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Então, funcionou. E ao mesmo tempo, não funcionou. Mas para ser honesta (e talvez eu vá soar um pouco amarga e difícil) quando o mundo já complexo de LOST se partiu em dois mundos complexos, eu não consegui me sentir feliz pelos Losties. Primeiro, porque a imagem da Ilha debaixo da água só conseguiu me fazer pensar em todas as pessoas que devem ter morrido para que os Losties conseguissem voltar as suas vidas. E também porque não consigo deixar de concordar com Locke-falso que a principal falha dos Losties é justamente não querer enxergar o quão patéticas suas vidas eram. E as chances que eles receberam na Ilha foram pulverizadas.

Jacob pode chamar isso de progresso, mas eu estou com o homem de preto nessa. É destruição, e faz com que eu não me importe em ver os nossos heróis conseguirem chegar a salvo em casa.

Por outro lado, isso não estranhamente não afetou o meu aproveitamento do episódio especial duplo. Eu me senti emocionada com os momentos mais dramáticos e positivamente surpresa com as novas revelações e confirmações, foi ótimo ver a mitologia continuar a se desenvolver a passos largos e a cortina se abrir para essa nova parte instigante de universo. E por mais que eu estivesse (talvez injustamente) irritada em ver os Losties indo para casa, quando essa casa era para quase todos eles uma realidade miserável, eu me senti nostálgica pela primeira temporada.

Foi impossível não sentir aquela pontinha de cumplicidade com o show ao ir descobrindo as diferenças entre o vôo 815 da realidade alternativa e o verdadeiro, que vimos há seis anos atrás, em uma espécie de jogo dos sete erros bizarro. Locke ainda era aquele homem sereno, apesar de tudo, e sábio. Ainda era aquele homem que apesar da cadeira de rodas e angústia quieta que exalava, nos trazia uma imensa sensação de paz. E foi interessante, para dizer o mínimo, vê-lo criando uma conexão totalmente diferente com Jack.

E Jack, que virou um dos personagens que mais detesto, em uma época que seu complexo de herói ainda não me irritava, sendo que essa época é agora. Foi estranho. Em um minuto eu estava bem com o Jack e a Kate também, no avião e no aeroporto fazendo o tipo de coisa que eles fazem, Jack acreditando que pode salvar o mundo, Kate tentando fugir, e no outro estávamos de volta na timeline normal, e eu não sentia mais essa animosidade. Talvez tudo aquilo que eu tenha aprendido a odiar nos dois seja o peso da responsabilidade deles dentro da série.

Por que eles não deveriam se focar nas coisas pequenas e em si mesmos na timeline alternativa? É a vida deles! Mas quando eles estão na Ilha, o papel deles muda. Como Swayer coloca para Jack “Você fez isso”. Sim, o Jack fez. Mas não fez sozinho. Todos eles o ajudaram, em maior e menor grau, a causar aquela explosão, e tudo o que derivou dela, bom ou ruim.

O mesmo pode ser aplicado a Ben, que do outro lado da Ilha, passava por uma experiência totalmente diferente, porém similar demais. E eu acho que não só Ben não faz a mínima idéia do tamanho da besteira que fez ao matar Jacob, nós também não. Posta toda a comoção de lado, não consigo imaginar o que a morte de Jacob representará em termos práticos, além, é claro, da dominação do Monstro sobre a Ilha. Mas ele quer ir para casa, e eu fiquei com a impressão de que essa ‘casa’ será o motivo de uma Guerra e tanto.

Por enquanto, é apenas imaginável que seja o Templo, que finalmente vimos, mas estou achando essa resposta simples demais. E o Templo, junto com seus moradores, representa uma grande resposta que há muito esperávamos e foi interessante, mas pela primeira vez não fiquei com aquela sensação de arrepio, de assombro, ao vislumbrar um dos grandes segredos de Lost. Muito mais impactante foi a simples cena em que o falso Locke se revela o Monstro, mata os guarda-costas de Jacob e com isso também descobrimos para que afinal servem as cinzas. A atuação de Terry O’Quinn estava magnífica durante todo o episódio, mas nessa cena estava ainda mais. Ele conseguiu fazer toda a maldade do homem de preto de repente se revelar, em apenas uma expressão facial.

