (MVP: Kelly Rutherford)

Eu não sei qual é o meu problema, mas eu tenho sérias dificuldades para escrever sobre comédias. Às vezes eu consigo fazer um parágrafo, mas convenhamos, esse parágrafo é escrito dentro de uma formulinha básica que eu inconscientemente criei dentro da rotina de fazer reviews constantemente para o blog: falar do roteiro, da direção, das atuações, melhores cenas, melhores falas/piadas e fotografia e trilha sonora se estas forem relevantes em alguma coisa. O problema é que, se o drama já é subjetivo, a comédia é mais ainda. Se o drama precisa de seu contexto para fazer sentindo, a comédia o necessita mais ainda.
As estréias dessas duas séries de comédia que eu adoro não poderiam passar sem um espaço aqui, mas o quê exatamente eu posso dizer? Charlie Sheen, Jon Cryer e Jim Parsons me fizeram gargalhar, talvez o efeito venha a ser o mesmo com vocês. Ambos os roteiros tiveram algumas sacadas geniais. Na minha opinião. Nenhuma das duas séries me atinge como extremamente original, aliás, eu nem acho seus conteúdos muito criativos, mas elas funcionam perfeitamente.
Eu poderia descrever os acontecimentos de ambos os episódios, mas eu realmente detesto fazer isso. Não tenho qualquer talento para recontar estórias de outros. Com isso, só me resta dizer que se você já é fã das duas séries, deve conferir os episódios logo (mesmo que depois, ao contrário de min, não ache a mínima graça). Se ainda não são fãs, confiram logo. Se a sugestão se provar uma furada, eu já estou protegida pela carta da subjetividade. Boas risadas.


Weeds é uma das minhas séries preferidas e a terceira temporada foi demais. Essa belezinha aí custa apenas 26 dólares e estará disponível a partir do dia 3 de Junho na Amazon. Eu nem me importo de pagar os 26 dólares, alguém quer pagar o frete exorbitante pra min?

Outros lançamentos incluem a quarta temporada de 1440 (6 de Maio), a quarta temporada de Barrados no Baile (29 de Abril), a primeira de Crossing Jordan (6 de Maio), a minisérie John Adams (10 de Junho), a primeira de Lipstick Jungle (27 de Maio), a primeira de Army Wives (10 de Junho), a quarta de Rescue Me (3 de Junho) e a terceira de Two and a Half Men (13 de Maio).


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