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Eu fiquei um pouco decepcionada em ver que a competição entre Serena e Blair foi menos incendiária que a briga entre Queen B e Little J ano passado. A semana de admissões em Yale certamente foi humilhante para B, já que ela foi superada pela consideravelmente menos inteligente S na concorrência para uma vaga na proeminente faculdade. Alguém deveria ter avisado a Blair que o processo admissão em uma Ivy não é uma meritocracia. Por mais que tenha sido divertido ver Blair atirar a bolsa em Serena, a disputa não foi muito empolgante. E por mais que pareça que Serena ganhou, acho que ela também perdeu. Ela está sendo usada.
Enquanto isso, Chuck era aliciado pelas Skulls and Bones, Dan tentava conseguir uma recomendação extra e Nate tinha um caso enquanto mentia sobre sua identidade. Nada muito excitante, tirando o fato que Nate resolve deixar Chuck de lado para ser amigo de Dan. Tudo isso só porquê Chuck fez o Dan levar um trote no lugar dele? Pelo amor de Deus, os dois ele conseguiu (depois de um bom tempo, é verdade) perdoar o melhor amigo por dormir com a namorada dele e de repente é “Você é uma pessoa má. Não quero mais ser seu amigo”?
Dos últimos episódios, Chuck in Real Life foi definitivamente o meu preferido. Ele explorou tudo o quê há de melhor na série: os dramas familiares dos Van Der Woodsen-Bass e Chuck e Blair unidos para por em ação um plano maligno. O único problema com a trama de Chuck e Blair foi Vanessa. A garota é insuportável, e eu ainda tenho que acreditar que Chuck desenvolveu sentimentos por ela? E sua consciência repentina? Que coisa enjoada.
Eu adoro a Lily, mas meio que fiquei do lado da Serena nesse episódio. As histórias sobre os ex-maridos dela são uma loucura. Dá para entender agora o porquê da Serena tratar a mãe com tanta hostilidade no começo da série, quando a Lily parecia ser uma mãe nem de longe tão má, principalmente se comparada a Eleanor ou Alison. O principal conflito das duas sempre foi quando Lily queria fazer tudo parecer perfeito e Serena queria fazer tudo parecer o quê é. Muitas vezes eu fiquei do lado da Lily, com em Hi Society! Sinceridade demais é quase tão ruim quanto uma mentira, e ninguém precisa saber os detalhes da sua vida. Mas dessa vez a Serena tinha razão, tudo aquilo era muito falso. Ainda bem que todo mundo se entendeu no final.
Pret-a-Poor-J trouxe Willa Holland como Agnes, e a rebelião de Jenny contra a exploração de Eleanor. Eu nunca consigo ficar totalmente do lado de Jenny quando ela faz essas coisas. Sim, as coisas no ateliê não estavam bem, mas me parece que ela tomou uma decisão impulsiva, pressionada pelos novos amigos. Obviamente, como é televisão, tudo vai funcionar no final. Mas na vida real, as coisas são um pouco mais complicadas. Agora o novo cabelo de J, eu definitivamente odiei.
Fui só eu que achou o mais novo desenvolvimento no relacionamento de Chuck e Blair uma chatice? E afinal, eles agora serão amigos? Esqueça o “Eu te amo”, será que os produtores de Gossip Girl nunca ouviram falar de amigos com benefícios? Porquê realmente, alguém consegue imaginá-los de mãos dadas no Central Park?
There Might be Blood foi um bom episódio, mas foi só isso. Blair e Jenny tiveram seus momentos, enfrentaram seus problemas e conseguiram ser bem-sucedidas. Conquistaram seus futuros. E o desfile de Jenny foi muito legal. Mas o resto não empolgou tanto. Blair ainda é personagem que tem as melhores falas de toda a série e Meester ainda é a estrela do show, mas a estória dela foi clichê e esquecível.
Serena e Aaron são o mais novo casal do show e eu já não os suporto. Acampamento de verão quando crianças? O cara te manda um presente e quando você liga, uma outra atende? Ah, por favor. Ela não podia conhecer o cara, gostar do cara, sair com o cara. Eu sei que é televisão, mas nem sempre o interessante é porquê o casal não dá certo.
O saldo desses últimos quatro episódios, apesar de uns serem muito mais fracos que os outros, é positivo. Gossip Girl está muito melhor nessa temporada. Minha única reclamação é não usarem mais tanto a escola, as meninas, as intrigas.

