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Com a exibição desse Ability e sua clara superioridade em relação aos episódios fechados da série, formando par com Safe como apogeu dessa primeira temporada de Fringe até agora, muitas discussões devem estar acontecendo sobre como episódios relacionados à mitologia da série são melhores que os episódios dedicados ao caso da semana. A minha opinião é quê não é que os casos da semana sejam ruins, mas quando o episódio se encerra, nós sabemos que está tudo acabado. Esse sentimento de conclusão pode ser algo que funciona amplamente em séries policiais, mas em uma série de mistério e ficção científica como Fringe, ele é capcioso.
Fringe é uma série que precisa alimentar e ao mesmo tempo atiçar nossa curiosidade o tempo todo. É o tipo de narrativa que como Lost, funciona melhor se eternamente balançar a cenoura na frente do burro (não sei se usei a metáfora correta, mas vocês entenderam, não?). Não é bom que o espectador se sinta completamente satisfeito.
E é por isso que Ability foi um episódio tão sensacional. Ele me deixou curiosa, insatisfeita, fisgada. E estou falando apenas dos efeitos pós-episódio. Pois durante os quarenta minutos de exibição, eu estava tão absorvida, tão hipnotizada, que acho que não tive tempo para sentir qualquer coisa.
E tudo isso se deve a volta do misterioso Mr. Jones. Aquele mesmo que escapou da cadeia na Alemanha usando o aparelho de teletransporte de Walter e que possuía uma obsessão peculiar com Olivia. Sua presença em Boston trouxe tantas respostas e ao mesmo tempo criou tantas novas perguntas que eu me senti assistindo um episódio de Lost.
“Achamos que entendemos a realidade, mas nosso universo é só um entre muitos. A verdade desconhecida é que a maneira de viajar entre eles já foi descoberta por seres parecidos conosco, mas cuja história está levemente a frente da nossa. O efeito negativo dessas viagens será irreversível tanto em nosso mundo quanto no deles. Começará com uma série de eventos não naturais, difíceis de notar no começo, mas que crescerão, de forma não diferente de um câncer, até um simples fato tornar-se inegável. Só um mundo irá sobreviver. E será nós ou eles.” Além do frio na espinha que causou em mim, a passagem que Walter escolheu é especialmente notável porquê eu acho que ela é a maior resposta e ao mesmo tempo a maior fonte de questões que já nos foi oferecida pelos escritores.
Pelo o quê eu entendi o padrão é uma série de eventos anormais causada pela viagem entre Universos. Jones, Loeb e os homens relacionados a ele são parte de uma exército que pretende lutar na Guerra para que nosso mundo sobreviva, às custas do extermínio do outro mundo. Olivia é uma das futuras guerreiras desse confronto, identifica por Jones enquanto na Alemanha, seqüestrada para confirmação e devida lavagem cerebral e finalmente iniciada em seus recrutamento. E Walter pode ter sido o autor do manuscrito “Destruição por Tecnologia Avançada”.
Começando por essa última parte, o Sepinwall estava conjecturando se uma outra pessoa não poderia ter escrito o manual usando a máquina de escrever de Walter enquanto ele estava no hospício. Eu acho improvável, mas acho também que não se pode esquecer que Walter dividiu o laboratório por muitos anos com o misterioso William Bell. Se quisermos uma aposta menos óbvia que Bishop, eu diria que Bell é um bom candidato. E mesmo que ele não tenha escrito, eu penso que ele deve ter lido o manuscrito. Agora que sabemos mais, não é difícil imaginar as pesquisas embasbacadoras da Massive Dynamics como uma maneira de se preparar para a Guerra. E William Bell e sua fiel escudeira Nina Sharp ficam mais interessantes agora do quê quando parecia que eles apenas queriam progresso pelo progresso. Ou pela cobiça.
Quanto à Olivia ser especial, acho que isso era óbvio desde o começo e mais ainda depois de Safe. É só observar Alias. JJ Abhrams não está exatamente interessado em pessoas comuns. Pelo contrário, ele parece ser fascinado com a idéia de predestinação, de extraordinariedade e grandeza. Eu gosto desse desenvolvimento porquê dá mais dimensão a uma personagem que até então era um tanto rasa. E Anna Torv, que está cada vez melhor e teve sua mais expressiva performance até agora na série, está merecendo uma miscelânea emocional mais complexa para sua personagem. Eu não sei se ela é capaz de segurar, mas ela tem crescido tanto que acho que merece o benefício da dúvida.
Voltando a questão dos Universos, quando eu estava ouvindo o Walter recitar o texto, eu pensei imediatamente em viagens alienígenas. Tem como não pensar? Porém, eu lembrei da Trilogia Fronteiras do Universo, do Phillip Pullman. Nos livros existem na Terra vários ‘mundos’ coabitando o mesmo espaço físico. Porém esses diferentes mundos não se tocam e nós não sabemos que eles existem, e apesar de serem similares em vários aspectos, eles também são diferentes em vários outros. E essa lembrança ficou na minha cabeça. E se os Universos não tiverem nada a ver com viagem espacial, outras galáxias e planetas, mas forem mundos diferentes existentes dentro da própria Terra?
Meu cérebro oficialmente fritou. Só sei que nada sei, e que Ability me deixou realmente fisgada. Vamos ver se até o final dessa temporada a série se torna um vício.

