Séries Addict

Archive for dezembro 2008

Para todos que acompanham esse blog, um Feliz Natal, muita felicidade e paz para vocês e suas famílias. Eu sou extremamente grata por cada leitor, cada comentário, cada mero clique que esse blog recebe. E o meu melhor presente esse ano foi vê-lo crescer tanto. Deixo vocês com um vídeo que para mim é perfeito para esse dia (e que me faz chorar toda vez que vejo).

Anúncios

O TeleSéries compilou uma lista com 10 episódios de Natal Inesquecíveis. Eu contribuí com dois textos, que seguem abaixo.

Série: The O.C.
Episódio: The Best Chrismukkah Ever (1×13)
Estréia nos EUA: 3/12/2003

Os episódios de Natal de The O.C. ficaram eternizados na memória dos fãs da série e são considerados clássicos. Acho que um dos motivos dos episódios serem tão bons é que a série tinha como pedra angular a unida família Cohen. Tão unida que Seth cria um feriado chamado Christmukah, para que o seu pai Sandy, “um judeu pobre e lutador crescido no Bronx”, e sua mãe Kirsten, “a burguesa protestante”, possam comemorar e quem sabe, atigirem um terço de seu próprio entusiasmo. O afeto entre eles irradia e nos envolve de uma maneira única. As brincadeiras, os comentários sarcásticos, as meias penduradas na lareira, os olhares e sorrisos amorosos. Tudo grita “espírito natalino”.

Sim, essa primeira experiência com o feriado misto dos Cohen é divertida por causa das trapalhadas de Seth tentando se decidir entre Anna e Summer (com sua inesquecível aparição como Mulher-Maravilha); é dramático por Marisa e seus muitos problemas; é interessante por Sandy e Kirsten conseguirem passar uma rasteira no pai dela que estava tentando ludibriá-los e fazerem uma boa ação; e é novamente divertido por termos que ver os esforços hilários de Julie para manter-se bem diante da alta sociedade. Mas The Best Christhmukah Ever é especialmente memorável por ser sobre uma família, que se ajuda e se apóia nas horas sérias, que fazem piadas e riem um dos outros (Seth em especial) e que tentam fazer seu filho adotivo se sentir amado e seguro. The Best Christhmukah Ever é um dos melhores episódios de Natal de todos os tempos, porquê é impossível não se sentir conectado aos Cohen.

Série: The Pretender
Episódio: Not Even a Mouse (1×08)
Estréia nos EUA: 14/12/1996

Como um prisioneiro do Centro, Jarod nunca pôde comemorar o Natal. Então, em seu primeiro ano de liberdade, ele tem a chance de experimentar todas as tradições e mitos do feriado da mesma maneira que uma criança deslumbrada, ao mesmo tempo que busca justiça por Christmas George, um homem sem teto que se vestia de Papai Noel e garantia que as criancinhas do orfanato local ganhassem presentes.

Enquanto isso, Sydney e Miss Parker (os caçadores do Centro) precisam admitir que não conseguirão capturar Jarod antes do ano terminar, e enquanto Sydney espera desesperadamente por um telefonema de seu ex-pupilo/prisioneiro, Parker fica refém dos caprichos do pai, que a enche de esperanças de que possam passar o Natal juntos, só para depois arrancá-las.

Esse episódio sempre me dá um aperto no coração, porquê o fato de quê aquelas pessoas não tem ninguém com quem possam simplesmente compartilhar um momento especial fica ressaltado pelo fato de ser Natal. E não só os três, mas as crianças do orfanato, o mendigo cujo único amigo era Christmas George, todos parecem sozinhos e desamparados. É claro que Jarod tenta amenizar a situação, e fazer com quê todos se sintam pelo menos um pouquinho queridos nesse dia (e eu sempre choro naquele final por causa disso). Mas mesmo assim esse episódio de Natal em particular me deixa mais melancólica do quê os demais episódios e filmes de Natal, porquê eu fico com a sensação muito forte de que no mundo há muitas pessoas para quem o Natal é uma época sombria onde o espírito de união e de compras só faz ressaltar que alguns não tem nada e/ou ninguém. E seja Natal ou não, nem mesmo um rato merece tal abandono.