Então agora que temos novo contexto e novos jogadores, e dois tabuleiros diferentes, estamos um pouco mais perdidos, mas eu gostei da cara desse novo jogo e acho que vem sim uma temporada histórica por aí. Darlton tire todas as nossas as dúvidas, ou não.

O que mais aconteceu:

  • Decidi não comentar direto na review, porque era provável que eu ficasse a review inteira falando disso. Mas achei a morte final da Juliet ainda mais cruel do que o vimos na finale. Sim, era perverso ela morrer sozinha, no fundo de um buraco, tentando explodir uma bomba em um plano bizarro só para salvar Sawyer. Mas ela morrer nos braços dele daquela maneira foi de partir o coração. Por um segundo achei que a coisa muito importante que ela tinha a dizer fosse sobre uma possível gravidez (lembrei dela com a mão sobre a barriga) e fiquei feliz que não foi, porque seria horrível demais, não? Elizabeth Mitchell esteve ótima nessa sua breve aparição, mas foi o Josh Holloway que fez o trabalho emocional pesado. E que trabalho! O desespero e o ódio de Sawyer eram palpáveis.
  • Desmond estava no avião. Como e por que, eu não sei. Mas obviamente se a Ilha afundou, Des nunca foi parar lá. Devemos assumir que ele e Penny estão juntos e felizes no mundo alternativo também? Eu espero que sim. Acho que Desmond deve voltar a ser muito importante agora que Faraday está morto. Ele é quem pode acabar conectando as duas timelines (e eu realmente acho que elas vão se tocar em algum ponto). Uma possível Constante?
  • O Monstro/Locke/Homem de Preto menciona que a última vez que viu Richard, ele estava usando correntes. Acho que é a evidência mais sólida que tivemos até então de que Richard estava sim no Black Rock.
  • Eu sempre adoro a trilha de Lost, mas teve momentos aqui em que ela até se tornou protagonista. A cena em que todos saem do avião por exemplo, tem uma música extremamente marcante. Palmas novamente para Michael Giacchino, gênio.

Post publicado previamente no meu novo blog AbouTv Series. Lá vocês encontrarão mais review de LOST e diversas outras séries.

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Se eu não estivesse evitando spoilers de todas as maneiras possíveis, e soubesse que esse sexto episódio seria completamente focado nos Oceanic 6, sem a aparição de ninguém da Ilha e com destaque para Jack, eu teria abaixado minhas expectativas e esperado pelo episódio mais fraco e enfadonho da temporada. E eu estaria redondamente equivocada.
316 conseguiu superar This Place is Death, e ser o episódio mais excitante da temporada. É claro que isso é fácil quando sua missão é nada menos que mostrar como os Oceanic 6, ou Oceanic 5 já que Aaron não estava presente, voltaram a Ilha. E junto a eles, estavam Ben, Locke e para minha surpresa e deleite, Frank Lapidus.
Começando com uma seqüência quase idêntica a que abre o piloto, com Jack acordando no meio da selva, e posteriormente encontrando-se com Kate e Hurley, o episódio volta ao ponto em que This Place is Death nos deixou na semana passada e explica como eles voltaram para Ilha. O quê ele não explica, e que eu acho se já não era a grande dúvida de todo mundo, agora será, é porquê. Por quê Kate, Sayid e Hurley mudaram de idéia sobre voltar em apenas 36 horas? Por quê Sun aceitou embarcar, mesmo que para rever o marido, deixando para trás a filha pequena, talvez para sempre?
As circunstâncias são suspeitas e eu não acredito que tenha sido acidente que nós tenhamos passado 45 minutos acompanhando a preparação de Jack, o único que não tem conflitos com esse retorno mais que suspeito, para a jornada até a Ilha. Pelo contrário, é preciso pouco convencimento por parte de Miss Hawking para que ele aceite a situação absurda pela qual terá que passar. Eu aposto que as 36 horas dos demais Losties antes de se submeter àquele vôo ainda seja mostrada. Eu, particularmente, desejo ver como Sayid acabou embarcando preso.
Provavelmente é tudo uma representação, mas então surgem mais perguntas. Quem é a US Marshall que o acompanhava? Como ele soube que certos elementos presentes no primeiro vôo teriam que estar presentes nessa viagem e que ele teria que imitar a situação de Kate durante a queda do vôo 815? Aliás, já que entrei nesse assunto, será essa a única razão para Locke ter se matado? Eu sei que é provável que ele tenha tirado a própria vida simplesmente porquê Richard disse a ele que tinha que faze-lo e porquê Christian confirmou a necessidade desse seu sacrifício. Mas seria o fato de quê é imprescindível ter um falecido à bordo usando algo de Christian Shepard o único motivo oculto para justificar a morte de John? Sendo assim, porquê um morto e um preso são essenciais, sem mencionar o violão que Hurley carregava, provavelmente em referência a Charlie, mas outros elementos presentes na ‘queda original’ não são? Não seria indispensável ter a bordo uma mulher grávida, um cachorro (Vincent estava no avião, não estava?), um paraplégico?
É de se imaginar que pelo menos a presença de Aaron fosse indispensável. E se eu não estou extremamente curiosa por Kate ter aparecido misteriosamente sem o garoto, é porquê eu acho que considerando a falta de amigos próximos da sardenta, as possibilidades sobre o destino de Aaron são bem poucas. Eu acho que ela encontrou a mãe de Claire, Carole Littleton, naquele mesmo hotel que ela e Jack visitam em The Little Prince, contou-lhe a verdade e devolveu-lhe o neto. Mas também me ocorreu que na temporada passada vimos ela cumprir uma promessa que fez a Sawyer, e quase todo mundo especulou que seria relacionado a filha de James, Clementine e à mãe da garota que coincidentemente é uma velha conhecida de Kate, Cassidy. Apesar de as chances serem bem remotas, ela também poderia ter deixado o filho com a amiga. Eu apostarei todas as minhas fichas em Carole, até porquê ela não teria aparecido nessa temporada sem motivo nenhum.