1. Nip/Tuck5×18 – Ricky Wells (MVP: Roma Maffia, Adhir Kalyan)
2. Being Human
1×02 – Episódio 2 (MVP: Russell Tovey, Dean Lennox Kelly)
3. CSI Miami
– 7×14 – Smoke Gets In Your Csis (MVP: Emily Procter)
4. Trust Me
– 1×02 – All Hell the Victors (MVP: Tom Cananagh, Monica Potter)
5. Fringe
– 1×13 – The Transformation (MVP: John Noble, Mark Valley, Anna Torv)
6. Damages
– 2×05 – I Agree, It Wasn’t Funny (MVP: Glenn Close)
7. Lost
– 5×04 – The Little Prince (MVP: Michael Emerson, Elizabeth Mitchell, Josh Holloway)
8. The United States of Tara
– 1×03 – Work (MVP: Toni Collette)
9. Grey’s Anatomy
– 5×14 – Beat Your Heart Out (MVP: Chandra Wilson, Sara Ramirez)
10. 30 Rock
– 3×10 – Generalissimo (MVP: Tina Fey, Alec Baldwin)

Só lembrando que por 2008 inclui-se o ano todo, e não só a Fall Season. Além disso, ao começar a fazer essa lista eu tentei pensar em todos os nomes mais mencionados, os queridinhos da crítica e dos formadores de opinião (bloggers), os concorrentes aos principais prêmios. O problema é que quase nenhum entra nessa lista simplesmente porquê eu não estou assistindo a quase nenhum. Assim que eu me deixei levar, a lista saiu facilmente. E eu honestamente não vou colocar na minha cabeça que eu só vejo porcaria, porquê eu acho que não é bem por aí. Cada série nessa lista, cada ator, tem uma razão para estar ali. Mas não vou mentir que essa lista é extremamente subjetiva. Apesar do nome do post, essa é uma lista das coisas que eu mais adorei esse ano, que mais me comoveram, surpreenderam ou excitaram. Que sob o meu olhar, foram destaque de alguma maneira. E se é uma lista no mínimo diferente, eu espero que sirva para interessar as pessoas em coisas que estão aí, no ar, e que elas desconhecem o quão boas são. Eu também tenho a mania de incluir alguns atores em séries que eu não vi inteiras, mas não consigo incluir séries cujos episódios eu tenha perdido. Isso explica por exemplo a presença de Duchovny, mas a ausência de Californication.

Melhor Série Dramática: LOST
Runner-up: Criminal Minds

Menções Honrosas: Lipstick Jungle, House, Terminator: Sarah Connor Chronicles, CSI:NY

Foi difícil escolher. As duas séries no topo me deixaram na ponta da poltrona, me mordendo, falando com o PC, rindo e chorando. LOST foi uma série que me conquistou desde o início, e com a qual eu me revoltei em ocasiões, quase abandonei durante a segunda temporada (que eu odiei, period), mas que me emocionou muitas e muitas vezes e sempre consegue puxar o tapete de debaixo dos meus pés. Eu achei essa quarta temporada brilhante. Reclamei de várias coisas, mas qualquer que seja a série, eu sempre tenho reclamações a fazer, algumas completamente irracionais até. Já CM foi crescendo sutilmente no meu gosto. Antes um policial que eu considerava inteligente e tecnicamente bem feito, mas que ficava abaixo em preferência das franquias CSI, Criminal Minds conseguiu me conquistar completamente e se tornar meu show investigativo favorito, e surpreendentemente foi o quê vi de melhor na Fall Season. Lipstick aparece logo depois, me surpreendendo completamente com uma segunda temporada cativante depois da medíocre primeira. House até está tendo uma temporada que não é a sua melhor, mas eu ainda estou gostando. E esse posicionamento aqui também é, em grande parte, responsabilidade do final da quarta temporada, que foi inquestionavelmente fantástico. Sarah Connor foi uma grande descoberta. Gostei, apesar de implicar com um milhão de coisas. A primeira temporada (que eu vi na Warner, na época em que eles ainda eram canal de séries) me agradou bem mais, mas a segunda pode surpreender agora mais para o final, com as pontas se amarrando. E CSI:NY é aquela série que é tecnicamente tão impecável, que eu não consigo deixá-la de fora de uma lista dessas, apesar de eu considerá-la um pouco fria, e ter problemas pra gostar dos personagens. É simplesmente A série na qual eu não vejo defeito nenhum (além do supra citado).