Clique aqui para ler os demais textos.

Minha lista de pedidos de Natal que só Papai Noel pode resolver.

10. Que os canais de série no Brasil voltem a demonstrar um mínimo de competência.

Eu posso até não depender deles, mas muita gente ainda depende. E PAGA por isso. E para mim, isso é motivo o suficiente para os sinais de amadorismo e negligência sumirem em um milagre de Natal. A FOX me fez parar de ver meia dúzia de séries que eu acompanhava só pelo canal quando mudou a programação toda para o dublado (quando chegaram as legendas, eu já tinha abandonado tudo e não voltei). A Sony apresentou um monte de problemas técnicos. A Warner resolveu virar canal de filmes. Por favor, Papai Noel, dê um pouco de simancol para os executivos dos canais de Tv a cabo.

9. O não cancelamento de Sarah Connor Chronicles e Fringe pela FOX americana.

A audiência está baixa. As críticas se dividem. O próprio público se divide. Alguns gostam de um certo episódio, outros não. Fringe parece melhorar a cada episódio e Sarah Connor vem mantendo uma qualidade boa, mas tentando algo diversificado a cada episódio que vai ao ar. Só que os números não estão bons, e duas das séries que eu mais curto nesse momento podem não sobreviver. Por favor, Papai Noel, não deixe a FOX cancelar Sarah Connor e Fringe.

8. Um décimo da inteligência de Sheldon

Acho que nem precisa explicar o pedido, né? E nem é muita coisa, né? Só um décimo. Nada demais. Por favor, Papai Noel.

7. Uma vida igual de Nico Reilly, daqui há alguns anos

Tá, a vida da protagonista de Lipstick Jungle é complicada, especialmente no tocante relacionamentos amorosos. Mas ela tem o emprego dos sonhos, um apartamento sensacional e o guarda-roupa que qualquer mulher deseja. Namorou o perfeitíssimo Kirby. É brilhante e todos sabem disso. Transborda classe, dignidade e franqueza. Tem as melhores tiradas e as melhores amigas que se pode querer. É linda, apesar da idade. Por isso, por favor Papai Noel, dê uma mãozinha para que com trabalho duro (vamos combinar que é necessário), eu consiga ser igual a Nico Reilly quando crescer.

6. Todo o figurino de Blair Waldorf

Outro que é auto-explicativo. Se eu tivesse milhões de dólares, compraria eu mesma. Mas como não tenho, tenho que esperar a boa vontade do Papai Noel em deixar todos os Chanel, Gucci, Chloé e Dior fabulosos de Blair na minha janelinha.

5. A morte de Horatio Caine

É improvável, porquê ele é protagonista da série. Mas audiência a parte, acho que muita gente me apoiaria (não é porquê vemos a série, que gostamos de Caruso). Tá, acreditar que CSI Miami vá um dia se tornar uma série no nível de CSI, CSI NY ou Criminal Minds é praticamente a mesma coisa que acreditar em Papai Noel. E eu tenho que me fazer desistir da série (repito isso que nem um mantra na minha cabeça, mas ainda não consegui. Os ex-fumantes, álcoolatras, chocólatras e etc de plantão têm alguma dica?) Só queria que Caruso saísse da série. Com a onda de troca de elenco que andamos tendo, não é tão absurdo assim.

4. Um Emmy para Elizabeth Mitchell

Tá, o texto dela nessa quarta temporada não foi lá essas coisas; o quinteto romântico (ou pentágono) foi constrangedor; e vê-la tornar-se uma espécie de sombra do Jack quando nós sabíamos que ele estava com Kate no futuro mais ainda. Porém, Elizabeth é uma atriz sensacional, que trabalhou bem mesmo com o pouco que lhe deram e o Emmy está em dívida com ela por a terem ignorado pela terceira temporada. Além disso, o Emmy é só em Setembro e na quinta temporada as coisas tem tudo para melhorar para o lado dela. Vou sentar e esperar como uma boa menina Papai Noel, mas o senhor vai precisar dar uma ajudinha a longo prazo aqui.

