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It’s a Wonderful Lie foi, como diria Miranda Priestly, “not wonderful yet”. Essa temporada vinha muito bem, mas perdeu o gás e agora está até mesmo trazendo episódios que ficam na sombra de episódios da temporada passada. Um importante baile da sociedade, logo depois do episódio de Ação de Graças? Eu ainda me lembro de Hi, Society, senhores roteiristas.
O Snowflakes não impressionou, e até as party girls pareciam entediadas. A cena da humilhação de Vanessa foi chata, Lily e Rufus no baile tentando se entender foi chato e Serena e Dan se acertando foi… bom, alguém entendeu alguma coisa? Porquê eu realmente fiquei perdida com aqueles diálogos. É para brincarmos de decifrem os significados ocultos?
O pouco que gostei se resume a Blair e Chuck (nenhuma novidade nisso) e Jenny. O casal como sempre teve uma trama cômica culminando em um momento mais sério, quase melancólico. Adorei Blair apostando os serviços de Dorota com Chuck e por um longo momento quis que ele ganhasse a aposta só para ver essa situação. Mas Beta Blair e Chuck 2.0 acabaram um com o outro, enquanto o casal original chegou a dividir uma dança, mas ainda não descobriu como podem ficar em um relacionamento de verdade! Por favor, dêem de Natal um momento In Treatment para Blair e Chuck: uma horinha com um bom terapeuta que os façam parar de bater na mesma tecla.
E por falar em disco quebrado, eu amo Lily e Rufus, mas por favor, dêem andamento para a trama. Nem eu agüento mais os olhares tristes e languidos, e a explicação de porquê Rufus deixou Lily seguir em frente no dia do casamento foi brega, brega e brega. Antes eu achava a relação dos dois sutil e cheia de beleza, mas estão começando a me deprimir. Contudo, eu ainda considero Rutherford uma das atrizes mais competentes e talentosas do elenco (junto com Meester e ultimamente, Monsen) e acredito que se o texto e a direção melhorarem um pouquinho, as coisas se acertam.
Com tudo isso que eu desabafei sobre Lily e Rufus, Serena e Aaron ainda conseguem ser um casal mais maçante e irritante. E isso nem tem nada com o fato de eles não terem ido para a cama (porquê, honestamente, quem se importa?). Mas se Dan consegue deixar Serena insuportável de chata (e tivemos mais uma prova disso nesse episódio), o ator que interpreta Aaron (cujo nome desconheço e estou com preguiça de procurar, porquê não vale mesmo muito a pena) consegue sugar todo o brilho de Blake Lively. A personagem nova, Lexie, até pareceu legal (ela é inspirada na Lexie francesa e piranhuda dos livros, aquela que fica querendo dormir com Nate?), e a atriz até pareceu boa, mas eu fiquei com a impressão de que tinha algo errado. Sabe, quando algo te incomoda o tempo todo? E eu não sei dizer se foi ela, ou o Penn Badgley.
Retornando a Jenny, ela está inserida no triângulo amoroso mais ridículo de todos os tempos. Tenho pena dela, porquê até o episódio passado a jornada trágica e complicada dela estava me agradando muito, muito mesmo. E agora ela é a garotinha que fica em casa se perguntando porquê Nate não ligou ao invés de bater na porta de todos os ateliês de moda de Nova York e ou de desenhar uns mil vestidinhos e blusinhas peças únicas que as colegas milionárias de escola dela adorariam usar, mesmo que a considerem uma escória da sociedade? Adorei todas as cenas que ela teve com as bitchs, que também foram ponto alto do episódio porquê eu adoro suas superficialidades maliciosas. Mas tive verdadeiro horror de cada um de seus diálogos com Vanessa. E Nate lhe dizendo que ela não era quem ele achava o coroou como Joselito-Mor. Onde ele estava quando ela fez de tudo para ser Rainha, roubou um vestido, o usou como moeda de barganha para voltar para o grupo das populares, espalhou fofocas sobre ter transado com o namorado gay só para sua festa Upper East Side não ser cancelada? Fazer uma amiga que a apunhalou pelas costas passar vergonha nem entra no Top 5. E eu nem importo com o roubo da carta. Vanessa mereceu porquê todos os roteiristas querem de qualquer maneira torná-la uma espécie de mártir que seja capaz de mostrar o quanto pessoas pobres são mais cheias de principio e ética que as ricas. Mas na verdade ela é apenas irritante. E Nate apaixonado por ela e dizendo que está mais feliz do quê nunca também é. É uma combinação mega sofrível de atores muito ruins com texto muito cafona. E eles precisam reduzir significativamente o tempo de tela dos dois, para que a série volte a ser ótima. Period.

