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Quando Blair declarou guerra à professora que quase arruinou seu futuro, eu esperava muito mais. Não que as ações de Blair não tenham sido efetivas e até graves, mas eu achei que o episódio teve um tom leve demais para o assunto relação professora/aluno, e a questão da demissão de Rachel por conta de uma mentira/previsão de Blair. Até mesmo a trama a la “De Olhos Bem Fechados” de Chuck não foi sombria o suficiente para ser atraente.
Na frente Blair x Rachel, é difícil decidir quem tem razão. Por um lado, a professorinha do meio oeste realmente é uma criatura irritante, e tem sua dose de petulância ao achar que duas semanas depois de aterrizar no meio do Upper East Side, ela já acha que seus valores humildes são melhores do quê o de todo mundo e que ela tem que mudar as coisas, como se ela fosse um anjo mandado para salvar as almas fúteis da Constance. E ela não é. Talvez os adolescentes sejam muito fúteis e inconseqüentes mesmo, mas Rachel Carr claramente coloca aqueles que dividem sua ética debaixo das suas asas e despreza os demais. E eu realmente não gosto desse tipo de lição “siga meu exemplo e sua vida entrará nos eixos” de moral barata.
Blair, é claro, também não se ajuda. Eu entendo a irritação dela em acabar na detenção por quê apesar de pedir desculpas, Rachel a dedurou para a diretora mesmo assim. Mas ela tinha prometido que iria ficar fora do radar dessa vez e o quê ela fez foi exatamente o oposto. E por duas vezes a solução dela para lidar com Rachel me pareceu infantil e apressada. Ela não tem paciência, não tem humildade, e ultimamente, não tem tido esperteza.
Voltando a Rachel, a opinião de Rufus é algo a se ponderar. Todos nós sabemos que professores dormem com alunos. Isso é algo que acontece e honestamente, quando eu estava na escola, não era nenhum tipo de escândalo. Não sei como era com os pais, mas os alunos sempre consideraram normal. Porém, se eles querem trabalhar isso como algo que é inaceitável na série, então temos mais um erro por parte de Rachel. Ela pode só ter dormido com Dan depois da demissão, mas o quê Rufus disse é muito certo. Ela estava se encontrando com Dan, depois da hora da escola, para tomar café, para comer e para conversar. O interesse dela não era inocente, ela estava flertando com ele, e só a cega da Serena não estava vendo. E só nós formos encarar de maneira mais conservadora, o comportamento dela é inapropriado, sim.
Só quê sendo inapropriado ou não, Blair a acusou sem ter provas legítimas. Portanto é difamação e calúnia, o quê é crime. Tornando a expulsão dela da Constance justificada. Se ela tivesse tomado tempo para conseguir provas e fosse diretamente a diretora ou a Lily (que é presidente do Conselho de Pais) com as evidências, eu teria gostado. Mesmo sendo algo que prejudicaria o futuro de Rachel, se ela tivesse esperado e conseguido provas, eu não teria considerado a atitude dela tão falha (e o roteiro tão fraco nesse sentido). Até porquê Rachel parecia pouco interessada nas conseqüências das punições sobre o futuro de Blair, então porquê Blair deveria lhe estender a cortesia?
Na trama de Chuck, Nate (esses dois não tem escola, não?) e Vanessa, temos toda aquela coisa de Sociedade Secreta e festas regada a sexo. Funciona relativamente bem quando Kubrick o faz, mas em Gossip Girl não me atraiu muito. A possibilidade dos membros da Sociedade, que contavam com Bart antes de sua morte, serem perigosos a ponto de seqüestrar/matar uma garota só porquê ela convidou Chuck por engano pode até render alguma coisa, mas por enquanto não me cativou. Bart Bass festejava quase da mesma maneira que seu filho, e fazia isso com um outro grupo de homens e mulheres que desejam manter isso em segredo. Grande coisa. Até que eu tenha motivos para fazer o contrário, vou manter as minhas expectativas baixas com isso. Especialmente considerando que estamos falando de GG, e seja lá qual for a polêmica que eles querem fomentar, nós sabemos que eles só vão arranhar a superfície.
No lado cômico tivemos como sempre as amigas de Blair, que por um minuto inteiro se recusam a ajudá-la em seu plano de vingança, até que uma das iniciativas de Miss Carr é posta em prática pela Diretora Queller e celulares são proibidos dentro da escola. As reações de Hazel e Penelope são simplesmente hilárias. Amanda Setton e Dreama Walker precisam de mais tempo de tela.
Esse será o último episódio inédito em um bom tempo e Gossip Girl entra em uma espécie de hiato de novo. Então, vejo vocês depois do dia 2 de Março (quando o episódio 18 irá ao ar).