3. Um Emmy para Michael Emerson

Também não acho que precise comentar. Todo mundo sabe que ele é o melhor ator de LOST atualmente, dono do melhor personagem e é como se fosse o protagonista hoje em dia (Jack quem?). Benjamin Linus e Emerson são a alma de LOST. E já deveriam ter levado a droga do Emmy há muito tempo!

2. Uma Terceira Temporada para Lipstick Jungle

Toda vez que digo para alguém que não está assistindo que essa é uma das melhores coisas da temporada, a pessoa torce o nariz. A verdade é que depois de uma primeira temporada medíocre, Lipstick Jungle renasceu das cinzas. É outra série. E eu estou apaixonada. Mas a audiência está baixa demais e ela foi cancelada. Ou não. A verdade é que ninguém sabe ao certo e a série parece estar em uma espécie de limbo enquanto os executivos esperam que ela milagrosamente ganhe mais um milhão de telespectadores. Em uma noite de sexta-feira. Só se o bom velinho mexer uns pauzinhos, né?

1. O Terceiro Filme de The Pretender

Tá, a série é jurássica (qualquer coisa que tenha ido ao ar quando eu tinha apenas cinco anos de idade pertence aos livros de história). Mas eu fui vê-la apenas no hiatus do meio desse ano (porquê aos cinco anos de idade, eu via Tv Colosso, não série americana) e me apaixonei. Mas a série não tem fim. É cancelada, vai para uma trilogia de filmes para Tv e não tem terceiro filme! Os produtores fizeram Tin Man (que eu não vi, é boa?), mas fora isso, não engataram mais nada. Então o quê eles estão esperando? Andrea Parker e Michael T. Weiss ficarem com 60 anos? Eu preciso de respostas, e nem mesmo me importo em como elas virão, desde que venham. Façam um desenho animado tosco e coloquem no YouTube. Só acabem com essa agonia minha de não saber se Miss Parker e Jarod finalmente vão fugir juntos para bem longe do Centro.

Quais são os pedidos de vocês?

Tá, eu já possuo Twitter há séculos. Mas eu não usava. Não sei porquê, não me apeguei de cara ao negócio. Mas heis que chega o hiatus, eu estou de férias, e trancada dentro de casa o dia inteiro na frente do PC. Sério, quando seu tempo na Internet dobra, você descobre que se nunca tinha tempo o suficiente antes, agora tem tempo demais. E eu meio que viciei nesse negócio. Ainda não sei se é melhor do quê o meu vício usual, que sempre aparece durante as férias e hiatus, Fan Fiction. Vai depender muito do quê vai acontecer uma vez que hiatus e férias terminarem. Então, me adicionem, e se eu continuar postando muito por lá em Março, mandem uma equipe de intervenção para a minha casa, please.

twitter.com/ThaisAfonso

E heis que a nova série de Ryan Murphy ganha sua primeira foto promocional. Eu achei as primeiras temporadas de Nip/Tuck fantásticas e amei o piloto de Pretty/Handsome, isso sem mencionar o ótimo Running with Scissors, o filme dele, ou seja, apesar do tema, tenho confiança nesse projeto. Ele também esteve a frente do drama teen Popularidade, que foi o primeiro drama teen que eu assisti na vida, e que na minha cabeça, ainda é melhor que The O.C. e Gossip Girl (mas meu drama teen favorito é Once and Again, apesar de não ser exatamente um drama teen, mas um drama familiar).

Glee será uma comédia musical, sobre um grupo de coral da escola, dirigido por Will (Matthew Morrison), o professor de espanhol. Também estão no elenco, Jessalyn Gilsig, que interpretará a esposa de Will, Jayma Mays, de “Ugly Betty”, como uma colega de Will, Jane Lynch, treinadora das cheerleaders, bem como Lea Michele, Kevin McHale, de “Zoey 101”, Cory Monteith, de “Kyle XY”, Chris Colfer, Amber Riley, Jenna Ushkowitz, Mark Salling e Dianna Agron, de “Heroes”, como os integrantes do coral.

