Séries Addict

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Primeiro, eu gostaria de me desculpar pela demora em escrever essa review. Como eu tenho comentado direto no Twitter, o meu ânimo para fazer qualquer coisa anda baixo, eu perdi um pouco o ritmo de escrever devido ao hiatus e a preguiça às vezes domina. Mas eu jamais deixaria de comentar o último episódio de uma série que me proporcionou tantos momentos agradáveis nessa Fall Season, o quê não é pouco considerando que várias das séries que eu assisto tiveram começos de temporadas instáveis, algumas com mais baixos do que altos.
La Vie en Rose foi o quê consideraria um ótimo episódio de Lipstick, até mesmo uma season finale perfeita, mas eu preferia que esse não fosse o último episódio da série. É até cômico, porquê muitas vezes eu assisto filmes com finais abertos e acho poético e muito mais interessante, porquê a vida é assim mesmo, uma continuidade de eventos que só tem final quando se morre. Mas eu fico extremamente irritada quando isso acontece nas séries. Eu estava assistindo uma série antiga da Showtime durante o hiatus, Huff, e foi a mesma coisa. Série cancelada abruptamente, final em aberto, e muita frustração da minha parte. Nem o clipe no final com os melhores momentos de Wendy, Nico e Victory fez com quê eu tivesse menos vontade de dar uns cascudos nos executivos da NBC. Eu entendo que a audiência da série estava muito baixa, então, também quero dar uns tapas nos americanos, porquê afinal, eles vêem algumas coisas abomináveis, e séries como Lipstick ou Studio 60 acabam canceladas.
Falando sobre o episódio em questão, fiquei feliz em ver que Victory e Joe, apesar de todas as chances estarem contra eles, em maior parte por causa de Joe e suas manias, paranóias e inseguranças, conseguiram sobreviver a visita do Senhor Ford e da Senhora Ford, e ao fato de Victory ter confidenciado a nova situação financeira de Joe a Wendy. Final feliz para os dois, que vão se casar como manda o figurino, para agradar a família de Vic, e consequentemente, a própria.
Já com Nico as coisas não foram tão fáceis. Eu sei que é quase impossível escolher entre Griffin (Perfeito. Ele me lembra o Hotch. Hum, acho que descobri porquê gosto tanto dele) e Kirby (mais perfeito ainda). Eu também ficaria balançada com uma ligação de Kirby (apesar da mulher gritando ao fundo, mancada do fotógrafo). Mas aquele final me deu um nó na garganta. Nenhuma escolha ali poderia ser errada, ou fácil. Mas Nico passou o episódio inteiro tentando se decidir, e apesar de ser pouco, considerando que era o final da série, ela poderia ao menos ter se decidido. A não ser que ela estar com Kirby e não atender a ligação de Griffin no final seja uma maneira sutil dos escritores apontarem que ela ficou com o fofo ex-amante. Ainda assim, para uma mulher tão bem resolvida quando Nico (adorei ela contratando Dahlia para torná-la hot de novo, e adorei a maneira como ela se virou naquela entrevista odiosa e constrangedora), não foi a resolução firme e franca que eu esperava.
Wendy também ficou com sem um fechamento, mas a verdade é quê eu pouco me importo se o chato do Shane vai voltar para casa ou não. Adorei, contudo, o destaque que a Maddie teve. Como já disse aqui, adoro a personagem e o trabalho da Sarah Hyland, que eu espero que encontre trabalho logo. E os questionamentos dela são os normais de uma adolescente: os pais tem dificuldade de assumir que o casamento está indo para o esgoto até para si mesmos, o Shane quer ficar longe da esposa para ter algum tipo de liberdade, a Wendy o deixou ir com fé de que o amor dos dois será o suficiente, e o resto é uma espera. Afinal, na vida, o tempo muda tudo.
Eu me despeço aqui de Lipstick, com uma certa tristeza, porquê a série evoluiu muito da primeira para a segunda temporada, e vai deixar muitas saudades. Eu obviamente não posso ver um grupo unido de amigos ou amigas que fico tocada (mais do que com estórias de amor), e Nico, Victory e Wendy certamente deixaram sua marca.