Eu fiquei um pouco decepcionada em ver que a competição entre Serena e Blair foi menos incendiária que a briga entre Queen B e Little J ano passado. A semana de admissões em Yale certamente foi humilhante para B, já que ela foi superada pela consideravelmente menos inteligente S na concorrência para uma vaga na proeminente faculdade. Alguém deveria ter avisado a Blair que o processo admissão em uma Ivy não é uma meritocracia. Por mais que tenha sido divertido ver Blair atirar a bolsa em Serena, a disputa não foi muito empolgante. E por mais que pareça que Serena ganhou, acho que ela também perdeu. Ela está sendo usada.
Enquanto isso, Chuck era aliciado pelas Skulls and Bones, Dan tentava conseguir uma recomendação extra e Nate tinha um caso enquanto mentia sobre sua identidade. Nada muito excitante, tirando o fato que Nate resolve deixar Chuck de lado para ser amigo de Dan. Tudo isso só porquê Chuck fez o Dan levar um trote no lugar dele? Pelo amor de Deus, os dois ele conseguiu (depois de um bom tempo, é verdade) perdoar o melhor amigo por dormir com a namorada dele e de repente é “Você é uma pessoa má. Não quero mais ser seu amigo”?
Dos últimos episódios, Chuck in Real Life foi definitivamente o meu preferido. Ele explorou tudo o quê há de melhor na série: os dramas familiares dos Van Der Woodsen-Bass e Chuck e Blair unidos para por em ação um plano maligno. O único problema com a trama de Chuck e Blair foi Vanessa. A garota é insuportável, e eu ainda tenho que acreditar que Chuck desenvolveu sentimentos por ela? E sua consciência repentina? Que coisa enjoada.
Eu adoro a Lily, mas meio que fiquei do lado da Serena nesse episódio. As histórias sobre os ex-maridos dela são uma loucura. Dá para entender agora o porquê da Serena tratar a mãe com tanta hostilidade no começo da série, quando a Lily parecia ser uma mãe nem de longe tão má, principalmente se comparada a Eleanor ou Alison. O principal conflito das duas sempre foi quando Lily queria fazer tudo parecer perfeito e Serena queria fazer tudo parecer o quê é. Muitas vezes eu fiquei do lado da Lily, com em Hi Society! Sinceridade demais é quase tão ruim quanto uma mentira, e ninguém precisa saber os detalhes da sua vida. Mas dessa vez a Serena tinha razão, tudo aquilo era muito falso. Ainda bem que todo mundo se entendeu no final.
Pret-a-Poor-J trouxe Willa Holland como Agnes, e a rebelião de Jenny contra a exploração de Eleanor. Eu nunca consigo ficar totalmente do lado de Jenny quando ela faz essas coisas. Sim, as coisas no ateliê não estavam bem, mas me parece que ela tomou uma decisão impulsiva, pressionada pelos novos amigos. Obviamente, como é televisão, tudo vai funcionar no final. Mas na vida real, as coisas são um pouco mais complicadas. Agora o novo cabelo de J, eu definitivamente odiei.
Fui só eu que achou o mais novo desenvolvimento no relacionamento de Chuck e Blair uma chatice? E afinal, eles agora serão amigos? Esqueça o “Eu te amo”, será que os produtores de Gossip Girl nunca ouviram falar de amigos com benefícios? Porquê realmente, alguém consegue imaginá-los de mãos dadas no Central Park?
There Might be Blood foi um bom episódio, mas foi só isso. Blair e Jenny tiveram seus momentos, enfrentaram seus problemas e conseguiram ser bem-sucedidas. Conquistaram seus futuros. E o desfile de Jenny foi muito legal. Mas o resto não empolgou tanto. Blair ainda é personagem que tem as melhores falas de toda a série e Meester ainda é a estrela do show, mas a estória dela foi clichê e esquecível.