Outra resposta que me parece previsível, mas ainda assim consegue me causar ainda mais ansiedade e curiosidade que a situação atual de Sayid, é o paradeiro de Ben. Desmond fica apenas alguns minutos na igreja e vai embora sem problemas depois de irritar-se com Ms. Hawking. E a mensagem que ele tinha que dar a ela, a mensagem de Faraday, obviamente não tinha importância alguma. O quê para mim deixa mais que claro que tudo aquilo que vimos em Jughead foi, de fato, uma desculpa para colocar a família Hume no mesmo lugar que Ben. E quando Linus sai logo depois dizendo a Jack que tem que cumprir um promessa que fez a um velho amigo, eu tive certeza. O fato de
Benjamin parece ter sido bastante machucado. Seu braço estava imobilizado quando ele embarca o vôo da Ajira e ele estava coberto de sangue quando liga para Jack da marina (mais pista indiscutível). Eu só espero que o sangue seja dele. Imaginar que ele tenha feito alguma maldade com Penny e o pequeno Charlie é demais para mim. Eu adoro Linus, e na falta de Sawyer e Miles ele foi o muito necessário alívio cômico durante a intensa seqüência dentro do avião, quando Jack lhe pergunta como ele consegue ler e ele responde que sua mãe lhe ensinou (O quê pode ser uma mentira, porquê ela morreu no parto. Ou não, porquê nós sabemos que ele a via na Ilha quando era criança). Mas me enche de raiva a idéia que por causa de uma briga entre ele e Widmore, ele possa ter machucado uma mulher e uma criança tão inocentes quanto sua própria filha. É a única coisa que eu não suporto nele, sua capacidade de destruir a vida das pessoas só porquê ele quer (eu ignoro o resto das coisas ruins porquê Michael Emerson atua tão bem, que ele torna os muitos defeitos de caráter de seu personagem em algo divertido).
E para não dizer que esse episódio só trouxe perguntas, nós somos apresentados a mais um estação Dharma. The Lamp Post, como é chamado o local, foi um estação criada com o único objetivo de achar a Ilha. Eu imagino que tenha sido, portanto, a primeira de todas as estações Dharma. Localizada em um ponto de alta concentração de energia, a estação teria como objetivo localizar lugares de concentração semelhantes, como a Ilha. O quê é curioso, é de onde eles tiraram tanta informação. Eloise diz que eles sabiam quê a Ilha existia, só não sabiam onde ela estava. E Jack vê na parece uma foto da Ilha com uma legenda de identificação que reporta ao exército americano.
Nós já sabemos que o exército esteve lá, mas o envolvimento deles com a Dharma é misterioso. Sabe-se que Alvar Hanso teve algum envolvimento na Segunda Guerra e desenvolvia armas, o quê pode ter alguma conexão, mas os detalhes ainda são confusos. Afinal, não basta alguém ter apenas estado lá e tirado uma foto, era preciso que essa pessoa soubesse sobre as propriedades especiais da Ilha. Também foi revelado por Miss Hawking que a Ilha de fato sempre se moveu, e que realmente as equações e o pêndulo servem para prever onde ela vai aparecer, no tempo.
E como se tudo isso não tivesse bastado para fazer fumaça sair da minha cabeça, Jin faz uma aparição relâmpago nos últimos segundos, usando um uniforme da Dharma e dirigindo o Dharma-móvel. Obviamente, Daniel Faraday não foi o único a se infiltrar na Iniciativa. A influência que o quinteto (eu estou assumindo que Sawyer, Juliet e Miles estão com Jin e Daniel) teve no panorama geral dos acontecimentos e as conseqüências da chegada de Jack, Hurley e Kate (eu estou assumindo que o resto do avião caiu no futuro, por causa das garrafas de água Ajira encontradas em The Little Prince) me deixam infinitamente curiosa. Essa temporada está se provando maravilhosa, não?