Um fator que sempre contribuiu para que eu amasse Blair nos livros é que ela é um tanto atormentada. Não é nada comparável as grandes tragédias da antigüidade ou às grandes tragédias teen contemporâneas, ninguém próximo dela morreu e ela não matou ninguém (embora ela tenha chegado a roubar uma calça de cashmere de uma boutique de luxo para Nate em momento de desespero), são as pequenas coisas. Ela é negligenciada, provocada, humilhada e tudo o quê ela batalha para conseguir geralmente falha, e para piorar a situação, é conseguido logo em seguida por Serena sem esforço nenhum, e a loura faz questão de deixar claro que tudo não passou de acidente cósmico que conspira para que ela brilhe. Por isso é com muito prazer que eu vejo essa trama sendo introduzida na série.
Sim, é angustiante a às vezes extremamente irritante ver a Blair sendo tão ferrada e a Serena sendo tão agraciada pelos Deuses, mas é um antagonismo ótimo, e que cria sempre ótimas tramas. E Serena boazinha é tão chata, que eu sentirei pela pobre Blair cada minuto que a loura infernizá-la, mas torcendo ao mesmo tempo para ver mais. Ainda mais porquê a Blair da série não vai deixar Serena tratá-la como lixo e ignorar, ela partirá para briga e agora ela aparentemente conta com uma aliada, Jenny. Adorei ver como a união das duas se deu e adorei a explicação de Jenny para Blair, que condiz com tudo o quê eu disse acima. As duas podem dar muitos passos errados, mentir, manipular, tramar, mas elas tem um objetivo e elas correm atrás, só para no final serem passadas para traz por uma Serena ou Poppy da vida, que tem tudo no colo. Acho melhor Serena tomar cuidado, porquê ela pode ser a Rainha agora, mas Blair e Jenny juntas são verdadeiras déspotas.
Uma alianças também improvável e interessante foi a de Dan Humphrey com Chuck Bass. Pena que durou tão pouco. E é impressão minha, ou todos os Upper East Siders irão para Yale? No livro Serena e Nate entram, enquanto Blair sofre um tempo na lista de espera e tem que suar mais um pouquinho para entrar, mas os outros vão para cantos totalmente diferentes. E Jenny? Será que ela irá para o internato? Isso seria muito chato, mas não está parecendo que ela ficará na Constance, já que ela deixou bem claro para o pai que não volta. O quê acontece é que com ela e Eric sendo dois anos mais novos que todo mundo, e os personagens principais tendo que ir para a faculdade, vai ser complicado mantê-los conectados com a trama, mesmo com Jenny trabalhando para Eleanor Waldorf.
No núcleo adulto descobrimos que Lily tirou uma foto nua. Concordo com a Serena que a Lily é a mãe mais cool do Upper East Side. Pena que Bart voltou e acabou com os planos dela de ser descolada, deu um daqueles discursos sobre discrição e deixou no ar algo sobre um segredo tão sórdido que Lily prefere manter enterrado. É impressão minha, ou isso foi meio que uma chantagem?
Esse episódio de Gossip Girl pode não ter sido tão empolgante quanto o da semana passada, mas foi ótimo e a série parece estar perfeitamente sintonizada com a identidade que encontrou.

The Bitches are back!!!!!!!! E Lily também. Eu sôo como uma garotinha adolescente histérica? Bom, desculpem-me, mas esse episódio de GG me deixou na beira do sofá de tanta excitação. E esse já se qualifica, na minha opinião, como o melhor episódio de Gossip Girl.
Todos nós já esperávamos que a volta à escola fosse dar início a terceira Guerra Mundial. Mas alguém esperava que Serena, a pobre garota rica, boa moça toda vida, fosse voltar aos seus anos de menina má e destronar sua melhor amiga, Blair? Nada mais é sagrado. Melhor para nós, porquê Serena má é tãaao melhor que Serena boa. Blair pode ter ficado confusa de início, mas alguém duvida que ela vá revidar com força total? E Jenny, de que lado vai ficar? Eu não acho que será no de Blair, afinal a morena não vai ficar nada contente ao descobrir que Little J é a nova queridinha de sua sempre ausente mãe. Convenhamos, até eu ficaria roxa de ódio. Is e Nelly Yuki não fizeram muita coisa, foram praticamente figuração, mas Penelope reforçou o que já tinha mostrado na temporada passada. Ela é a verdadeira encarnação de bully, com mais classe, é claro. Eu amo odiar Amanda Setton e sua personagem. Mas cadê Hazel, a loirinha do mal? E se ela voltar, de que lado vai ficar?
Enquanto Serena caía nos planos de Chuck para retorná-la a seu mau comportamento e pisar por cima de Blair, a morena mais uma vez estava envolvida com o Lorde, a Duquesa, Nate e Vanessa. Pela última vez, infelizmente. Eu sempre achei a relação de Marcus e Catherine meio estranha, cheguei a pensar que se ela gosta de adolescentes… Mas aquela obsessão dela pelo Nate me enganou. Bom, como tudo o quê bom dura pouco, Vanessa deu um flagra no Lorde perfeito de Blair nas preliminares com sua madrasta. Kinky.
Longe dessa família mais que disfuncional, tivemos a família Van Der Woodsen, agora completa com Chuck Bass (porquê Bart, aparentemente, foi promovido a figurante, para que todos nós idiotas possamos entender o quanto Lily é infeliz em seu casamento, duh). A cena do café da manhã foi ótima, a única hora que eu curto Serena boazinha é quando há cenas de momentos mãe e filha com Lily, o quê na minha opinião, nunca é demais. Principalmente se considerarmos que Lily parece ser a única mãe do show que se aproxima de amorosa e atenciosa com os filhos, e até mesmo, com seu repulsivo enteado Charles. E, é claro, eu sempre adoro vê-la com o Rufus, mesmo ele tendo dispensado daquele jeito horrível. Eu entendo o lado dele, ela está casada e do jeito que eles são loucos um pelo outro, não é bom ficar muito perto, por muito tempo. Mas ela tinha acabado de confidenciar a ele que se sente completamente sozinha e eu fiquei morrendo de pena. Lily precisa de um amigo. Deus, quem, adolescente ou adulto, não sabe como é isso? Bom, Blair, aparentemente, vai descobrir, ou redescobrir a sensação muito em breve. Talvez as duas devessem fazer companhia uma a outra.
Os Humphrey estão muito menos chatos nessa temporada ou é impressão minha? Ainda assim, eu quero ver Jenny comer o pão que o diabo amassou por ter sido tão petulante na temporada passada, e eu definitivamente não vou me importar de ver S torturando seu ex um pouquinho. Chamem de Guilty Pleasure, ou do que quiserem, mas se continuar assim, Gossip Girl tem tudo para ser uma das minhas séries favoritas da temporada.

