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Quando acontece tanta coisa legal em um episódio que eu mal sei como comentar tudo em tão poucas linhas, é sinal de que os quarenta minutos foram de excelente qualidade. E nas minhas reviews de Grey’s ultimamente, eu sempre me sinto deixando algo interessante de lado, mesmo quando escrevo horroes. E para mim isso ratifica a competência do roteiro.

Não estou dizendo que todas as storylines de Sweet Surrender foram igualmente brilhantes. Eu gostei de umas mais do que de outras. Mas eu senti que todos os personagens tiveram seu espaço (com a exceção de Yang) e todos os atores estiveram muito bem. Chandra Wilson teve a trama mais dramática e o melhor material para trabalhar, e foi o destaque. A trama de Callie poderia ter sido melhor desenvolvida, mas foi bem-vinda, principalmente por Sara Ramirez ter tido bom material também. Pena que Jessica Capshaw ficou dividida entre as duas estórias e não rendeu. T.R. Knight recebeu alguma coisa para fazer, finalmente, e eu acabei de reparar que só sinto muita falta do George quando ele aparece. A progressão da doença da Izzie me deu pena, mas ao mesmo tempo foi uma trama leve por causa do planejamento do casamento. E a resolução do conflito entre Derek e Sloan foi a cereja no topo. Adoro esses dois!

MVP: Chandra Wilson, Sara Ramirez, Katherine Heigl

Texto publicado originalmente no site TeleSeries.

1. Nip/Tuck5×18 – Ricky Wells (MVP: Roma Maffia, Adhir Kalyan)
2. Being Human
1×02 – Episódio 2 (MVP: Russell Tovey, Dean Lennox Kelly)
3. CSI Miami
– 7×14 – Smoke Gets In Your Csis (MVP: Emily Procter)
4. Trust Me
– 1×02 – All Hell the Victors (MVP: Tom Cananagh, Monica Potter)
5. Fringe
– 1×13 – The Transformation (MVP: John Noble, Mark Valley, Anna Torv)
6. Damages
– 2×05 – I Agree, It Wasn’t Funny (MVP: Glenn Close)
7. Lost
– 5×04 – The Little Prince (MVP: Michael Emerson, Elizabeth Mitchell, Josh Holloway)
8. The United States of Tara
– 1×03 – Work (MVP: Toni Collette)
9. Grey’s Anatomy
– 5×14 – Beat Your Heart Out (MVP: Chandra Wilson, Sara Ramirez)
10. 30 Rock
– 3×10 – Generalissimo (MVP: Tina Fey, Alec Baldwin)