Melhor Série Comédia: Big Bang Theory
Runner-up: 30 Rock

Menções Honrrosas: The New Adventures of Old Christine, Weeds, Two and a Half Men

Eu não sei como isso aconteceu, mas 30 Rock foi completamente desbancada. A série cômica que atualmente mais me surpreende, agrada e, o principal, faz rir, é Big Bang. Ainda assim, tem espaço aqui para menções a sempre primorosa 30 Rock (a CSI: NY cômica), Old Christine (que eu amo demais), Weeds (que eu amo demais também) e Two and a Half Men (que se repete o tempo todo, e me deixa com a impressão de que eu estou vendo coisas repetidas todo episódio, mas me faz rir mesmo assim).

Melhor Atriz Dramática: Paget Brewster
Runner-up: Kim Raver

Menções Honrosas: Leighton Meester, Lena Headey, Melina Kanakaredes

Essa é uma categoria extremamente perniciosa para mim. Eu nunca escolho os mesmos nomes que a maioria das pessoas e quando eu começo a colocar os nomes no papel, eu sempre fico com dó de escolher só uma. Ser uma leading lady não é fácil. Nem todos os papéis da Tv são bons ou profundos o suficiente, e sempre parece que os homens ficam com os mais legais. A Leighton Meester, por exemplo, quase entrou como runner-up e até mesmo pensei em colocá-la no posto máximo. ADORO Blair. Ela é uma personagem feminina, jovem e é politicamente incorreta o suficiente para eu considerá-la uma das melhores coisas na Tv atualmente. E sua intérprete, Meester, é simplesmente perfeita. Mas apesar de continuar sendo a alma de Gossip Girl, acho que Blair perdeu um pouco de seu ardor e acho que Raver e Brewster acabaram batendo Meester pelas primeiras posições por terem sido mais memoráveis na minha cabecinha. Raver, de quem eu sempre gostei, é a alma de sua série. Sim, sua personagem Nico perde de longe para Blair. Ela é mais quadradinha, mais dramática, tem menos edge (não consigo achar uma palavra melhor). Mas ela é mais profunda, mais sutil e atuação de Kim me tocou mais fundo. Já Brewster pode ser uma escolha que ninguém vai entender e muitos virão aqui dizer que ela é coadjuvante, mas eu acho que ela está assumindo o posto de protagonista feminina de CM e com louvor. Repentinamente a personagem evoluiu enormemente frente aos meus olhos e eu ainda estou boba. E é tudo trabalho de Brewster, porquê apesar de sua Emily Prentiss estar ganhando destaque, a verdade é que os personagens principais tem poucas chances em dramas procedurais como Criminal Minds para expor algum traço marcante de personalidade e conquistar o espectador. E ela conseguiu me conquistar.

Melhor Atriz de Comédia: Tina Fey
Runner-up: Mary Louise Parker

Menções Honrosas: Julia Louis-Dreyfous, Eva Longoria

Parker perdeu seu lugar de honra para Fey, porquê a intérprete de Liz Lemon tem feito muito, muito bonito como a escritora nerd do The Girlie Show. Ainda assim, Parker arrasou o suficiente para estar bem pertinho dela no topo. E o mais importante é que ela conseguiu passar grande parte da temporada sendo apenas boa e em uma cena, conseguiu deixar todos os fãs aplaudindo sua atuação de pé. Dreyfous sempre me faz rir, ela é o Charlie Sheen mulher para mim. E Longoria teve uma temporada sensacional e está finalmente mostrando que é, de fato, uma atriz bem talentosa.