Serena e Aaron são o mais novo casal do show e eu já não os suporto. Acampamento de verão quando crianças? O cara te manda um presente e quando você liga, uma outra atende? Ah, por favor. Ela não podia conhecer o cara, gostar do cara, sair com o cara. Eu sei que é televisão, mas nem sempre o interessante é porquê o casal não dá certo.
O saldo desses últimos quatro episódios, apesar de uns serem muito mais fracos que os outros, é positivo. Gossip Girl está muito melhor nessa temporada. Minha única reclamação é não usarem mais tanto a escola, as meninas, as intrigas.

Um fator que sempre contribuiu para que eu amasse Blair nos livros é que ela é um tanto atormentada. Não é nada comparável as grandes tragédias da antigüidade ou às grandes tragédias teen contemporâneas, ninguém próximo dela morreu e ela não matou ninguém (embora ela tenha chegado a roubar uma calça de cashmere de uma boutique de luxo para Nate em momento de desespero), são as pequenas coisas. Ela é negligenciada, provocada, humilhada e tudo o quê ela batalha para conseguir geralmente falha, e para piorar a situação, é conseguido logo em seguida por Serena sem esforço nenhum, e a loura faz questão de deixar claro que tudo não passou de acidente cósmico que conspira para que ela brilhe. Por isso é com muito prazer que eu vejo essa trama sendo introduzida na série.
Sim, é angustiante a às vezes extremamente irritante ver a Blair sendo tão ferrada e a Serena sendo tão agraciada pelos Deuses, mas é um antagonismo ótimo, e que cria sempre ótimas tramas. E Serena boazinha é tão chata, que eu sentirei pela pobre Blair cada minuto que a loura infernizá-la, mas torcendo ao mesmo tempo para ver mais. Ainda mais porquê a Blair da série não vai deixar Serena tratá-la como lixo e ignorar, ela partirá para briga e agora ela aparentemente conta com uma aliada, Jenny. Adorei ver como a união das duas se deu e adorei a explicação de Jenny para Blair, que condiz com tudo o quê eu disse acima. As duas podem dar muitos passos errados, mentir, manipular, tramar, mas elas tem um objetivo e elas correm atrás, só para no final serem passadas para traz por uma Serena ou Poppy da vida, que tem tudo no colo. Acho melhor Serena tomar cuidado, porquê ela pode ser a Rainha agora, mas Blair e Jenny juntas são verdadeiras déspotas.
Uma alianças também improvável e interessante foi a de Dan Humphrey com Chuck Bass. Pena que durou tão pouco. E é impressão minha, ou todos os Upper East Siders irão para Yale? No livro Serena e Nate entram, enquanto Blair sofre um tempo na lista de espera e tem que suar mais um pouquinho para entrar, mas os outros vão para cantos totalmente diferentes. E Jenny? Será que ela irá para o internato? Isso seria muito chato, mas não está parecendo que ela ficará na Constance, já que ela deixou bem claro para o pai que não volta. O quê acontece é que com ela e Eric sendo dois anos mais novos que todo mundo, e os personagens principais tendo que ir para a faculdade, vai ser complicado mantê-los conectados com a trama, mesmo com Jenny trabalhando para Eleanor Waldorf.
No núcleo adulto descobrimos que Lily tirou uma foto nua. Concordo com a Serena que a Lily é a mãe mais cool do Upper East Side. Pena que Bart voltou e acabou com os planos dela de ser descolada, deu um daqueles discursos sobre discrição e deixou no ar algo sobre um segredo tão sórdido que Lily prefere manter enterrado. É impressão minha, ou isso foi meio que uma chantagem?
Esse episódio de Gossip Girl pode não ter sido tão empolgante quanto o da semana passada, mas foi ótimo e a série parece estar perfeitamente sintonizada com a identidade que encontrou.

The Bitches are back!!!!!!!! E Lily também. Eu sôo como uma garotinha adolescente histérica? Bom, desculpem-me, mas esse episódio de GG me deixou na beira do sofá de tanta excitação. E esse já se qualifica, na minha opinião, como o melhor episódio de Gossip Girl.