É irônico que esse episódio de Private Practice se chame Acceptance, porquê eu particularmente nunca aceitei a série e a mudança de uma das minhas personagens preferidas de Grey’s Anatomy, Addison, para Los Angeles. Assisti metade da primeira temporada, forçosamente, por causa da Kate Walsh, mas então finalmente joguei a toalha e me contentei em torcer para quê a audiência fosse baixa, o projeto fosse cancelado e Addison reassumisse seu lugar como Obstreta-Chefe do Seattle Grace, protegida do Chief, ex-mulher/amiga do Derek, e assim por diante. Maldade, eu sei.
Eu ainda não consigo gostar dos coadjuvantes de Private, e o clima geral da série também não me conquistou, mas pelo menos parei de torcer contra. E esse crossover obviamente não foi uma recompensa pelo fim da minha atitude negativa, mas eu me sinto presenteada. E até me esforcei e assisti alguns episódios de Private Practice para me inteirar do quê estaria acontecendo.
O importante aqui era conhecer Archer, o irmão mais velho de Addison que vai para Los Angeles atrás dela e consegue espantar seu namorado policial em cinco minutos (foi só mencionar os 25 milhões no fundo de poupança da Addie e o tal do Kevin quase correu para a porta). E então ele se envolve com a melhor amiga de Addie, Naomi. E logo depois descobrimos que ele tem parasitas dentro do cérebro, ao invés do tumor inoperável que ele achava que tinha. E removê-los será uma trabalho para Derek, é claro.
E para mim, a presença Grant Show como Archer Montgomery ajudou muito a melhorar a série. Eu realmente não consigo empatizar com os demais coajuvantes, então se você consegue, ignore minha opinião, mas ele salvou esse episódio para mim. A relação dele e de Addie, o desespero dela perante a doença dele, as brigas dos dois, tudo funcionou e no fim, eu realmente gostei de um episódio de Private pela primeira vez.
A trama da menininha que era abandonada pelos pais foi brilhante e a storyline da gravidez realmente é muito boa, e tem umas complicações muito bem conduzidas, mas o problema é, se o roteiro é tão legal (e é), por que eu não sinto nada quando vejo? Vou recorrer a um dos clichês mais recorrentes desde que a Warner fez aqueles comerciais bregas, mas Private Practice não me faz sentir.
E enquanto a trama do crossover começava a se desenvolver em PP, em Grey’s Anatomy os cirurgiões retornam com um episódio abaixo de Stairway to Heaven, mas ainda assim conseguiu manter um nível satisfatório de qualidade. A verdade é que o episódio foi bom, mas foi um filler, porquê nada realmente aconteceu.
A evolução, mínima, aconteceu com a sempre ótima Miranda e com Callie, a Doutora Arizona sendo coadjuvante das duas storylines. E uma ótima coadjuvante. Bailey, depois de tirar três dias de folga por causa do caso Jackson, volta com a promessa de um cargo como atendente assim que terminar sua residência, mas é jogada em mais um caso de uma criança com um problema possivelmente fatal, ficando desestabilizada. Chandra demonstrou muito bem os sentimentos de insegurança e dúvida de sua personagem, e sua epifania em descobrir que ela pode pertencer de fato à Cirugia Pediátrica.
E Arizona, que ajudou Bailey a ter certeza da decisão, mais tarde vai consolar e ajudar Callie, que passou o episódio inteiro sofrendo com sua solidão e com o fato de Lexiepedia e Sloan a ficarem usando como confidente de seus problemas amorosos sem graça. Quando fica óbvio que ela também é lésbica, eu não curti de cara. Sei que ela e Callie juntas promete ser um envolvimento ótimo, aliás, tem tudo para ser melhor ainda que foi com Erica Hahn. Mas contando com ela, já são quatro lésbicas/bissexuais em Grey’s (porquê a Sadie também parece ser) e eu fico me perguntando quando a série se tornou The L Word.
Eu adoro o Sloan e até gostei de seu envolvimento com a Lexie a princípio, mas além de ter dificuldades em enxergar que eles possam estar apaixonados, todo esse drama vazio em torno de não poderem ficar juntos lembra muito Derek e Meredith em suas fases ruins. Graças a Deus são águas passadas e Derek quase pediu a mão de Mer em casamento, mas Addison ligou bem na hora e ele teve que cancelar o grande evento romântico.
O próximo episódio promete, e eu estou tão ansiosa que acho que quero vê-lo mais do quero ver qualquer outra coisa (e olha que estou na expextativa por muitas séries essa semana).