Melhor Ator Dramático: Hugh Laurie
Runner-up: Gary Sinise

Menções Honrosas: Charlie Hunnam, Donald Sutherland

Categoria sempre difícil para mim também, mas pelo motivo oposto de Melhor Atriz. Hugh Laurie sempre ganha, e depois eu fico que nem uma idiota tentando encontrar pelo menos mais dois nomes pra mencionar. A verdade é que vi muito pouco de Sons of Anarchy e Dirty Sexy Money. Os dois atores estavam ótimos, mas nem posso dizer que tenho um grande conhecimento de causa. E Sinise que eu também adoro e que é meu leading man em séries policiais preferido (no momento) ganhou um espacinho, porquê tem feito seu trabalho direitinho, independentemente de eu ser capaz de empatizar com ele ou não.

Melhor Ator de Comédia: Jim Parsons
Runner-up: Alec Baldwin

Menções Honrosas: Charlie Sheen, David Duchovny

Parsons é a melhor coisa a acontecer na comédia esse ano. O resto também me fez rir, mas não tanto.

Melhor Atriz Coadjuvante: Summer Glau
Runner-up: Dana Delany

Menções Honrosas: Elizabeth Mitchell, Sandra Oh, Kelly Rutherford, Lisa Edelstein, Jill Clayburgh, Katey Sagal

Glau é outra vitória incontestável. Headey pode até ter entrado na minha menção honrosa lá em cima, e eu a adoro desde Intrigas, mas nem eu consigo negar que a atriz que interpreta a robô Cameron é a alma de Terminator. E é a melhor personagem feminina do Fall Season. Delany marca presença porquê eu amei tudo o quê ela fez em DH na temporada passada e praticamente só me lembro da trama dela, o quê significa que todo o resto foi esquecível. Uma atriz que salva um temporada inteira de uma série assim merece lugar de destaque. As demais são todas ótimas, mas no caso de Mitchell, Oh, Rutherford e Edelstein, o roteiro nem sempre as ajuda. E no caso de Oh e Rutherford, elas próprias nem sempre se ajudam (tem atriz que faz mais com muito menos material). Mas ainda as adoro profundamente e mais frequentemente que não, elas conseguem ser o melhor ator em cena (tá, para Rutherford não é muito difícil, considerando os atores com ela contracena normalmente, tipo Blake Lively, Connor Paolo e Penn Bagdley).

Melhor Ator Coadjuvante: Michael Emerson
Runner-up: John Noble

Menções Honrosas: Justin Kirk, Matthew Gray Gubler, Glenn Fitzgerald, Jack McBrayer, Simon Helberg, Kunal Nayyar.

Não me perguntem de onde saíram tantos nomes. É incrível como apesar de existirem papéis masculinos principais incríveis, eu consigo citar muito mais nomes de atores coadjuvantes que me impressionaram. Cheguei a escrever Noble como o melhor do ano e depois me dei conta que tinha esquecido completamente de Emerson. Um lapso imperdoável, eu sei. O quê seria de LOST sem Benjamin Linus? Eu odeio Ben com todas as forças e ainda assim, o adoro e acho que ele é a única pessoa que tem a mínima idéia do quê diabos está se passando, o tempo todo. Emerson o construiu de maneira fantástica. Sua ambiguidade constante, seus maneirismos meio de nerd, mas que são assustadores ao mesmo tempo, tudo contribui para tornar Linus o melhor personagem na Tv atualmente.

Prêmio Especial para Melhor Série Velha que eu só fui ver esse ano: The Pretender
Runner-up: Huff

Menção Honrosa: Veronica Mars

Porquê eu sempre sou fisgada completamente por séries antigas? Ano passado não fiz essa categoria, mas considerando que as três séries acima estão entre o quê eu vi de melhor esse ano, superando, inclusive, grande parte do material inédito, elas tinham que aparecer de alguma maneira aqui. Ainda faço um texto especial sobre elas, juro.

Nossa, o ano passou tão rápido! Já estamos na época dos Satellite Awards, uma das primeiras premiações da temporada. Eu sempre adorei as premiações: adoro quando meus atores favoritos são recompensados por seus brilhantismo e adoro reparar em quem, apesar do talento, continua a ser ignorado. O Satellite sempre traz uma lista de filmes que não influencia muito no Oscar, mas sua lista de séries é sempre muito boa, e tem alguns nomes que me deixam pensando, quem? Agradeço a Fernanda Furquim por postar a lista no Revista Tv Séries, de onde eu a “importei”, já que se não fosse por ela eu provavelmente teria ignorado o fato da lista ter saído.