Todos nós já esperávamos que a volta à escola fosse dar início a terceira Guerra Mundial. Mas alguém esperava que Serena, a pobre garota rica, boa moça toda vida, fosse voltar aos seus anos de menina má e destronar sua melhor amiga, Blair? Nada mais é sagrado. Melhor para nós, porquê Serena má é tãaao melhor que Serena boa. Blair pode ter ficado confusa de início, mas alguém duvida que ela vá revidar com força total? E Jenny, de que lado vai ficar? Eu não acho que será no de Blair, afinal a morena não vai ficar nada contente ao descobrir que Little J é a nova queridinha de sua sempre ausente mãe. Convenhamos, até eu ficaria roxa de ódio. Is e Nelly Yuki não fizeram muita coisa, foram praticamente figuração, mas Penelope reforçou o que já tinha mostrado na temporada passada. Ela é a verdadeira encarnação de bully, com mais classe, é claro. Eu amo odiar Amanda Setton e sua personagem. Mas cadê Hazel, a loirinha do mal? E se ela voltar, de que lado vai ficar?
Enquanto Serena caía nos planos de Chuck para retorná-la a seu mau comportamento e pisar por cima de Blair, a morena mais uma vez estava envolvida com o Lorde, a Duquesa, Nate e Vanessa. Pela última vez, infelizmente. Eu sempre achei a relação de Marcus e Catherine meio estranha, cheguei a pensar que se ela gosta de adolescentes… Mas aquela obsessão dela pelo Nate me enganou. Bom, como tudo o quê bom dura pouco, Vanessa deu um flagra no Lorde perfeito de Blair nas preliminares com sua madrasta. Kinky.
Longe dessa família mais que disfuncional, tivemos a família Van Der Woodsen, agora completa com Chuck Bass (porquê Bart, aparentemente, foi promovido a figurante, para que todos nós idiotas possamos entender o quanto Lily é infeliz em seu casamento, duh). A cena do café da manhã foi ótima, a única hora que eu curto Serena boazinha é quando há cenas de momentos mãe e filha com Lily, o quê na minha opinião, nunca é demais. Principalmente se considerarmos que Lily parece ser a única mãe do show que se aproxima de amorosa e atenciosa com os filhos, e até mesmo, com seu repulsivo enteado Charles. E, é claro, eu sempre adoro vê-la com o Rufus, mesmo ele tendo dispensado daquele jeito horrível. Eu entendo o lado dele, ela está casada e do jeito que eles são loucos um pelo outro, não é bom ficar muito perto, por muito tempo. Mas ela tinha acabado de confidenciar a ele que se sente completamente sozinha e eu fiquei morrendo de pena. Lily precisa de um amigo. Deus, quem, adolescente ou adulto, não sabe como é isso? Bom, Blair, aparentemente, vai descobrir, ou redescobrir a sensação muito em breve. Talvez as duas devessem fazer companhia uma a outra.
Os Humphrey estão muito menos chatos nessa temporada ou é impressão minha? Ainda assim, eu quero ver Jenny comer o pão que o diabo amassou por ter sido tão petulante na temporada passada, e eu definitivamente não vou me importar de ver S torturando seu ex um pouquinho. Chamem de Guilty Pleasure, ou do que quiserem, mas se continuar assim, Gossip Girl tem tudo para ser uma das minhas séries favoritas da temporada.

Gossip Girl está numa escalada de qualidade e aqui ela atingiu o ponto da excelência. Numa Nova York infernal de calor e eventualmente escurecida pelo black out, Blair não apenas brilhou mais e mais, ela mostrou que infernal mesmo é ela. Com uma língua ácida e uma coragem única para honestidade, ela disparou contra a Duquesa, contra Serena e até mesmo contra seu supostamente amado Lorde. Convenhamos, todos eles mereceram.
No meio do emaranhado de tramas, Blair tinha que lidar com um Lorde perfeito que se recusava a transar com ela por respeito (será?), com Chuck que está impotente por qualquer uma que não seja ela e Nate, que continua sendo completamente rude. A minha previsão de que Nate aceitar dinheiro de Catherine viria a se provar um grande erro se concretizou, e agora ele virou um tipo de gigolô. O quê obviamente atrapalho seu romance bobo com Vanessa. Eles são um casal tão insosso, que eu havia esquecido completamente que eles haviam namorado temporada passada. E os escritores colocaram eles juntos de novo só para criar um draminha patético. Quem não sabia que Catherine iria usar a informação sobre o paradeiro do Capitão Archibald assim que ela o mencionou? Nate é um completo idiota. Catherine, por outro lado, já se tornou minha personagem adulta favorita (teremos que ver quando Lily voltar a cidade), e a segunda maior bitch do show.
