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“Blood for blood, is the Tauron way”. A frase acima pertence ao Piloto de Caprica, que eu estava reassistindo agora para relembrar os acontecimentos, e mais importante, as relações. Há muitos detalhes que passaram despercebidos quando eu assisti o piloto de mais de uma hora há meses atrás, e depois desse ‘Reins of Waterfall’, eu senti a necessidade de voltar e procurar por esses detalhes.

A sentença proferida por Sam Adama, o braço mafioso da família de imigrantes, ganha no último minuto desse terceiro episódio nova importância. Lá atrás, Joseph Adama queria exercer seu luto de sua própria maneira. Ele estava ocupado tentando manter as coisas em seus lugares, e se conectando com o bilionário Daniel Graystone através de seus sofrimentos mútuos e um maço de cigarros dividido em um café humilde (e posteriormente um jogo de Piramid e um roubo de tecnologia avançada).

Joseph havia se afastado da idéia de vingança através daquilo que Daniel lhe ofereceu, um ombro amigo que entendia sua situação e esperança. Mas com a revelação de Amanda no episódio passado e a confirmação de que Tamara se foi (porém não da maneira que ele e Daniel imaginam), Joseph se virou para a tradição e para o seu ódio, e em uma cena de total simplicidade, porém sinistra, deu ao seu irmão a benção que este esperava para procurar vingança e exigiu o assassinato de Amanda Graystone, para ‘equilibrar’ as coisas.

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Eu não sei como os roteiristas vão criar uma saída para esse subplot, que não seja um dos irmãos dando para trás, mas eu não acho que iremos nos despedir da ótima Paula Malcomson tão cedo. E eu realmente espero por isso, porque eu aprecio imensamente o fato de Amanda ser a única personagem principal da série que reage a todo esse drama externando toda a sua perturbação por todos os poros, em uma histeria aberta e honesta. E por que ela não deveria ficar histérica, com a descoberta ainda tão recente (e equivocada) de que sua filha se suicidou e assassinou centenas de pessoas ao mesmo tempo?

Eu gosto da maneira como Amanda foi construída e gosto ainda mais da maneira como sua relação com Daniel foi construída, com os dois se unindo frente à tragédia, ao invés de se afastando (como eu achei que ocorreria no piloto). A cena dos dois foi uma das melhores de ‘Reins of Waterfall’, aliás. Uma mistura de discussão extremamente dramática sobre as ações de Amanda, com uma pitada de ternura entre um casal que parece ‘concordar em discordar’ e simplesmente seguir em frente e muito apelo cômico com as várias piadas inseridas no diálogo, culminando Amanda e Daniel decidindo transar ali mesmo e Zoe, presa no robô, tentando evitar assistir.

Voltamos aos Adama, é engraçado que de todos os personagens da família, o único de quem não consigo gostar seja justamente o que se transformará no protagonista de BSG, Willie, mesmo que eu tenha visto quase nada de BSG. Talvez seja porque ele é criança e ainda não tem uma personalidade formada, e o show queira mostrar essa formação. Talvez seja porque o ator é fraco e inexpressivo. Ou porque eu já tenho a minha cota de rebeldia (mesmo que seja com causa) com a mala da Zoe.

Porém Joseph é um personagem maravilhoso e complexo, seja na construção da sua relação com os Graystones, seja no seu trabalho. E Sam, à medida que ganha destaque, se torna mais e mais interessante. Eu gostei da casualidade com que sua homossexualidade é tratada, mas o que me chama a atenção mesmo é como ele pode ser esse sujeito afetuoso, fazendo piada no jantar de família em um segundo, e um homem totalmente impiedoso disposto a assassinato no próximo. Ele simplesmente é aquele tipo de gangster que nós amamos, um tipo Scorsese.

E ainda temos Tamara, que pode até não ser ‘real’, mas é impossível não percebê-la como humana e não sentir um pequeno horror do fato dela ter ficado trancada naquele quarto escuro por semanas. Contudo, por mais que ela pareça ter o caráter forte dos Adama, eu também não consigo não sentir certa ansiedade de imaginar o avatar sozinho no V club, sem saber que é apenas um avatar e tentando encontrar um caminho para casa.

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Ainda Tamara seja uma personagem muito mais interessante que Zoe, entre os adolescentes eu fico com Lacy. É quase impossível não sentir pena da garota. Como vimos, ela não é nada como Zoe. Não é rica como Zoe, não tem pais que liguem para ela (mesmo que os Graystones e Zoe nunca tenham conseguido realmente se entender), não é tão inteligente e não tem a confiança. Não é difícil entender como Zoe a manipulou desde sempre e como o avatar/robô seguirá pelo mesmo caminho, se a cena no V Club indica alguma coisa, e o isolamento de Lacy unido à perseguição perpetuada pela irmã Clarice não ajudam.