Fechando o arco de três episódios que se iniciou com o retorno do hiato, Grey’s Anatomy nos presenteia com o melhor episódio dessa temporada, cujo nível foi tão alto que pode ser comparado aos melhores momentos da série, durante sua fantástica segunda temporada. Stairway to Heaven é tão cativante, que até me fez esquecer que essa temporada de Grey’s tem sido a mais irregular de todos os tempos, com algumas tramas beirando ao sofrível.
Jackson, o menino que precisava de um transplante e William, o serial killer que vai parar sob os cuidados de Shepard, foram ótimos pacientes e trouxeram aquelas questões éticas e morais deliciosamente complicadas que eu adoro. A nova médica, Arizona Robbins, trouxe um frescor a série que nem a Doutora Dixon, nem Sadie, nem Owen Hunt conseguiram trazer.
Enquanto isso, Miranda Bailey, que estava completamente apagada nessa temporada, voltou a ser a estrela e maior destaque. Ela lutou bravamente por Jackson, fez tudo o quê podia fazer e até mesmo o quê não deveria fazer, e foi humana durante todo o tempo. Birgou com Arizona, chorou, saiu do quarto para não ter que ver o menino morrer, e mais importante, foi a competentíssima médica de sempre e ajudou a Doutora Robbins a manter Jackson vivo. Chandra Wilson fez um trabalho notável e me angustiou e emocionou durante cada momento em que esteve na tela.
Já Meredith tentava, da sua maneira, fazer o quê achava certo. E nesse caso, era não apenas salvar Jackson com os órgãos, mas demonstrar compaixão por William e deixar que ele morresse de maneira digna, mesmo que isso significasse quebrar as regras e ir contra Derek. Eu fico extremamente feliz que essa trama não foi usada para que os dois brigassem e se separassem novamente. E que os escritores também não preferiram a saída fácil e fizeram com quê William morresse pela injeção letal. Eu fiquei do lado de Meredith o tempo todo durante esse arco e entendi completamente o quê ela estava fazendo.
William fez coisas horríveis, mas é fácil pensar como Derek. Que existem mosntros como William, e existem pessoas normais como Shepard. Mas eu não consigo não pensar como Meredith: qualquer um pode fazer qualquer coisa, e pessoas que cometem atos assombrosos ainda são pessoas. Humanas, com defeitos, qualidades, vulnerabilidades e medos. Quando eu vi Meredith naquela execução, eu fiquei contente. Porquê acho que eu faria exatamente a mesma coisa.
Ellen Pompeo atuou melhor do que eu jamais vi. Ela esteve fantástica e merece exaltações. Seu parceiro de cena, Eric Stoltz também chegou ao auge de sua participação, que será inesuqecível para mim.
Paralelamente, tivemos Izzie lidando com Denny, e os rumores de que a personagem estaria doente se confirmaram. Mesmo essa explicação final não me deixou muito satisfeita. Mas eu só tenho a agradecer que finalmente deixaram o Jeffrey Dean Morgan partir. Ele é lindo, mas a coisa toda foi no mínimo bizarra. E teve a Lexie quebrando o pênis do Sloan, mas eu achei essa parte completamente apagada e sem graça, o quê é uma surpresa, porquê até aqui qualquer mero suspiro do Sloan conseguia ser a melhor coisa do episódio.
O próximo episódio é o crossover com Private Practice. Depois desse episódio maravilhoso e com a volta de Addie, eu estou delirando de expectativa. Espero não me decepcionar.

Nossa, o ano passou tão rápido! Já estamos na época dos Satellite Awards, uma das primeiras premiações da temporada. Eu sempre adorei as premiações: adoro quando meus atores favoritos são recompensados por seus brilhantismo e adoro reparar em quem, apesar do talento, continua a ser ignorado. O Satellite sempre traz uma lista de filmes que não influencia muito no Oscar, mas sua lista de séries é sempre muito boa, e tem alguns nomes que me deixam pensando, quem? Agradeço a Fernanda Furquim por postar a lista no Revista Tv Séries, de onde eu a “importei”, já que se não fosse por ela eu provavelmente teria ignorado o fato da lista ter saído.

Série Dramática

Brotherhood – Showtime
In Treatment – HBO
Mad Men – AMC
Primeval – BBC
Life on Mars – ABC
Dexter – Showtime

Atriz em Série Dramática

Anna Paquin – True Blood
Holly Hunter – Saving Grace
Glenn Close – Damages
Kathryn Erbe – Law and Order: Criminal Intent
Sally Field – Brothers and Sisters
Kyra Sedgwick – The Closer

Ator em Série Dramática

Bryan Cranston – Breaking Bad
Gabriel Byrne – In Treatment
Michael C. Hall – Dexter
Jon Hamm – Mad Men
David Tennant – Doctor Who
Jason Isaacs – Brotherhood

Série Cômica

It’s Always Sunny in Philadelphia – FX
30 Rock – NBC
Pushing Daisies – ABC
State of the Union – Showtime
The Colbert Report – Comedy Central
Skins – BBC America