Lipstick retorna para seu penúltimo episódio, e saber que semana que vem provavelmente será a última vez que assistirei a esse que se tornou um dos meus seriados favoritos da temporada, me deixa deprimida. Foi um episódio bom, mas não foi um episódio digno de ser o penúltimo da série. Porém, acho que não é culpa dos roteiristas, afinal, o episódio provavelmente foi escrito antes do cancelamento, e depois a série foi descancelada e colocada no limbo, apesar de todos nós sabermos que ela não vai voltar, a não ser que ocorra um milagre, porquê a audiência continua péssima.
O meu medo em relação a Victory e Joe se confirmou, e ele deu trabalho a ela, que apaixonada, tentava pedir a mão dele da maneira perfeita. Pelo menos ele não recusou o pedido dela, mas ficamos sabendo que ele ficou pobre. Eu sei que a economia quebrou e tudo mais, e as pessoas pelo mundo estão perdendo muito dinheiro e companhias inteiras estão quebrando, mas ainda é difícil imaginar um bilionário perdendo tudo. De qualquer forma, eu gostei de como as coisas estão resolvidas entre eles. Joe e Victory realmente pertencem um ao outro, com ou sem jatinho particular.
No outro romance da série, vemos os desenvolvimentos entre Nico e Griffin, e Kirby ainda volta à cena. Sou só eu que adoro o Griffin? Eu simplesmente amo como ele é direto e franco. Como ele mesmo diz, é um homem que sabe o quê quer e corre atrás. Sem joguinhos, sem canalhice, sem tentar bancar o Dom Juan. Eu gosto dele porquê ele me parece autêntico e ele não enrola, é o tipo de pessoa em quem eu confiaria a minha vida. Por isso, eu tenho adorado cada momento dele com a Nico: as flores que ele manda para ela, o beijo no elevador, o convite para jantar. Tudo me faz pensar que esse é um cara com quem Nico deveria ficar (e com quem eu ficaria, sem nem pensar duas vezes), afinal, os dois tem uma interação perfeita.
O quê não faz com que Nico fique menos balançada com Kirby voltando a sua vida e a chamando para fazer aquela viagem a Aspen que os dois tinham combinado. Eu provavelmente não iria, porquê Griffin pode ser o cara certo para ela naquele momento, mas seria bem difícil resistir a toda a fofura de Kirby. Ele é simplesmente um cara maravilhoso (e lindo), mas acho que as inseguranças dele continuariam a afeta-los. Ela é uma mulher rica, bem-sucedida e estável, confortável na própria pele, e ele é um jovem que ainda tem muito o quê conquistar e descobrir sobre si mesmo, e se funcionou perfeitamente alguns meses antes, acho que depois da decisão definitiva dela de ter filhos, não tem jeito de continuar a funcionar mesmo.
Já o casamento de Wendy e Shane parece ter se ajeitado. Ela aceitou que ele saia em turnê e ele parou de se comportar como um moleque malcriado. Sabe, estou começando a achar que o personagem nem é tão ruim assim, afinal, como Nico e Victory colocam muito bem, ele só está querendo ter o quê a esposa teve, a oportunidade de ficar completamente imerso em algo pelo qual se é apaixonado, algo que é só seu e que você faz apenas para você mesmo, e que não tem nada a ver com sua mulher, filhos, etc. Mas toda vez que a personagem de Brooke diz algo e Paul coloca uma expressão de nojo no rosto, eu sinto ódio mortal.
Ah, e gosto cada vez mais da Maddie. Ela sim parece uma adolescente de verdade. E não é só o fator aparência, mas a maneira como ela se comporta. Ela é esperta o suficiente para uma adolescente de 15 anos, mas ao mesmo tempo tem aquela imaturidade juvenil, quando por exemplo pede super excitada ao pai para arranjar um autógrafo de Natasha Bedingfield para uma amiga dela, sem perceber que o assunto “turnê” está abalando completamente o casamento dos pais. Ela é meu membro da família Healy favorito. Vou sentir falta dela e de Nico, Victory, Wendy, Kirby, Griffin, baby Charlie, Taylor, Joe e Rodrigo. Tem como não sentir?


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