Obviamente ambos o Duque e o Lorde não são muito forte na parte sexual, e a Duquesa e Blair se vêem dividindo o mesmo problema. E as duas acharam a mesma solução. Traição. Só não acho que quando a Duquesa for descoberta ela terá a mesma destreza e cara de pau de Blair, que depois de uns amassos com Chuck, ainda conseguiu manter Marcus.
Paralelamente, Jenny conseguiu não me irritar. Eu até mesmo consegui gostar dela nesse episódio, o quê é um verdadeiro milagre. Eu realmente fiquei feliz por ela trabalhando diretamente com Eleanor Waldorf. Já Dan e Serena tiveram mais um rompimento dos mais desinteressantes. O único ponto forte de toda a trama foram algumas piadinhas por parte de Dan, e as menininhas leitoras da Gossip Girl metendo o nariz onde não foram chamadas. O quê realmente não é muito, considerando que na trama principal, os diálogos de Blair foram muito melhores.
Semana que vem eles estão de volta à escola, para seu último ano, as inscrições na faculdade, as fofocas, as amigas em quem não se pode confiar e muita intriga. Eu mal posso esperar.

PS: Eu amei a saia da Blair. Quero, quero, quero!!

Never Been Marcused apresentou um considerável nível de superioridade em relação a estréia da temporada. Não é a série que eu sonho que Gossip Girl fosse, mas é Gossip Girl em sua melhor forma. Até o East Hamptons, o reduto dos ricos e belos de GG estava parecendo mais bonita nesse novo episódio.
Como sempre o episódio foi da Queen B, que agora está convicta de estar apaixonada por Lorde Marcus, ou como ela prefere chamá-lo, “The Lord”. E não é que a madrasta de Marcus, “The Duchess”, é ninguém menos que Catherine, a amante de Nathaniel. É óbvio onde a trama vai parar, mas mesmo assim foi muito divertido ver Chuck tentando armar para Blair se dar mal, a Duquesa tentando espantá-la e por fim Blair triunfando ao encontrá-la se agarrando no chão com seu ex. Que falta de classe da Duquesa.
A má companhia deve estar afetando o pobre Nate, porquê ele saiu dando um fora um tanto rude na Blair. Isso era mesmo necessário? Ela dormiu com o melhor amigo dele, agente entende, mas ele fez exatamente a mesma coisa e primeiro, portanto, estabeleceu o precedente. Ou talvez a mãe dele tenha esquecido de ensiná-lo boas maneiras, junto com aquela lição sobre não aceitar doces de estranhos. Aceitar o dinheiro de Chuck, seu melhor amigo há um milhão de anos (e que convenhamos, com todos os seus defeitos, costuma ser um bom amigo) está fora de questão, mas tudo bem ficar na dívida de milhares de dólares com uma mulher com quem ele está dormindo há, tipo, uns dez minutos é totalmente aceitável? Orgulho e luxuria já são dois péssimos conselheiros sozinhos, juntos então…
E se falarmos apenas do segundo, Dan e Serena também entram na lista das pessoas que realmente não tem nenhum bom senso. Os dois tem que pensar muito sobre seu reatamento, mas fazer sexo na praia depois de um reencontro de cinco minutos é simplesmente muito sensato. É claro que S e D se entendem no final. Tudo bem que adolescente tende a ser idiota mesmo, mas Dan e Serena costumam se superar na falta de bom senso. O quê torna muito fácil entender porquê Chuck e Blair são as estrelas do show. São os únicos personagens que parecem ter sido concebidos como alguma coisa além de acéfalos guiados por valores nobres.
Quem também está de volta a Manhattan são Vanessa e Rufus, o quê me faz perguntar, onde minha personagem favorita? Eu estou morrendo de saudades de Lily e de Bart Bass também, e estou louca para ver os Van Der Woodsen-Bass funcionando como uma grande família (não tão) feliz e (não tão) funcional. Nesse episódio, que foi ótimo e que eu gostei bastante, só faltaram mesmo eles para ficar perfeito.

Promo do próximo episódio:


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luiz augusto em The Day of the Triffids
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