E irmã Clarice, que apesar de ser a única outra personagem junto com Willie que me irrita em todos os níveis, ainda é uma das mais importantes e muitas de suas cenas nos introduziram a pedaços importantes da mitologia de Caprica, mas nenhum tão importante quanto sua confissão/reunião secreta via holoband.

Clarice casualmente deixa escapar o termo Apotheosis, que para quem gosta do Google quanto eu, é algo revelador. O termo tem várias significações, mas talvez a que mais importe aqui é aquela que se relaciona diretamente com nossa religião monoteísta e que basicamente sugere a possibilidade de um mortal obter status divino (Jesus Cristo). O que cria a questão, quem seria Cristo na metáfora? Zoe ou o Avatar? Eu estou pensando no Avatar, afinal, Zoe seria a criadora, não? Mas se ela criou vida, isso não a elevaria a um status de divindade? Acho que teremos de esperar e ver.

Post publicado previamente no meu novo blog AbouTv Series. Lá vocês encontrarão mais review de Caprica e diversas outras séries.


Fechando o arco de três episódios que se iniciou com o retorno do hiato, Grey’s Anatomy nos presenteia com o melhor episódio dessa temporada, cujo nível foi tão alto que pode ser comparado aos melhores momentos da série, durante sua fantástica segunda temporada. Stairway to Heaven é tão cativante, que até me fez esquecer que essa temporada de Grey’s tem sido a mais irregular de todos os tempos, com algumas tramas beirando ao sofrível.
Jackson, o menino que precisava de um transplante e William, o serial killer que vai parar sob os cuidados de Shepard, foram ótimos pacientes e trouxeram aquelas questões éticas e morais deliciosamente complicadas que eu adoro. A nova médica, Arizona Robbins, trouxe um frescor a série que nem a Doutora Dixon, nem Sadie, nem Owen Hunt conseguiram trazer.
Enquanto isso, Miranda Bailey, que estava completamente apagada nessa temporada, voltou a ser a estrela e maior destaque. Ela lutou bravamente por Jackson, fez tudo o quê podia fazer e até mesmo o quê não deveria fazer, e foi humana durante todo o tempo. Birgou com Arizona, chorou, saiu do quarto para não ter que ver o menino morrer, e mais importante, foi a competentíssima médica de sempre e ajudou a Doutora Robbins a manter Jackson vivo. Chandra Wilson fez um trabalho notável e me angustiou e emocionou durante cada momento em que esteve na tela.
Já Meredith tentava, da sua maneira, fazer o quê achava certo. E nesse caso, era não apenas salvar Jackson com os órgãos, mas demonstrar compaixão por William e deixar que ele morresse de maneira digna, mesmo que isso significasse quebrar as regras e ir contra Derek. Eu fico extremamente feliz que essa trama não foi usada para que os dois brigassem e se separassem novamente. E que os escritores também não preferiram a saída fácil e fizeram com quê William morresse pela injeção letal. Eu fiquei do lado de Meredith o tempo todo durante esse arco e entendi completamente o quê ela estava fazendo.
William fez coisas horríveis, mas é fácil pensar como Derek. Que existem mosntros como William, e existem pessoas normais como Shepard. Mas eu não consigo não pensar como Meredith: qualquer um pode fazer qualquer coisa, e pessoas que cometem atos assombrosos ainda são pessoas. Humanas, com defeitos, qualidades, vulnerabilidades e medos. Quando eu vi Meredith naquela execução, eu fiquei contente. Porquê acho que eu faria exatamente a mesma coisa.
Ellen Pompeo atuou melhor do que eu jamais vi. Ela esteve fantástica e merece exaltações. Seu parceiro de cena, Eric Stoltz também chegou ao auge de sua participação, que será inesuqecível para mim.
Paralelamente, tivemos Izzie lidando com Denny, e os rumores de que a personagem estaria doente se confirmaram. Mesmo essa explicação final não me deixou muito satisfeita. Mas eu só tenho a agradecer que finalmente deixaram o Jeffrey Dean Morgan partir. Ele é lindo, mas a coisa toda foi no mínimo bizarra. E teve a Lexie quebrando o pênis do Sloan, mas eu achei essa parte completamente apagada e sem graça, o quê é uma surpresa, porquê até aqui qualquer mero suspiro do Sloan conseguia ser a melhor coisa do episódio.
O próximo episódio é o crossover com Private Practice. Depois desse episódio maravilhoso e com a volta de Addie, eu estou delirando de expectativa. Espero não me decepcionar.