Série Dramática

Brotherhood – Showtime
In Treatment – HBO
Mad Men – AMC
Primeval – BBC
Life on Mars – ABC
Dexter – Showtime

Atriz em Série Dramática

Anna Paquin – True Blood
Holly Hunter – Saving Grace
Glenn Close – Damages
Kathryn Erbe – Law and Order: Criminal Intent
Sally Field – Brothers and Sisters
Kyra Sedgwick – The Closer

Ator em Série Dramática

Bryan Cranston – Breaking Bad
Gabriel Byrne – In Treatment
Michael C. Hall – Dexter
Jon Hamm – Mad Men
David Tennant – Doctor Who
Jason Isaacs – Brotherhood

Série Cômica

It’s Always Sunny in Philadelphia – FX
30 Rock – NBC
Pushing Daisies – ABC
State of the Union – Showtime
The Colbert Report – Comedy Central
Skins – BBC America

Atriz em Série Cômica

Tracey Ullman – State of the Union
America Ferrera – Ugly Betty
Tina Fey – 30 Rock
Julia Louis-Dreyfus – The New Adventures Of Old Christine
Christina Applegate – Samantha Who?
Mary Louise Parker – Weeds

Ator em Série Cômica ou Musical

Lee Pace – Pushing Daisies
Alec Baldwin – 30 Rock
David Duchovny – Californication
Danny Devito – It’s Always Sunny in Philadelphia
Justin Kirk – Weeds
Jonny Lee Miller – Eli Stone

Minissérie

John Adams – HBO
Cranford – BBC
The Last Enemy – PBS

Telefilme

The Memory Keeper’s Daughter – Lifetime
Bernard and Doris – HBO
God on Trial – PBS
Filth: The Mary Whitehouse Story – PBS/BBC
24 Redemption – Fox

Atriz em Minissérie ou Telefilme

Judi Dench – Cranford
Laura Linney – John Adams
Susan Sarandon – Bernard and Doris
Phylicia Rashad – A Raisin in the Sun
Julie Walters – Filth : The Mary Whitehouse Story
Jacqueline Bisset – An Old Fashioned Thanksgiving

Ator em Minissérie ou Telefilme

Paul Giamatti – John Adams
Kevin Spacey – Recount
Tom Wilkinson – Recount
Ralph Fiennes – Bernard and Doris
Benedict Cumberbatch – The Last Enemy
Stellan Skarsgard – God on Trial

Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme

Laura Dern – Recount
Sarah Polley – John Adams
Kristin Chenoweth – Pushing Daisies
Dianne Wiest – In Treatment
Chandra Wilson – Grey’s Anatomy
Fionnula Flanagan – Brotherhood

Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme

Jimmy Smits – Dexter
Zeljko Ivanek – Damages
John Slattery – Mad Men
John Noble – Fringe
Nelsan Ellis – True Blood
Harvey Keitel – Life on Mars

Prêmios Especiais

Mary Pickford Award
(Contribuição Artística à Indústria)
Louis Gosset Jr.

Tesla Award
(Contribuição Tecnológica à Indústria)
Rick Baker

Melhor Elenco na Televisão
Brotherhood

Algumas notas para min mesma (e para vocês, se quiserem me cobrar depois). Preciso ver Brotherhood já!! A série parece ser ótima, a sinopse é super interessante, é do Showtime, que só tem séries boas e Jason Isaacs é hot. Alguém que já viu Primeval pode me dizer do quê se trata? E o quê diabos é State of Union, quê eu nunca sequer ouvi falar? Também preciso ver John Adams, 24 Redemption, It’s Always Sunny in Philadelphia, In Treatment e terminar a primeira temporada de Mad Men (tudo isso junta-se a Dexter, BSG, o fim de Veronica Mars, Sopranos, The West Wing e Firefly na lista de séries que preciso muito ver, mas nunca consigo).

Sobre algumas indicações: gosto muito da Chandra Wilson, mas Grey’s esteve uma mer** na temporada passada e nem a personagem dela se salvou. Ela ainda é boa atriz, mas tinha outras que podiam ocupar esse lugar. Poderia dizer o mesmo de Kathryn Erbe, mas convenhamos, eu não gosto de Criminal Intent e ela parece estar no lugar que sempre pertence a Mariska (isso nada me agrada). As listas de atrizes de Telefilmes está sensacional. É ótimo ver que acabou mesmo o mito de que televisão não é lugar de estrela de Hollywood. Eu particularmente morro de amores por Laura Linney e quero que ela ganhe (apesar de não ter visto este trabalho em particular). Já com a lista masculina eu me divido: Ralph Fiennes, Tom Wilkinson ou Paul Giamatti? Todos são maravilhosos. Vibrei com a indicação de John Noble, por Fringe. De longe ele é meu ator favorito no elenco. Mas Zeljko Ivanek deve levar, o quê é bem merecido, ele esteve ótimo em Damages.


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