Lost está de volta, e novamente a série se reinventa. A estrutura narrativa mudou, e o foco agora é o tempo. Viagens no tempo mais precisamente. Mas nem tudo está diferente e a temporada começa exatamente como a segunda e a terceira, com um personagem desconhecido colocando um vinil para tocar, e fazendo coisas rotineiras enquanto a música toca. E se antes fomos apresentados a dois personagens que viriam a figurar entre os melhores da série, Desmond e Juliet, aqui vemos alguém já familiar, o Dr. Chang (ou Marvin Candle, que é o nome dele que eu sempre recordo). Contudo, o flashback não é menos revelador em nada.
Quem poderia imaginar que Marvin Candle era um pacato morador da Vila Dharma (no futuro Vila dos Outros), que tinha esposa e filho? Eu nem achava que ele estivesse na Ilha! E o quê dizer sobre a descoberta da roda que moveu a Ilha durante a construção da Estação Orquídea? Ou sobre a presença de Faraday no local? Eu não sou a primeira a dizer, e provavelmente essa frase se tornará um clichê esse ano, mas o personagem principal de Lost se tornou a Ilha. Ainda assim, o quê mais me interessa em Lost ainda são as pessoas, as reações humanas frente ao difícil, ao improvável e ao impossível. Os mecanismos de superação de cada um e suas maneira de se relacionar com os outros e com o mundo a sua volta em tempos de crise.
Eu estava muito interessada em tudo o quê Faraday tinha a dizer sobre as viagens no tempo que o grupo aparentemente estava realizando. Fiquei curiosa em entender porquê os Outros não estavam sofrendo os mesmos efeitos. Afinal, não pode ser algo relacionado à queda do avião, porquê Charlotte, Miles e Daniel não estavam nele, e não parece ser relacionado ao tempo que cada um está na Ilha, porquê Juliet está lá há anos. E também não parece ser uma questão geográfica. Então qual é o fator que faz com que os Losties fiquem presos no loop da Ilha, e os demais não?

Porém melhor que pensar essa questão, é ver Locke, Sawyer, Juliet e os demais tentando lidar com a incerteza, a instabilidade, a falta de segurança, a impossibilidade de se segurar ao comforto de algo rotineiro e constante. Enquanto Sawyer se revolta e e fica frustrado, Juliet facilmente desliza para dentro do papel que era então de Jack (com direito a altruísmo estúpido e tudo) como a líder calma e diplomática e John se apega ao único objeto que sempre lhe faz sentir forte e no controle, sua faca, apesar de Richard encontrar-lhe e lhe dar uma bússola que muito provavelmente era o objeto que Locke deveria ter escolhido quando criança ao invés da arma. E Faraday, que continua misteriosamente racionando a informação, tem um momento de desespero inspirado e pede ajuda de Desmond, no quê se torna uma memória com a qual o Brotha imediatamente sonha (um dos momentos mais inspirados dessa premiere, na minha opinião).
Fora da Ilha, Hurley e Sayid tem destaque enquanto tentam fugir, mas não conseguem. Seus caminhos acabam cruzando com os de Jack e do sempre manipulador Ben, que parece ter todo tipo de contatos e cúmplices fora da Ilha. E Kate é forçada novamente a fugir quando é confrontada com um mandado para um teste de DNA de Aaron. Mas é Sun quem mais chamou minha atenção. Apesar de aparecer pouco, a Coreana me deixou com a pulga atrás da orelha. Algo me diz que não podemos mais confiar nela e em seu bom caráter, e que seja seu objetivo vingança ou outra ainda obscuro, ela será capaz de fazer qualquer coisa para alcançá-lo. Acho inclusive que ela pode ser responsável pelos advogados que foram atrás de Kate e até mesmo pelos homens que tentaram raptar Sayid. É claro, Ben também é um suspeito natural de todas essas ações.