Sabe último capítulo de novela? Um casamento, a vilã se dando mal, as tramas se fechando e os casais se acertando? Vendo a season finale de Gossip Girl eu tive a sensação de estar vendo um, com a diferença de que tiveram umas reviravoltas no final, porquê afinal de contas, tem a segunda temporada e eles tinham que tentar deixar um gancho. Fiquei ansiosa para ver o que vai acontecer? Não.
GG, como é chamada pelos íntimos, é uma série montanha-russa. Tantos altos e baixos, que eu fico até tonta. Começou ruim, ficou consideravelmente boa, algumas coisas incomodavam ainda, aí ficou excelente, decepcionou, e se afundou de vez. Isso é season finale que se preze? Até os figurinos estavam horríveis.
Minha trama preferida, a de Rufus e Lily, terminou de uma forma que não me agradou. Depois do beijo do episódio passado, os dois dormiram juntos. Mas Lily ia se casar mesmo assim. Ela foi se encontrar com Bart, que meio que a encurralou, demonstrando que sabia o quê ela andava fazendo. Ela prometeu desistir do Rufus por ele. Mesmo Rufus e Lily sendo um casal lindo, fofo, tudo de bom, Bart não é ruim e ele não faz um par ruim com Lily. Concordo plenamente com tudo o quê Chuck disse em seu discurso e mais. Os dois desistiram de muitas coisas para estarem juntos, eles tem um certo companheirismo que é até engraçado, Bart sendo tão sisudo e Lily tão cheia de pose. Podia ter acabado aí, a escolha dela seria completamente justificada, a própria Lily justificou. Tudo aquilo de Rufus descobrindo que Serena pediu a Lily para não ir embora com ele, indo atrás dela, tentando convencê-la a desistir, só para deixá-la ir, foi besteira. Uma grande enrolação só para causar um pouco de tensão naqueles que ainda não sabiam que Lily subiria ao altar, sim.
Dan e Serena terminaram. Aleluia. Os dois estavam chatos demais. Não vai fazer falta. Nate e Vanessa também terminaram. Aleluia de novo. Alguém mais sentia como aquilo simplesmente não era para ser? Os dois não tinham química!
Blair e Chuck voltaram e eu fiquei feliz da vida, e então no final, uma decepção. Os dois ficam juntos uma semana e já estão traindo? E o amor? Os dois são tão legais juntos, não agüento mais uma temporada deles sem contracenar. Então espero que os escritores tenham uma solução satisfatória. Dan parece que vai ficar com Vanessa (não é o cúmulo da chatice?) e Nate com Serena (talvez funcione, depende só dos escritores). Jenny ainda fez uma aparição relâmpago para ganhar uma traminha inútil que vai colocá-la contra Blair, de novo. Acho que não consigo ver a segunda temporada.
A única coisa boa foi Blair acabando com a alegria de Georgina, fazendo-a ser encontrada pelos pais e conseguindo com que fosse mandada para um reformatório. Apesar de que, até disso, eu esperava mais.
Alguém me dê um bom motivo para ver a Segunda temporada, por favor, porquê eu não estou conseguindo ver a luz no fim do túnel.