Fonte: Revista Tv Séries

Esse texto contém Spoilers para quem não está acompanhando a série de acordo com a exibição americana.

Brothers in Arms falou de um serial killer que estava focando-se em policiais, deixando toda a população apavorada. Mesmo assim, a presença da BAU não foi bem-vinda. O perfil do suspeito era até bom, o episódio foi todo bem feitinho e Derek fez bonito mostrando que entendia os policiais e se importava, mas eu passei o episódio inteiro me perguntando, CM já não teve um episódio exatamente assim antes? Eu vejo tantas séries, que nem sempre minha memória é confiável, mas eu tenho quase certeza que sim.
O último episódio do ano, Normal, apelou para uma maneira diferente de filmar e editar. Nós conhecemos o suspeito o tempo todo, conhecemos sua família. Eu senti pena dele, vendo como ele era tratado pela esposa e filhas (que pode ser também parte da ilusão dele), vendo como ele perdeu a filha caçula e sabendo que ele estava apenas surtado. Foi um episódio em que nós tivemos uma ampla oportunidade de simpatizar com o criminoso. Já tiveram assim antes, mas eu acho que deu para se deixar levar mesmo assim. Mas tive algumas implicâncias com esse episódio.
Achei que houveram muitos erros óbvios. Eles tentaram fazer uma trama que nos enganasse e se enrolaram. Como o cara matou três pessoas com uma arma barulhenta daquela e nenhum dos vizinhos ouviu nada? As filhas nem acordam quando ele atira na mãe primeiro, e eles estão todos dentro da mesma casa. E a mulher que é sua primeira vítima olha diretamente para ele e não consegue mencionar para polícia que ele é careca e usa óculos? Eu entendi que ela nem prestou atenção nele, porquê o achou insignificante, mas são traços diferenciais, difíceis de não notar ou lembrar.
E também tenho que comentar sobre a substituta de JJ, Agente Todd. Eu não sou grande fã de JJ, porquê acho ela a mais sem personalidade do grupo (e realmente não consigo apontar se a culpa é do roteiro ou da atriz, mas a essa altura acho que é dos dois). Mas Meta Golding consegue ser ainda pior. Primeiro que eu não consigo comprar o relacionamento dela com o Derek, porquê de jeito nenhum Golding e Moore tem química juntos. Segundo, porquê nós sabemos que um novo membro da equipe será diferente, e nós já vimos Prentiss e Rossi passarem por esse processo, mas nunca a maneira de fazer as coisas de um novato me irritaram tanto. A mentira no nono episódio nem foi tão ruim, mas perder a cabeça e agir como amadora nesse episódio, sim. Como assim ela foi gritar com Hotch no meio da rua só porquê o criminoso tinha matado de novo por causa da coletiva para a imprensa? Não me convenceu.
Todavia, para fechar o ano com chave de ouro, os produtores trouxeram A.J. Cook de volta, com o bebê de JJ fazendo uma visita a sombria BAU. Realmente, com tudo o quê se vê naquela sala, é bom eles terem um memória feliz. E foi uma cena perfeita. Se até Hotch sorriu, como eu poderia resistir? Derek com o bebê no colo brincando, Prentiss e Garcia fazendo piada dele, Reid com aquela carinha de encantado. Dá quase para querer ser essa criança, afinal, ele vai ter alguns dos “tios” mais legais do mundo televisivo. Eu mal posso esperar pelo resto dessa temporada.


Categorias

Comentários

luiz augusto em The Day of the Triffids
karina em Much I Do About Nothing…
andreia em Eles estão voltando…

Blog Stats

  • 175,323 hits

Todas as atualizações do seu blog favorito

Me Adicione no Technorati

Add to Technorati Favorites