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Eu fui no IMDB pegar o nome do episódio para escrever esse texto (sempre esqueço os nomes dos episódios) e vi nos créditos que o roteirista Russel Friend foi um dos responsáveis pelo roteiro de Let Them Eat Cake. Russel também escreveu, entre outros, House’s Head, Wilson’s Heart, 97 Seconds e Euphoria: Part 2. Ou seja, alguns dos mais geniais e inesquecíveis episódios de House. Let Them Eat Cake não chegou ao nível desses quatro aí em cima, mas certamente foi divertidíssimo e memorável. Eu assisti o episódio inteiro com um sorrisão no rosto e grande parte da razão é o casal House e Cuddy.
Eu tenho certeza de que muita gente deve estar odiando esta storyline, a maioria por achar que House não combina com romance. Mas é justamente a perspectiva de ver como criarão um romance entre House e Cuddy, dois personagens que não são particularmente ordinários em sua natureza, que me excita. É o fato de que eles podem se enlouquecer de uma maneira estranhamente cômica e outras vezes de maneira estupidamente trágica (Joy, Finding Judas). E Laurie e Edelstein tem química de sobra, então por quê não? E a desculpa de que o House da primeira temporada simplesmente não faria isso simplesmente não cola comigo, que acho que o House da primeira temporada não é o da quinta, porquê personagens, assim como pessoas de verdade, precisam mudar, evoluir, se renovarem através das experiências e experimentações. Isso é parte de viver a vida, é parte do quê torna tudo real. Um relacionamento que você não teria há quatro anos trás pode de repente se tornar viável.
Saindo um pouco do casal, eu adorei ver que o House sacana tem energia para outras coisas além de tentar provar para Cuddy que só a atormenta porquê realmente não gosta dela. O quê foi o Kutner confessando que é dono de um website em que oferece diagnósticos online? Que criatividade absurda. E quando a tal de DeeDee apareceu no hospital procurando por House, morri de rir. Atriz e personagens excelentes, melhor do que a paciente da semana, com certeza. Apesar de quê, a trama foi clichê, mas no final, quando a paciente assume que prefere ser bonita a ser saudável, se redimiu comigo. E Chase que foi esperto, conseguiu sua cota no Website, junto com House e Taub (com todas aquelas cotas, sobrou alguma coisa para o Kutner? Quer dizer, não deu, tipo assim, uns 105% para os outros três, não?). Mas me surpreendi mais com o fato de Cameron ter topado participar da brincadeira. Pena que não vimos mais dela e Chase. Para House ter descoberto o esquema de Kutner, ele deve ter esbarrado no site. Será que House procura por si mesmo no Google?
Agora acho que House voltou de novo aos trilhos. Se eu já tinha confiança na série antes, agora definitivamente minha fé foi renovada.

Eu estava navegando pela página de House no site da FOX e encontrei o link para um artigo sobre House e o amor. É super interessante e cheio de análises profundas de meu médico profundo e confuso favorito. Infelizmente, está em inglês e é enorme (razão pela qual eu não traduzo). Mas para quem anda com a língua em dia, fica aqui a dica e o link: Dr. Gregory House in Love, Part 1: Of Monster Trucks and Vindaloo Curry.

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Os episódios mais dramáticos de House são geralmente sensacionais, e quase sempre entram na lista de muita gente de melhores episódios da série e até em listas de melhores entre todos os seriados. Eu geralmente amo esses episódios. Mas eu, muitas vezes, também amo episódios como The Itch, que depois de um tempo são quase ignorados. Episódios mais suaves, cheios de esperança.
Depois do beijo, vimos agora as reações. Wilson descobriu e tentou bancar o cupido. House resistiu de um lado, Cuddy resistiu do outro, e nada aconteceu. Os dois tinham boas razões, mas quem liga pra isso? Eu iria adorar vê-los juntos e seria uma grande revolução na série. E o jogo de gato e rato me deu pena do Wilson. Ele tinha uma idéia, mas Cuddy logo descobria quais eram as verdadeiras intenções e House saía pela tangente daquele jeito eficiente que só ele possui. Foi, todavia, hilário.
O paciente da semana foi um homem que tinha medo do mundo, que não saía, e que não conseguia deixar as pessoas entrarem. Apesar de ser óbvia, a metáfora é bastante válida. House não consegue se abrir para o mundo e não consegue realmente mergulhar fundo nele, e Cuddy tenta, mas nunca dá certo. Eles são pessoas traumatizadas, e são sozinhos. Então, acho honesto confessar que esse episódio me deixou com uma baita coceira. Uma coceira de vontade de ver essas duas pessoas ficarem juntas. Principalmente depois do discurso do House para o paciente, quando ele o chama de covarde e diz: “Você quer mudar sua vida, faço algo. Não acredite nas suas próprias racionalizações. Não se prenda, fingindo que é feliz”. A dificuldade é ele seguir o próprio conselho. O paciente enfrentou o medo, mas ele não conseguiu. Foi até a casa de Cuddy e se acovardou no último minuto. A minha dúvida é: acabou ou eles vão desenvolver tudo devagar durante a temporada? Se for o primeiro, eu não vou ficar não feliz, afinal, não precisava provocar com esses dois últimos episódios e deixar uma lunática como eu cheia de esperanças, né?
Outro ponto alto do episódio foi a presença constante de Cameron e Chase. Os dois estavam tão sumidos, e eu sentia tanta falta. Foi como nos velhos tempos. Adorei. E adorei ver como os relacionamento dos dois progrediu. Cameron também era uma pessoa cheia de receios, traumatizada pela perda do marido e às vezes, na série, ela parecia estagnada. E é triste que agora que ela está crescendo e mudando agente não esteja vendo. Às vezes eu queria que os produtores mudassem de idéia e tudo voltasse a ser como era antes, com a equipe antiga. House não é o único que gostaria que a vida continuasse igual.


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