Grey’s Anatomy: Sympathy for the Devil (5×12)
Exibição: 15/1/2009
MVP: Eric Stoltz e Jessica Capshaw

A visita inesperada da mãe de Derek nem de longe foi tão notável quanto à visita de sua irmã Nancy (Let the Angels Commit), mas foi uma boa participação que serviu para os roteiristas selarem de vez o compromisso de Meredith e Derek e de Sloan e Lexie.

Eu honestamente temi que Mer e McDreamy pudessem ter mais uma de suas separações devido ao seu desentendimento em como lidar com o paciente deles, William, que é um serial killer. William, interpretado por Eric Stoltz, não chamou muito a minha atenção no episódio passado, mas, aqui, ele foi o melhor de tudo, e sua cena final me deixou agarrada a poltrona.

A volta de Grey’s do hiato está indo muito bem, na minha opinião. Até agora tivemos dois episódios que se completaram, com tramas excelentes (melhores aqui do que Wish You Were Here), um ritmo de direção muito acertado e diálogos inspirados. Eu tenho adorado tudo que diz respeito a Sloan e Callie, aprovei totalmente a chegada de Jessica Capshaw como a pediatra Arizona Robbins, achei que a relação entre Owen e Christina está finalmente evoluindo e até a presença de Denny “fantasma” Duquette me irritou menos.

A única coisa que eu desaprovo totalmente é a briga e birra infantil de Christina e Meredith, que, como recurso narrativo, até agora se mostrou inútil.

Nip/Tuck: Gene Shelly (5×16)
Exibição: 13/1/2009
MVP: Dylan Walsh e Julian McMahon

Nip/Tuck é uma série peculiar, até mesmo bizarra ocasionalmente. Ryan Murphy não tem medo de explorar as esquisitices e o lado negro (porém cômico) de seus personagens. Às vezes eu acho que ele passa da conta – até hoje não consegui ver um episódio inteiro sequer da quarta temporada – e, às vezes, eu o considero simplesmente um gênio. Nessa quinta temporada a série tem me agradado e muito.

Adorei esse episódio e como eles exploraram a questão do câncer de mama de Christian. Ainda estou me decidindo qual foi a melhor cena, mas Liz e ele dormindo juntos certamente merece destaque.

É claro que nada supera Christian manipulando Sean de maneira perfeita para que o melhor amigo assumisse que pode andar e saísse da cadeira de rodas, ainda que eu prefira a idéia do Matt de jogar a cadeira no oceano e ver o quão bem as pernas dele estão.

Julia ainda está meio apagada, mas ficamos sabendo que ela ainda mora com Olivia e não se recorda que a filha da amante tentou matá-la duas vezes. Além disso, o novo médico Raj, o estudante gênio de Sean, tem estado muito bem e tem sido um ótimo alívio cômico. Adhir Kalyan foi uma ótima adição ao elenco.

Texto publicado previamente no site TeleSéries.

Ano novo, coluna nova. E essa coluna é o Top 10 de melhores episódios da semana. Eu sei que com as reviews parece um pouco redundante, mas não é. Primeiro, porquê eu não consigo escrever sobre todas as séries que assisto aqui. E ultimamente eu tenho atrasado um pouco as reviews, e me desculpo por isso. É um problema que eu ainda tenho que solucionar, mas no meio tempo, vocês já ficam sabendo o quê eu vi e do quê eu gostei mais. Eu não vou usar notas, porquê desisti desse sistema faz um tempo. Era muito rígido, e eu acho que não acrescentava nada ao quê eu tinha para dizer. Mas eu vou usar os MVPs, que para quem não sabe, significa Most Valuable Player, e é usado por blogueiros para designar o melhor ator em cena em um episódio. O segundo motivo por eu ter decidido começar essa coluna é que me ajuda a colocar em perspectiva os episódios que assisti. Quando eu faço uma review, eu procuro apontar criticamente o quê eu vi como qualidade ou como defeito. O quê às vezes faz com que eu perca um senso mais geral sobre o episódio. Avaliá-los de maneira comparativa me ajuda a perceber o quanto um episódio foi bom de verdade, respeitadas as devidas características específicas de cada show e a questão da subjetividade. É um exercício muito bom e me permite também trazer minha intuição para os julgamentos que eu faço, já que durante uma crítica geralmente eu fico tão imersa em análises e dissecações técnicas que coloco o instinto um pouco de lado. Bom, sem mais delongas, o primeiro Top 10 Most Addictive da Semana.