Atriz em Série Cômica

Tracey Ullman – State of the Union
America Ferrera – Ugly Betty
Tina Fey – 30 Rock
Julia Louis-Dreyfus – The New Adventures Of Old Christine
Christina Applegate – Samantha Who?
Mary Louise Parker – Weeds

Ator em Série Cômica ou Musical

Lee Pace – Pushing Daisies
Alec Baldwin – 30 Rock
David Duchovny – Californication
Danny Devito – It’s Always Sunny in Philadelphia
Justin Kirk – Weeds
Jonny Lee Miller – Eli Stone

Minissérie

John Adams – HBO
Cranford – BBC
The Last Enemy – PBS

Telefilme

The Memory Keeper’s Daughter – Lifetime
Bernard and Doris – HBO
God on Trial – PBS
Filth: The Mary Whitehouse Story – PBS/BBC
24 Redemption – Fox

Atriz em Minissérie ou Telefilme

Judi Dench – Cranford
Laura Linney – John Adams
Susan Sarandon – Bernard and Doris
Phylicia Rashad – A Raisin in the Sun
Julie Walters – Filth : The Mary Whitehouse Story
Jacqueline Bisset – An Old Fashioned Thanksgiving

Ator em Minissérie ou Telefilme

Paul Giamatti – John Adams
Kevin Spacey – Recount
Tom Wilkinson – Recount
Ralph Fiennes – Bernard and Doris
Benedict Cumberbatch – The Last Enemy
Stellan Skarsgard – God on Trial

Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme

Laura Dern – Recount
Sarah Polley – John Adams
Kristin Chenoweth – Pushing Daisies
Dianne Wiest – In Treatment
Chandra Wilson – Grey’s Anatomy
Fionnula Flanagan – Brotherhood

Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme

Jimmy Smits – Dexter
Zeljko Ivanek – Damages
John Slattery – Mad Men
John Noble – Fringe
Nelsan Ellis – True Blood
Harvey Keitel – Life on Mars

Prêmios Especiais

Mary Pickford Award
(Contribuição Artística à Indústria)
Louis Gosset Jr.

Tesla Award
(Contribuição Tecnológica à Indústria)
Rick Baker

Melhor Elenco na Televisão
Brotherhood

Algumas notas para min mesma (e para vocês, se quiserem me cobrar depois). Preciso ver Brotherhood já!! A série parece ser ótima, a sinopse é super interessante, é do Showtime, que só tem séries boas e Jason Isaacs é hot. Alguém que já viu Primeval pode me dizer do quê se trata? E o quê diabos é State of Union, quê eu nunca sequer ouvi falar? Também preciso ver John Adams, 24 Redemption, It’s Always Sunny in Philadelphia, In Treatment e terminar a primeira temporada de Mad Men (tudo isso junta-se a Dexter, BSG, o fim de Veronica Mars, Sopranos, The West Wing e Firefly na lista de séries que preciso muito ver, mas nunca consigo).

Sobre algumas indicações: gosto muito da Chandra Wilson, mas Grey’s esteve uma mer** na temporada passada e nem a personagem dela se salvou. Ela ainda é boa atriz, mas tinha outras que podiam ocupar esse lugar. Poderia dizer o mesmo de Kathryn Erbe, mas convenhamos, eu não gosto de Criminal Intent e ela parece estar no lugar que sempre pertence a Mariska (isso nada me agrada). As listas de atrizes de Telefilmes está sensacional. É ótimo ver que acabou mesmo o mito de que televisão não é lugar de estrela de Hollywood. Eu particularmente morro de amores por Laura Linney e quero que ela ganhe (apesar de não ter visto este trabalho em particular). Já com a lista masculina eu me divido: Ralph Fiennes, Tom Wilkinson ou Paul Giamatti? Todos são maravilhosos. Vibrei com a indicação de John Noble, por Fringe. De longe ele é meu ator favorito no elenco. Mas Zeljko Ivanek deve levar, o quê é bem merecido, ele esteve ótimo em Damages.


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