Eu sei que eu tenho vindo aqui, dito que o episódio foi bom, listado o quê eu gostei, o quê não está tão bom, mas que é irrelevante porquê eu me diverti mesmo assim, e talvez minhas reviews estejam ficando insuportáveis devido ao meu otimismo quase obsceno. Bom, em primeiro lugar, eu acho realmente que essa segunda temporada está superior à primeira, com episódios que mesmo quando não tão bons, ainda me divertem e não chegam a me irritar e querer bater na equipe de produção.
E montando a nova coluna semanal do blog, o Top 10 de Melhores Episódios da Semana, ficou ainda mais evidente para mim que um episódio bom de Gossip Girl fica muito abaixo de vários episódios bons de outros shows. Então talvez seja estupidez minha vir aqui semana após semana, toda animada, e dizer que gostei. Mas o problema é que gostei mesmo. Talvez eu deva começar a escrever reviews de GG com atrasos gigantescos (como o da review de Damages) ao invés de horas depois de ter visto o episódio, porquê talvez eu consiga fazer um melhor julgamento. Tempo é um ótimo amigo do bom senso. Contudo, eu tenho apontado vários defeitos que eu vi na série, várias coisas que não funcionaram no episódio na minha opinião, e eu acho que a minha capacidade analítica ainda compensa pelo fato de que GG é um guilty pleasure que apesar de tudo, ainda me deixa satisfeita ao final de um episódio. E ao final de You’ve Got Yale eu fiquei muito satisfeita.
Apesar de eu adorar o casal Blair e Chuck, separá-los durante esse episódio e deixar cada um ter sua própria trama foi a melhor coisa que os roteiristas poderiam fazer. Blair teve novamente uma trama completamente focada em sua admissão em Yale e apesar de eu achar que o escritores deveriam “pegar emprestado” uma das frases do sexto livro que sempre me faz rir ( “E se eu não entrar… Alguém vai ter que pagar por essa porra.”), eu ainda acho que a trama com a nova professora é válida, só por trazer a Blair bitch de volta. Destaque para a cena em que Penelope e Isabel bancam o anjo e o diabo de Blair, enquanto ela decide se deve se vingar da professora ou não.
Rachel Carr é sim muito sem graça (quem é o diretor de casting de GG, hein?), a atriz Laura Breckenridge tem tanto carisma quanto Chace Crawford ou… faça sua própria escolha. São tantos, né? Mas a storyline acerta ao retratá-la como alguém que pode de fato se provar um desafio para B. Só acho que se ela se envolver com Dan vai deixar tudo muito fácil para Blair arruiná-la. E o único jeito que esse romance entre professora e aluno pode render frutos seria se Serena resolvesse juntar-se a Blair e ser má de novo. O casal Dan/Serena parece estar acabado, mas nunca é possível atestar isso com certeza. E eu queria ver Serena e Blair juntas, mandando a Miss Iowa de volta para o lugar dela.
Enquanto isso, Chuck se aliou a Lily para tirar Jack da presidência da Bass Industries. E essa storyline foi uma das melhores de toda a temporada. Dois dos meus personagens favoritos, interpretados por dois dos atores mais carismáticos do show (ao lado de Leighton) e com as composições de personagem mais regulares e acertadas de toda a série, ótimas situações e diálogos perfeitos. Eu venho torcendo para Lily convencer Chuck a ir viver com eles desde que Bart morreu. Os dois tem uma relação super legal, e os escritores conseguem fazer Lily ser muito mais maternal com Chuck do quê com os próprios filhos, sem ser excessivamente sufocante ou moralista de maneira que fosse destruir o estilo de Bass.
E a estória faz sentido o tempo todo. Quer dizer, pelo menos eu não achei nada estranho que Chuck tenha continuado a se irritar com o affair de Lily com Rufus, afinal, o pai dele só morreu há um mês. E eu entendo ele não querer se tornar dependente dela, ou muito próximo dela, porquê afinal ele já perdeu dois pais, além de Blair. Apegar-se a madrasta e depois acontecer algo com ela é justamente o quê ele não precisa. Mas tem como não se agradar de ver Lily pedindo para Chuck ensiná-la a jogar sujo e depois dizendo que sabotar o jatinho corporativo quando Jack estiver dentro simplesmente não é uma boa idéia porquê o avião é caro?
Falando em Jack, ele se saiu um tremendo vilão. Pena que, ao que parece, não o veremos mais e ele nem contou a Chuck que dormiu com seu grande amor no ano novo. O personagem é tão maquiavélico e eu gostei tanto das tiradas dele, que até ignorei o fato de Desmond Harrington ser completamente canastrão. E a cena em que ele ataca e tenta estuprar Lily no banheiro da Ópera foi uma das mais tensas, se não a mais tensa, de toda a série. Por um minuto, eu simplesmente parei de respirar e torci para Chuck arrombar a porta logo. E eu suspeito que a cena nem tenha sido tão violenta quanto poderia ter sido devido ao estado delicado de Rutherford, cuja gravidez de quatro meses já começa a aparecer.
E já que me referi a Kelly Rutherford, depois de passar o começo dessa temporada completamente apagada, eu a considero o destaque isolado pela segunda vez consecutiva. Além da já dita cena do ataque, a primeira cena em que ela e Rufus aparecem é ótima (e só tem appeal cômico por causa dela) e a cena da reconciliação com Chuck também foram ótimas. E Ed Westwick e Leighton Meester, evidentemente, também estiveram ótimos. Eu estou ansiosa para ver Chuck se mudar de volta para o apartamento dos Van der Woodsen, e para ver Blair na detenção, e para vê-la se vingar de Rachel. Espero que a semana que vem chegue logo.

Fonte: YouKnowYouLoveMe

Sentiram falta de alguém? Me too. Onde estão Chuck, e porquê não, Little J? Fora as ausências, eu amei os novos cartazes. E para aqueles que assim como eu nem esperaram pelas legendas e já conferiram It’s a Wonderful Lie, deixo aqui o promo do próximo episódio, que adianto, me deixou toda arrepiada. Comentários sobre o episódio eu farei assim que puder (estou um pouquinho enrolada com os trabalhos finais na faculdade).


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