Acorde Little J. Seu mundo de contos de fadas? Ilusão. Mas não se preocupe, sua fachada não foi a única a cair. Afinal de contas, no Upper East Side tudo é miragem.

Quem esperava, quando Gossip Girl começou tímida e sem personalidade (e à sombra de tantos queridos dramas teen), que a série fosse dar uma guinada tão sombria? Nem é tanto sobre os acontecimentos, mas sobre o caminho que os personagens tomaram. Quando All About My Brother terminou, eu não pude evitar sentir-me um pouco deprimida.
S, que começou a série sem sal nem açúcar, e que se tonou querida com o tempo, guardou todo esse tempo o segredo de um assassinato. As circunstâncias ainda são desconhecidas, e eu quero saber mais antes de falar, mas GG pode ter ido longe demais na tentativa de chocar. Sim, Georgina é mais perigosa do que a julgamos, e Serena está em problemas maiores do quê muita gente imaginou. É uma boa story line. Mas vão conseguir segurá-la? GG é um show que vai ao ar às oito da noite na TV aberta americana, portanto o tratamento que vai ser dado a esse assunto está me preocupando. Se for pra fazer igual a bulimia de Blair, era melhor que canonizassem Serena e pronto. Se querem falar de assassinato, é melhor falarmos de causas e conseqüências. Principalmente conseqüências. Lembro que em The O.C. os personagens iam para a delegacia e se livravam por causa de uma coisa, ou outra. Eram acidentes, ok. Mas GG quer mesmo dizer a adolescentes impressionáveis, num país onde jovens e até mesmo crianças matarem nem é tão incomum assim, que se você não tiver a intenção pode escapar com um tapa na mão por tirar a vida de alguém? Por outro lado, prender sua protagonista não é bem uma opção, né?
Falando de impunidade, não dá pra acreditar na condescendência de Rufus em relação a Jenny. Ela pisou nele, o desrespeitou, voltou chorando e está tudo resolvido. Eu teria levado, no mínimo, um tapa na cara. Não sou a rainha do politicamente correto nem nada, mas uma coisa eu aprendi desde cedo. Respeito é mútuo. E isso é sagrado. Sua queda do Olimpo? Foi menos do que a loirinha mereceu. Afinal, achou que podia jogar o jogo de dissimulação, e o fez bem por um tempo, mas ela nunca teve a força pra isso, não é? No fim, apesar de ela ser uma bitch, eu senti um pouco de pena dela. Todos nós já nos perdemos em algum momento da nossa vida. Já descobrimos que aquilo que achávamos que era uma coisa , era outra.
A volta de Queen B foi triunfante. Blair teve dúvidas, mas ela é a mais persistente de todas, e no fim, ela é a única mesmo que tem o que é preciso para guiar o rebanho de ovelhas idiotas que são suas pseudo-amigas; obviamente não é preciso muito para meninas que gritam como se tivessem doze anos porquê sua amiguinha está namorando um garoto rico e bonito (principalmente porquê elas são todas garotas ricas e bonitas), mas é bom ver Blair de volta ao controle. Georgina pode ser perigosa, mas Blair é a bitch que amamos. Mas novamente na curva perigosa, quando Blair conversa com Jenny, ela tripudia, mas há certa tristeza em seu semblante. O ótimo trabalho de Leighton Meester expressando as complexas emoções de sua personagem deixaram algo em aberto, Blair também sabe se o preço é muito alto pra pagar. Se vale a pena. Por Blair eu sinto mais do que por Jenny, afinal, a Waldorf não vê que pode haver outra vida.
Mas ainda assim o momento que mais me deprimiu no episódio inteiro tem que ser a cena na loja de noivas, em que Lily prova seu vestido e Rufus fica abalado. Meu casal favorito está de volta. O quê posso dizer além de que todas as cenas entre os dois são simplesmente perfeitas? E num episódio com tantas boas atuações, Kelly Rutherford conseguiu ser a melhor (e isso não é só porquê sou puxa-saco dela). A cena do espelho foi fantástica em sua sutileza, mas ainda há as cenas com Eric e com Rufus ao telefone, em que ela pede conselho sobre como proceder em relação ao filho gay (esqueci de mencionar isso, não? Já falo…) que foram absolutamente tocantes.
Quanto ao casal gay, eu não sei quem não sabia ainda, mas eu já conhecia todos os detalhes e já tinha conseguido preencher as demais lacunas na minha mente (eu ando tentando uma tática nova: ler spoilers de GG pra não ler os de LOST. Não tem funcionado muito bem. Aceito sugestões). Eric e Asher eram um casal, não muito bombástico, mas como eu disse lá em cima, no Upper East Side castelos são de vidros e homossexualismo ainda choca. Ou não. Afinal a única ridicularizada foi Jenny Humprey. Pelo menos, ela sabe quando jogar a toalha.

Foto retirada do site YouKnowYouLoveMe.


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