1. Damages – 2×02 – Burn it, Shred it, I don’t Care (MVP: William Hurt, Glenn Close)
2. CSI NY – 5×12 – Help (MVP: Gary Sinise, Hill Harper)
3. Desperate Housewives – 5×12 – Connect! Connect! (MVP: Marcia Cross, Felicity Huffman, Nicollette Sheridan)
4. Nip/Tuck – 5×16 – Gene Shelly (MVP: Dylan Walsh, Julian McMahon)
5. The New Adventures of Old Christine – 4×13 – Notes on a 7th Grade Scandal (MVP: Julia Louis-Dreyfus)
6. Criminal Minds – 4×12 – Soul Mates (MVP: Paget Brewster)
7. Grey’s Anatomy – 5×12 – Sympathy for the Devil (MVP: Eric Stoltz, Jessica Capshaw)
8. Two and a Half Men – 6×12 – Thank God for Scoliosis (MVP: Jon Cryer)
9. 24 – 7×01 – 8:00 a.m.-9:00 a.m. (MVP: Kiefer Sutherland, Carlos Bernard)
10. Gossip Girl – 2×15 – Gone with the Will (MVP: Kelly Rutherford)

Com esse episódio de Grey’s eu volto a ficar empolgada com a série. A verdade é que o meu relacionamento com a série de Shonda anda igual ao relacionamento da Christina com o Owen nesse episódio, um tapa e um beijo, ou como a própria Christina e Katy Perry colocam, hot and cold. Não vou dizer que foi um episódio primoroso, do nível da segunda temporada, mas certamente foi m episódio com um nível acima da média da temporada atual. O quê aconteceu é que aquilo que eu sempre prezei em Grey’s Anatomy, a ótima capacidade de misturar drama e comédia, de rir do dramático e se sentir deprimido com uma piada ou uma ironia, esteve muito presente.
E os maiores responsáveis por isso são Sloan e Callie. Os dois são os melhores personagens dessa quinta temporada desde o começo, mas eles só continuam a impressionar. A química de Eric Dane e Sara Ramirez é incrível e a amizade meio colorida deles é de longe (muito, muito longe) o relacionamento mais interessante da série atualmente. O quê foi os dois tentando o programa de um passo (que Sloan teve que escrever e ainda assim falhou!!)? Só espero que toda a coisa com Lexie (de quem eu continuo não gostando) e Sadie (de quem eu gosto menos ainda) não vá estragar as ótimas tramas que os dois tem tido com Shonda criando alguma coisa melosa, tipo Meredith e Derek, para os únicos personagens que ainda transpiram pura personalidade. Porquê eu só engoli Mark Sloan apaixonado antes porquê foi pela Addison. E não preciso falar mais nada, né? Era A Addie (só para caso alguém ainda não saiba que eu considero a saída de Kate Walsh para ir para o spin-off o maior erro de Shonda, bom, agora vocês sabem).
O caso médico de Bailey envolvendo um garoto e o médico que morre, e a médica substituta também foi legal. Só queria que tivesse um pouco mais de medicina envolvida. Eu gostei da nova médica, Arizona, interpretada por Jessica Capshaw, e gostei da relação que Karev desenvolveu com o garoto. E achei o discurso do Chief ótimo. Sim, ele falhou. Não consegue nem manter médicos brilhantes nem contratar novos médicos brilhantes quanto os antigos. E isso me parece, novamente, uma maneira da Shonda dizer que sabe que falhou. Alguns atores tiveram que sair mesmo (provavelmente não teria como manter Isaiah Washington na série depois da confusão que ele armou), mas Kate Walsh, Jeffrey Dean Morgan, Elizabeth Reeser (além da Brooke Smith, cuja demissão ainda é um mistério, afinal, estamos com uma trama lésbica na série novamente) saíram porquê foram tomadas decisões que na época pareciam favoráveis a narrativa. Mas depois, com o arrependimento, vieram as tentativas de tapar o sol com a peneira com burradas, a pior de todas sendo o retorno de Denny como um fantasma com quem Izzie tem relações sexuais.
E é claro, que se eu for analisar friamente as tramas, esse episódio não foi tão bom assim. Christina e Owen prometiam, mas até agora são apenas um casal irritante que como eu disse lá em cima, uma hora estão hot, na outra estão cold. A briga de Yang e Meredith é outra que podia render muito mais do quê as duas implicando como duas crianças chatas. E apesar de eu ter adorado cada segundo do Eric Stoltz, o personagem dele, nada menos do quê um serial killer, também foi aprofundado e aproveitado como poderia. Mas é aquela coisa, pegue uma estória que não é muito boa, jogue uma direção afiada em cima e você consegue enganar o espectador. E Wish You Were Here é um desses episódios que apesar de não sobreviver muito bem a uma reflexão, foi muito gostoso de assistir.


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