Eu também gosto muito do desenvolvimento do personagem de Jorge Garcia fora da Ilha e aqui não foi diferente. Dessa vez, ele viu a Anna Lucia. E eu fico me perguntando o tempo todo o quê pode estar acontecendo com o Dude para ele estar vendo gente morta. Será que é uma variação do que ocorre com Miles?
E voltando ao pedido de socorro de Faraday a Desmond, o físico pede ao escocês para encontrar sua mãe. Bom, eu, como o resto do mundo, pensei imediatamente em Miss Hawking. E não é que nada por acaso ela aparece no final, e descobrimos que a misteriosa senhora do viagem ao passado de Desmond em Flashes Before Your Eyes também é uma alida de Benjamin Linus?
Essa pode até não ter sido minha premiere de Lost favorita (na verdade, seria até a que eu menos gostei, junto com The Beginning of the End), mas não deixa de ser um bom episódio e um que me deixou infinitamente ansiosa pelo o quê pode estar por vir. E a mudança de estrutura da série pode até mesmo significar que não precisaremos de Flashbacks para rever conhecidos como Danielle (os produtores não sempre disseram que veríamos o passado dela, mas não em um flashback, ou algo assim?). Fico pensando na possibilidade da Rousseau do passado se encontrar com Locke, Sawyer e Juliet e fico salivando, seria o máximo eles verem ao vivo como a equipe dela realmente morreu e como ela sobreviveu tantos anos na Ilha sozinha. Além dessa óbvia possibilidades, o novo modo da trama ser contada abre a porta para muitas, muits coisas interessantes acontecerem. E eu mal posso esperar.

Depois das desinteressantes fotos individuais que circularam pela rede recentemente (a Globo divulgou algumas exclusivamente, e isso eu achei o máximo. Go Brasil), novas fotos individuais de todo o elenco da série foram liberadas pela ABC e divulgadas pelo DarkUfo e pela Revista Tv Séries. Eu, a cada novo material promocional que ouso olhar (tenho pavor de Spoilers de Lost, por mais mínimo que seja), fico ainda mais mordida de ansiedade pela temporada que vem aí.

Sawyer Quinta Temporada LOST

Sawyer Quinta Temporada LOST

Juliet Quinta Temporada LOST

Juliet Quinta Temporada LOST

Desmond Quinta Temporada LOST

Desmond Quinta Temporada LOST

Locke Quinta Temporada LOST

Locke Quinta Temporada LOST

Sun Quinta Temporada LOST

Sun Quinta Temporada LOST

Jack Quinta Temporada LOST

Jack Quinta Temporada LOST

Kate Quinta Temporada LOST

Kate Quinta Temporada LOST

Milus Quinta Temporada LOST

Milus Quinta Temporada LOST

Charlotte Quinta Temporada LOST

Charlotte Quinta Temporada LOST

Faraday Quinta Temporada LOST

Faraday Quinta Temporada LOST

Ben Quinta Temporada LOST

Ben Quinta Temporada LOST

Sayid Quinta Temporada LOST

Sayid Quinta Temporada LOST

Hurley Quinta Temporada LOST

Hurley Quinta Temporada LOST

Antes de comentar qualquer coisa, eu gostaria de pedir desculpas pelo tamanho massivo do post (quem não curte LOST deve estar p*** comigo). Mas eu realmente não queria deixar nenhuma de fora. Eu vou trabalhar mais tarde no Photobucket para diminuir e vou trabalhar no post para colocar uma versão menor aqui. Ou vou tirar algumas. Prometo. Dito isso, quero comentar que adorei as fotos, especialmente as com os cenários misteriosos, várias teorias malucas já estão passando  pela minha cabeça.


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